Leitura em Dois Anos

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26.O cobiçoso cobiça todo o dia, mas o justo dá e nada retém.
27.O sacrifício dos perversos já é abominação; quanto mais oferecendo-o com intenção maligna!
28.A testemunha falsa perecerá, mas a auricular falará sem ser contestada.
29.O homem perverso mostra dureza no rosto, mas o reto considera o seu caminho.
30.Não há sabedoria, nem inteligência, nem mesmo conselho contra o SENHOR.
31.O cavalo prepara-se para o dia da batalha, mas a vitória vem do SENHOR.
1.Mais vale o bom nome do que as muitas riquezas; e o ser estimado é melhor do que a prata e o ouro.
2.O rico e o pobre se encontram; a um e a outro faz o SENHOR.
3.O prudente vê o mal e esconde-se; mas os simples passam adiante e sofrem a pena.
4.O galardão da humildade e o temor do SENHOR são riquezas, e honra, e vida.
5.Espinhos e laços há no caminho do perverso; o que guarda a sua alma retira-se para longe deles.
6.Ensina a criança no caminho em que deve andar, e, ainda quando for velho, não se desviará dele.
7.O rico domina sobre o pobre, e o que toma emprestado é servo do que empresta.
8.O que semeia a injustiça segará males; e a vara da sua indignação falhará.
9.O generoso será abençoado, porque dá do seu pão ao pobre.
10.Lança fora o escarnecedor, e com ele se irá a contenda; cessarão as demandas e a ignomínia.
11.O que ama a pureza do coração e é grácil no falar terá por amigo o rei.
12.Os olhos do SENHOR conservam aquele que tem conhecimento, mas as palavras do iníquo ele transtornará.
13.Diz o preguiçoso: Um leão está lá fora; serei morto no meio das ruas.
14.Cova profunda é a boca da mulher estranha; aquele contra quem o SENHOR se irar cairá nela.
15.A estultícia está ligada ao coração da criança, mas a vara da disciplina a afastará dela.
16.O que oprime ao pobre para enriquecer a si ou o que dá ao rico certamente empobrecerá.
Preceitos e admoestações dos sábios
17.Inclina o ouvido, e ouve as palavras dos sábios, e aplica o coração ao meu conhecimento.
18.Porque é coisa agradável os guardares no teu coração e os aplicares todos aos teus lábios.
19.Para que a tua confiança esteja no SENHOR, quero dar-te hoje a instrução, a ti mesmo.
20.Porventura, não te escrevi excelentes coisas acerca de conselhos e conhecimentos,
21.para mostrar-te a certeza das palavras da verdade, a fim de que possas responder claramente aos que te enviarem?
22.Não roubes ao pobre, porque é pobre, nem oprimas em juízo ao aflito,
23.porque o SENHOR defenderá a causa deles e tirará a vida aos que os despojam.
24.Não te associes com o iracundo, nem andes com o homem colérico,
25.para que não aprendas as suas veredas e, assim, enlaces a tua alma.
26.Não estejas entre os que se comprometem e ficam por fiadores de dívidas,
27.pois, se não tens com que pagar, por que arriscas perder a cama de debaixo de ti?
28.Não removas os marcos antigos que puseram teus pais.
29.Vês a um homem perito na sua obra? Perante reis será posto; não entre a plebe.
1.Quando te assentares a comer com um governador, atenta bem para aquele que está diante de ti;
2.mete uma faca à tua garganta, se és homem glutão.
3.Não cobices os seus delicados manjares, porque são comidas enganadoras.
4.Não te fatigues para seres rico; não apliques nisso a tua inteligência.
5.Porventura, fitarás os olhos naquilo que não é nada? Pois, certamente, a riqueza fará para si asas, como a águia que voa pelos céus.
6.Não comas o pão do invejoso, nem cobices os seus delicados manjares.
7.Porque, como imagina em sua alma, assim ele é; ele te diz: Come e bebe; mas o seu coração não está contigo.
8.Vomitarás o bocado que comeste e perderás as tuas suaves palavras.
9.Não fales aos ouvidos do insensato, porque desprezará a sabedoria das tuas palavras.
10.Não removas os marcos antigos, nem entres nos campos dos órfãos,
11.porque o seu Vingador é forte e lhes pleiteará a causa contra ti.
12.Aplica o coração ao ensino e os ouvidos às palavras do conhecimento.
13.Não retires da criança a disciplina, pois, se a fustigares com a vara, não morrerá.
14.Tu a fustigarás com a vara e livrarás a sua alma do inferno.
15.Filho meu, se o teu coração for sábio, alegrar-se-á também o meu;
16.exultará o meu íntimo, quando os teus lábios falarem coisas retas.
17.Não tenha o teu coração inveja dos pecadores; antes, no temor do SENHOR perseverarás todo dia.
18.Porque deveras haverá bom futuro; não será frustrada a tua esperança.
19.Ouve, filho meu, e sê sábio; guia retamente no caminho o teu coração.
20.Não estejas entre os bebedores de vinho nem entre os comilões de carne.
21.Porque o beberrão e o comilão caem em pobreza; e a sonolência vestirá de trapos o homem.
22.Ouve a teu pai, que te gerou, e não desprezes a tua mãe, quando vier a envelhecer.
23.Compra a verdade e não a vendas; compra a sabedoria, a instrução e o entendimento.
24.Grandemente se regozijará o pai do justo, e quem gerar a um sábio nele se alegrará.
25.Alegrem-se teu pai e tua mãe, e regozije-se a que te deu à luz.
26.Dá-me, filho meu, o teu coração, e os teus olhos se agradem dos meus caminhos.
27.Pois cova profunda é a prostituta, poço estreito, a alheia.
28.Ela, como salteador, se põe a espreitar e multiplica entre os homens os infiéis.
29.Para quem são os ais? Para quem, os pesares? Para quem, as rixas? Para quem, as queixas? Para quem, as feridas sem causa? E para quem, os olhos vermelhos?
Almeida Revista e Atualizada, ARA © Copyright 1993
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