6.quanto ao zelo, perseguidor da igreja; quanto à justiça que há na lei, irrepreensível.
7.Mas o que, para mim, era lucro, isto considerei perda por causa de Cristo.
8.Sim, deveras considero tudo como perda, por causa da sublimidade do conhecimento de Cristo Jesus, meu Senhor; por amor do qual perdi todas as coisas e as considero como refugo, para ganhar a Cristo
9.e ser achado nele, não tendo justiça própria, que procede de lei, senão a que é mediante a fé em Cristo, a justiça que procede de Deus, baseada na fé;
10.para o conhecer, e o poder da sua ressurreição, e a comunhão dos seus sofrimentos, conformando-me com ele na sua morte;
11.para, de algum modo, alcançar a ressurreição dentre os mortos.
A soberana vocação
12.Não que eu o tenha já recebido ou tenha já obtido a perfeição; mas prossigo para conquistar aquilo para o que também fui conquistado por Cristo Jesus.
13.Irmãos, quanto a mim, não julgo havê-lo alcançado; mas uma coisa faço: esquecendo-me das coisas que para trás ficam e avançando para as que diante de mim estão,
14.prossigo para o alvo, para o prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus.
15.Todos, pois, que somos perfeitos, tenhamos este sentimento; e, se, porventura, pensais doutro modo, também isto Deus vos esclarecerá.
16.Todavia, andemos de acordo com o que já alcançamos.
Os inimigos da cruz de Cristo
17.Irmãos, sede imitadores meus e observai os que andam segundo o modelo que tendes em nós.
18.Pois muitos andam entre nós, dos quais, repetidas vezes, eu vos dizia e, agora, vos digo, até chorando, que são inimigos da cruz de Cristo.
19.O destino deles é a perdição, o deus deles é o ventre, e a glória deles está na sua infâmia, visto que só se preocupam com as coisas terrenas.
20.Pois a nossa pátria está nos céus, de onde também aguardamos o Salvador, o Senhor Jesus Cristo,
21.o qual transformará o nosso corpo de humilhação, para ser igual ao corpo da sua glória, segundo a eficácia do poder que ele tem de até subordinar a si todas as coisas.
1.Portanto, meus irmãos, amados e mui saudosos, minha alegria e coroa, sim, amados, permanecei, deste modo, firmes no Senhor.
Apelo de Paulo para Evódia e Síntique. Regozijo e oração
2.Rogo a Evódia e rogo a Síntique pensem concordemente, no Senhor.
3.A ti, fiel companheiro de jugo, também peço que as auxilies, pois juntas se esforçaram comigo no evangelho, também com Clemente e com os demais cooperadores meus, cujos nomes se encontram no Livro da Vida.
4.Alegrai-vos sempre no Senhor; outra vez digo: alegrai-vos.
5.Seja a vossa moderação conhecida de todos os homens. Perto está o Senhor.
6.Não andeis ansiosos de coisa alguma; em tudo, porém, sejam conhecidas, diante de Deus, as vossas petições, pela oração e pela súplica, com ações de graças.
7.E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará o vosso coração e a vossa mente em Cristo Jesus.
O em que pensar
8.Finalmente, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é respeitável, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se alguma virtude há e se algum louvor existe, seja isso o que ocupe o vosso pensamento.
9.O que também aprendestes, e recebestes, e ouvistes, e vistes em mim, isso praticai; e o Deus da paz será convosco.
A gratidão de Paulo para com os filipenses
10.Alegrei-me, sobremaneira, no Senhor porque, agora, uma vez mais, renovastes a meu favor o vosso cuidado; o qual também já tínheis antes, mas vos faltava oportunidade.
11.Digo isto, não por causa da pobreza, porque aprendi a viver contente em toda e qualquer situação.
12.Tanto sei estar humilhado como também ser honrado; de tudo e em todas as circunstâncias, já tenho experiência, tanto de fartura como de fome; assim de abundância como de escassez;
13.tudo posso naquele que me fortalece.
14.Todavia, fizestes bem, associando-vos na minha tribulação.
15.E sabeis também vós, ó filipenses, que, no início do evangelho, quando parti da Macedônia, nenhuma igreja se associou comigo no tocante a dar e receber, senão unicamente vós outros;
16.porque até para Tessalônica mandastes não somente uma vez, mas duas, o bastante para as minhas necessidades.
17.Não que eu procure o donativo, mas o que realmente me interessa é o fruto que aumente o vosso crédito.
18.Recebi tudo e tenho abundância; estou suprido, desde que Epafrodito me passou às mãos o que me veio de vossa parte como aroma suave, como sacrifício aceitável e aprazível a Deus.
19.E o meu Deus, segundo a sua riqueza em glória, há de suprir, em Cristo Jesus, cada uma de vossas necessidades.
20.Ora, a nosso Deus e Pai seja a glória pelos séculos dos séculos. Amém!
Saudações e bênção
21.Saudai cada um dos santos em Cristo Jesus. Os irmãos que se acham comigo vos saúdam.
22.Todos os santos vos saúdam, especialmente os da casa de César.
23.A graça do Senhor Jesus Cristo seja com o vosso espírito.
Prefácio e saudação
1.Paulo, apóstolo de Cristo Jesus, por vontade de Deus, e o irmão Timóteo,
2.aos santos e fiéis irmãos em Cristo que se encontram em Colossos, graça e paz a vós outros, da parte de Deus, nosso Pai.
Ação de graças
3.Damos sempre graças a Deus, Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, quando oramos por vós,
4.desde que ouvimos da vossa fé em Cristo Jesus e do amor que tendes para com todos os santos;
5.por causa da esperança que vos está preservada nos céus, da qual antes ouvistes pela palavra da verdade do evangelho,
6.que chegou até vós; como também, em todo o mundo, está produzindo fruto e crescendo, tal acontece entre vós, desde o dia em que ouvistes e entendestes a graça de Deus na verdade;
7.segundo fostes instruídos por Epafras, nosso amado conservo e, quanto a vós outros, fiel ministro de Cristo,
Almeida Revista e Atualizada, ARA © Copyright 1993
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