Leitura em Dois Anos

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4.Olha à minha direita e vê, pois não há quem me reconheça, nenhum lugar de refúgio, ninguém que por mim se interesse.
5.A ti clamo, SENHOR, e digo: tu és o meu refúgio, o meu quinhão na terra dos viventes.
6.Atende o meu clamor, pois me vejo muito fraco. Livra-me dos meus perseguidores, porque são mais fortes do que eu.
7.Tira a minha alma do cárcere, para que eu dê graças ao teu nome; os justos me rodearão, quando me fizeres esse bem.
Súplica por libertação
1.Atende, SENHOR, a minha oração, dá ouvidos às minhas súplicas. Responde-me, segundo a tua fidelidade, segundo a tua justiça.
2.Não entres em juízo com o teu servo, porque à tua vista não há justo nenhum vivente.
3.Pois o inimigo me tem perseguido a alma; tem arrojado por terra a minha vida; tem-me feito habitar na escuridão, como aqueles que morreram há muito.
4.Por isso, dentro de mim esmorece o meu espírito, e o coração se vê turbado.
5.Lembro-me dos dias de outrora, penso em todos os teus feitos e considero nas obras das tuas mãos.
6.A ti levanto as mãos; a minha alma anseia por ti, como terra sedenta.
7.Dá-te pressa, SENHOR, em responder-me; o espírito me desfalece; não me escondas a tua face, para que eu não me torne como os que baixam à cova.
8.Faze-me ouvir, pela manhã, da tua graça, pois em ti confio; mostra-me o caminho por onde devo andar, porque a ti elevo a minha alma.
9.Livra-me, SENHOR, dos meus inimigos; pois em ti é que me refugio.
10.Ensina-me a fazer a tua vontade, pois tu és o meu Deus; guie-me o teu bom Espírito por terreno plano.
11.Vivifica-me, SENHOR, por amor do teu nome; por amor da tua justiça, tira da tribulação a minha alma.
12.E, por tua misericórdia, dá cabo dos meus inimigos e destrói todos os que me atribulam a alma, pois eu sou teu servo.
Ações de graças pela proteção de Deus
1.Bendito seja o SENHOR, rocha minha, que me adestra as mãos para a batalha e os dedos, para a guerra;
2.minha misericórdia e fortaleza minha, meu alto refúgio e meu libertador, meu escudo, aquele em quem confio e quem me submete o meu povo.
3.SENHOR, que é o homem para que dele tomes conhecimento? E o filho do homem, para que o estimes?
4.O homem é como um sopro; os seus dias, como a sombra que passa.
5.Abaixa, SENHOR, os teus céus e desce; toca os montes, e fumegarão.
6.Despede relâmpagos e dispersa os meus inimigos; arremessa as tuas flechas e desbarata-os.
7.Estende a mão lá do alto; livra-me e arrebata-me das muitas águas e do poder de estranhos,
8.cuja boca profere mentiras, e cuja direita é direita de falsidade.
9.A ti, ó Deus, entoarei novo cântico; no saltério de dez cordas, te cantarei louvores.
10.É ele quem dá aos reis a vitória; quem livra da espada maligna a Davi, seu servo.
11.Livra-me e salva-me do poder de estranhos, cuja boca profere mentiras, e cuja direita é direita de falsidade.
12.Que nossos filhos sejam, na sua mocidade, como plantas viçosas, e nossas filhas, como pedras angulares, lavradas como colunas de palácio;
13.que transbordem os nossos celeiros, atulhados de toda sorte de provisões; que os nossos rebanhos produzam a milhares e a dezenas de milhares, em nossos campos;
14.que as nossas vacas andem pejadas, não lhes haja rotura, nem mau sucesso. Não haja gritos de lamento em nossas praças.
15.Bem-aventurado o povo a quem assim sucede! Sim, bem-aventurado é o povo cujo Deus é o SENHOR!
A bondade, grandeza e providência de Deus
1.Exaltar-te-ei, ó Deus meu e Rei; bendirei o teu nome para todo o sempre.
2.Todos os dias te bendirei e louvarei o teu nome para todo o sempre.
3.Grande é o SENHOR e mui digno de ser louvado; a sua grandeza é insondável.
4.Uma geração louvará a outra geração as tuas obras e anunciará os teus poderosos feitos.
5.Meditarei no glorioso esplendor da tua majestade e nas tuas maravilhas.
6.Falar-se-á do poder dos teus feitos tremendos, e contarei a tua grandeza.
7.Divulgarão a memória de tua muita bondade e com júbilo celebrarão a tua justiça.
8.Benigno e misericordioso é o SENHOR, tardio em irar-se e de grande clemência.
9.O SENHOR é bom para todos, e as suas ternas misericórdias permeiam todas as suas obras.
10.Todas as tuas obras te renderão graças, SENHOR; e os teus santos te bendirão.
11.Falarão da glória do teu reino e confessarão o teu poder,
12.para que aos filhos dos homens se façam notórios os teus poderosos feitos e a glória da majestade do teu reino.
13.O teu reino é o de todos os séculos, e o teu domínio subsiste por todas as gerações. O SENHOR é fiel em todas as suas palavras e santo em todas as suas obras.
14.O SENHOR sustém os que vacilam e apruma todos os prostrados.
15.Em ti esperam os olhos de todos, e tu, a seu tempo, lhes dás o alimento.
16.Abres a mão e satisfazes de benevolência a todo vivente.
17.Justo é o SENHOR em todos os seus caminhos, benigno em todas as suas obras.
18.Perto está o SENHOR de todos os que o invocam, de todos os que o invocam em verdade.
19.Ele acode à vontade dos que o temem; atende-lhes o clamor e os salva.
20.O SENHOR guarda a todos os que o amam; porém os ímpios serão exterminados.
21.Profira a minha boca louvores ao SENHOR, e toda carne louve o seu santo nome, para todo o sempre.
A fraqueza do homem e a fidelidade de Deus
1.Aleluia! Louva, ó minha alma, ao SENHOR.
2.Louvarei ao SENHOR durante a minha vida; cantarei louvores ao meu Deus, enquanto eu viver.
3.Não confieis em príncipes, nem nos filhos dos homens, em quem não há salvação.
4.Sai-lhes o espírito, e eles tornam ao pó; nesse mesmo dia, perecem todos os seus desígnios.
Almeida Revista e Atualizada, ARA © Copyright 1993
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