Leitura em Dois Anos

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23.Assim, foram exterminados todos os seres que havia sobre a face da terra; o homem e o animal, os répteis e as aves dos céus foram extintos da terra; ficou somente Noé e os que com ele estavam na arca.
24.E as águas durante cento e cinqüenta dias predominaram sobre a terra.
Diminuem as águas do dilúvio
1.Lembrou-se Deus de Noé e de todos os animais selváticos e de todos os animais domésticos que com ele estavam na arca; Deus fez soprar um vento sobre a terra, e baixaram as águas.
2.Fecharam-se as fontes do abismo e também as comportas dos céus, e a copiosa chuva dos céus se deteve.
3.As águas iam-se escoando continuamente de sobre a terra e minguaram ao cabo de cento e cinqüenta dias.
4.No dia dezessete do sétimo mês, a arca repousou sobre as montanhas de Ararate.
5.E as águas foram minguando até ao décimo mês, em cujo primeiro dia apareceram os cimos dos montes.
Noé solta um corvo e depois uma pomba
6.Ao cabo de quarenta dias, abriu Noé a janela que fizera na arca
7.e soltou um corvo, o qual, tendo saído, ia e voltava, até que se secaram as águas de sobre a terra.
8.Depois, soltou uma pomba para ver se as águas teriam já minguado da superfície da terra;
9.mas a pomba, não achando onde pousar o pé, tornou a ele para a arca; porque as águas cobriam ainda a terra. Noé, estendendo a mão, tomou-a e a recolheu consigo na arca.
10.Esperou ainda outros sete dias e de novo soltou a pomba fora da arca.
11.À tarde, ela voltou a ele; trazia no bico uma folha nova de oliveira; assim entendeu Noé que as águas tinham minguado de sobre a terra.
12.Então, esperou ainda mais sete dias e soltou a pomba; ela, porém, já não tornou a ele.
Noé e sua família saem da arca
13.Sucedeu que, no primeiro dia do primeiro mês, do ano seiscentos e um, as águas se secaram de sobre a terra. Então, Noé removeu a cobertura da arca e olhou, e eis que o solo estava enxuto.
14.E, aos vinte e sete dias do segundo mês, a terra estava seca.
15.Então, disse Deus a Noé:
16.Sai da arca, e, contigo, tua mulher, e teus filhos, e as mulheres de teus filhos.
17.Os animais que estão contigo, de toda carne, tanto aves como gado, e todo réptil que rasteja sobre a terra, faze sair a todos, para que povoem a terra, sejam fecundos e nela se multipliquem.
18.Saiu, pois, Noé, com seus filhos, sua mulher e as mulheres de seus filhos.
19.E também saíram da arca todos os animais, todos os répteis, todas as aves e tudo o que se move sobre a terra, segundo as suas famílias.
Noé levanta um altar
20.Levantou Noé um altar ao SENHOR e, tomando de animais limpos e de aves limpas, ofereceu holocaustos sobre o altar.
21.E o SENHOR aspirou o suave cheiro e disse consigo mesmo: Não tornarei a amaldiçoar a terra por causa do homem, porque é mau o desígnio íntimo do homem desde a sua mocidade; nem tornarei a ferir todo vivente, como fiz.
22.Enquanto durar a terra, não deixará de haver sementeira e ceifa, frio e calor, verão e inverno, dia e noite.
A aliança de Deus com Noé
1.Abençoou Deus a Noé e a seus filhos e lhes disse: Sede fecundos, multiplicai-vos e enchei a terra.
2.Pavor e medo de vós virão sobre todos os animais da terra e sobre todas as aves dos céus; tudo o que se move sobre a terra e todos os peixes do mar nas vossas mãos serão entregues.
3.Tudo o que se move e vive ser-vos-á para alimento; como vos dei a erva verde, tudo vos dou agora.
4.Carne, porém, com sua vida, isto é, com seu sangue, não comereis.
5.Certamente, requererei o vosso sangue, o sangue da vossa vida; de todo animal o requererei, como também da mão do homem, sim, da mão do próximo de cada um requererei a vida do homem.
6.Se alguém derramar o sangue do homem, pelo homem se derramará o seu; porque Deus fez o homem segundo a sua imagem.
7.Mas sede fecundos e multiplicai-vos; povoai a terra e multiplicai-vos nela.
8.Disse também Deus a Noé e a seus filhos:
9.Eis que estabeleço a minha aliança convosco, e com a vossa descendência,
10.e com todos os seres viventes que estão convosco: tanto as aves, os animais domésticos e os animais selváticos que saíram da arca como todos os animais da terra.
11.Estabeleço a minha aliança convosco: não será mais destruída toda carne por águas de dilúvio, nem mais haverá dilúvio para destruir a terra.
12.Disse Deus: Este é o sinal da minha aliança que faço entre mim e vós e entre todos os seres viventes que estão convosco, para perpétuas gerações:
13.porei nas nuvens o meu arco; será por sinal da aliança entre mim e a terra.
14.Sucederá que, quando eu trouxer nuvens sobre a terra, e nelas aparecer o arco,
15.então, me lembrarei da minha aliança, firmada entre mim e vós e todos os seres viventes de toda carne; e as águas não mais se tornarão em dilúvio para destruir toda carne.
16.O arco estará nas nuvens; vê-lo-ei e me lembrarei da aliança eterna entre Deus e todos os seres viventes de toda carne que há sobre a terra.
17.Disse Deus a Noé: Este é o sinal da aliança estabelecida entre mim e toda carne sobre a terra.
Almeida Revista e Atualizada, ARA © Copyright 1993
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