Leitura em Dois Anos

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8.Ficarei, porém, em Éfeso até ao Pentecostes;
9.porque uma porta grande e oportuna para o trabalho se me abriu; e há muitos adversários.
Acerca de Timóteo e Apolo
10.E, se Timóteo for, vede que esteja sem receio entre vós, porque trabalha na obra do Senhor, como também eu;
11.ninguém, pois, o despreze. Mas encaminhai-o em paz, para que venha ter comigo, visto que o espero com os irmãos.
12.Acerca do irmão Apolo, muito lhe tenho recomendado que fosse ter convosco em companhia dos irmãos, mas de modo algum era a vontade dele ir agora; irá, porém, quando se lhe deparar boa oportunidade.
As exortações finais
13.Sede vigilantes, permanecei firmes na fé, portai-vos varonilmente, fortalecei-vos.
14.Todos os vossos atos sejam feitos com amor.
Estéfanas, Fortunato e Acaico
15.E agora, irmãos, eu vos peço o seguinte ( sabeis que a casa de Estéfanas são as primícias da Acaia e que se consagraram ao serviço dos santos ):
16.que também vos sujeiteis a esses tais, como também a todo aquele que é cooperador e obreiro.
17.Alegro-me com a vinda de Estéfanas, e de Fortunato, e de Acaico; porque estes supriram o que da vossa parte faltava.
18.Porque trouxeram refrigério ao meu espírito e ao vosso. Reconhecei, pois, a homens como estes.
Saudações e a bênção
19.As igrejas da Ásia vos saúdam. No Senhor, muito vos saúdam Áqüila e Priscila e, bem assim, a igreja que está na casa deles.
20.Todos os irmãos vos saúdam. Saudai-vos uns aos outros com ósculo santo.
21.A saudação, escrevo-a eu, Paulo, de próprio punho.
22.Se alguém não ama o Senhor, seja anátema. Maranata!
23.A graça do Senhor Jesus seja convosco.
24.O meu amor seja com todos vós, em Cristo Jesus.
Prefácio e saudação
1.Paulo, apóstolo de Cristo Jesus pela vontade de Deus, e o irmão Timóteo, à igreja de Deus que está em Corinto e a todos os santos em toda a Acaia,
2.graça a vós outros e paz, da parte de Deus, nosso Pai, e do Senhor Jesus Cristo.
Ação de graças de Paulo pelo conforto divino
3.Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai de misericórdias e Deus de toda consolação!
4.É ele que nos conforta em toda a nossa tribulação, para podermos consolar os que estiverem em qualquer angústia, com a consolação com que nós mesmos somos contemplados por Deus.
5.Porque, assim como os sofrimentos de Cristo se manifestam em grande medida a nosso favor, assim também a nossa consolação transborda por meio de Cristo.
6.Mas, se somos atribulados, é para o vosso conforto e salvação; se somos confortados, é também para o vosso conforto, o qual se torna eficaz, suportando vós com paciência os mesmos sofrimentos que nós também padecemos.
7.A nossa esperança a respeito de vós está firme, sabendo que, como sois participantes dos sofrimentos, assim o sereis da consolação.
8.Porque não queremos, irmãos, que ignoreis a natureza da tribulação que nos sobreveio na Ásia, porquanto foi acima das nossas forças, a ponto de desesperarmos até da própria vida.
9.Contudo, já em nós mesmos, tivemos a sentença de morte, para que não confiemos em nós, e sim no Deus que ressuscita os mortos;
10.o qual nos livrou e livrará de tão grande morte; em quem temos esperado que ainda continuará a livrar-nos,
11.ajudando-nos também vós, com as vossas orações a nosso favor, para que, por muitos, sejam dadas graças a nosso respeito, pelo benefício que nos foi concedido por meio de muitos.
A sinceridade de Paulo
12.Porque a nossa glória é esta: o testemunho da nossa consciência, de que, com santidade e sinceridade de Deus, não com sabedoria humana, mas, na graça divina, temos vivido no mundo e mais especialmente para convosco.
13.Porque nenhuma outra coisa vos escrevemos, além das que ledes e bem compreendeis; e espero que o compreendereis de todo,
14.como também já em parte nos compreendestes, que somos a vossa glória, como igualmente sois a nossa no Dia de Jesus, nosso Senhor.
Paulo explica a sua demora em ir a Corinto
15.Com esta confiança, resolvi ir, primeiro, encontrar-me convosco, para que tivésseis um segundo benefício;
16.e, por vosso intermédio, passar à Macedônia, e da Macedônia voltar a encontrar-me convosco, e ser encaminhado por vós para a Judéia.
17.Ora, determinando isto, terei, porventura, agido com leviandade? Ou, ao deliberar, acaso delibero segundo a carne, de sorte que haja em mim, simultaneamente, o sim e o não?
18.Antes, como Deus é fiel, a nossa palavra para convosco não é sim e não.
19.Porque o Filho de Deus, Cristo Jesus, que foi, por nosso intermédio, anunciado entre vós, isto é, por mim, e Silvano, e Timóteo, não foi sim e não; mas sempre nele houve o sim.
20.Porque quantas são as promessas de Deus, tantas têm nele o sim; porquanto também por ele é o amém para glória de Deus, por nosso intermédio.
21.Mas aquele que nos confirma convosco em Cristo e nos ungiu é Deus,
22.que também nos selou e nos deu o penhor do Espírito em nosso coração.
23.Eu, porém, por minha vida, tomo a Deus por testemunha de que, para vos poupar, não tornei ainda a Corinto;
24.não que tenhamos domínio sobre a vossa fé, mas porque somos cooperadores de vossa alegria; porquanto, pela fé, já estais firmados.
1.Isto deliberei por mim mesmo: não voltar a encontrar-me convosco em tristeza.
2.Porque, se eu vos entristeço, quem me alegrará, senão aquele que está entristecido por mim mesmo?
3.E isto escrevi para que, quando for, não tenha tristeza da parte daqueles que deveriam alegrar-me, confiando em todos vós de que a minha alegria é também a vossa.
4.Porque, no meio de muitos sofrimentos e angústias de coração, vos escrevi, com muitas lágrimas, não para que ficásseis entristecidos, mas para que conhecêsseis o amor que vos consagro em grande medida.
Almeida Revista e Atualizada, ARA © Copyright 1993
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