9.Pois tu, SENHOR, és o Altíssimo sobre toda a terra; tu és sobremodo elevado acima de todos os deuses.
10.Vós que amais o SENHOR, detestai o mal; ele guarda a alma dos seus santos, livra-os da mão dos ímpios.
11.A luz difunde-se para o justo, e a alegria, para os retos de coração.
12.Alegrai-vos no SENHOR, ó justos, e dai louvores ao seu santo nome.
A justiça do Senhor
1.Cantai ao SENHOR um cântico novo, porque ele tem feito maravilhas; a sua destra e o seu braço santo lhe alcançaram a vitória.
2.O SENHOR fez notória a sua salvação; manifestou a sua justiça perante os olhos das nações.
3.Lembrou-se da sua misericórdia e da sua fidelidade para com a casa de Israel; todos os confins da terra viram a salvação do nosso Deus.
4.Celebrai com júbilo ao SENHOR, todos os confins da terra; aclamai, regozijai-vos e cantai louvores.
5.Cantai com harpa louvores ao SENHOR, com harpa e voz de canto;
6.com trombetas e ao som de buzinas, exultai perante o SENHOR, que é rei.
7.Ruja o mar e a sua plenitude, o mundo e os que nele habitam.
8.Os rios batam palmas, e juntos cantem de júbilo os montes,
9.na presença do SENHOR, porque ele vem julgar a terra; julgará o mundo com justiça e os povos, com eqüidade.
A santidade de Deus
1.Reina o SENHOR; tremam os povos. Ele está entronizado acima dos querubins; abale-se a terra.
2.O SENHOR é grande em Sião e sobremodo elevado acima de todos os povos.
3.Celebrem eles o teu nome grande e tremendo, porque é santo.
4.És rei poderoso que ama a justiça; tu firmas a eqüidade, executas o juízo e a justiça em Jacó.
5.Exaltai ao SENHOR, nosso Deus, e prostrai-vos ante o escabelo de seus pés, porque ele é santo.
6.Moisés e Arão, entre os seus sacerdotes, e, Samuel, entre os que lhe invocam o nome, clamavam ao SENHOR, e ele os ouvia.
7.Falava-lhes na coluna de nuvem; eles guardavam os seus mandamentos e a lei que lhes tinha dado.
8.Tu lhes respondeste, ó SENHOR, nosso Deus; foste para eles Deus perdoador, ainda que tomando vingança dos seus feitos.
9.Exaltai ao SENHOR, nosso Deus, e prostrai-vos ante o seu santo monte, porque santo é o SENHOR, nosso Deus.
Hino de ingresso ao templo
1.Celebrai com júbilo ao SENHOR, todas as terras.
2.Servi ao SENHOR com alegria, apresentai-vos diante dele com cântico.
3.Sabei que o SENHOR é Deus; foi ele quem nos fez, e dele somos; somos o seu povo e rebanho do seu pastoreio.
4.Entrai por suas portas com ações de graças e nos seus átrios, com hinos de louvor; rendei-lhe graças e bendizei-lhe o nome.
5.Porque o SENHOR é bom, a sua misericórdia dura para sempre, e, de geração em geração, a sua fidelidade.
Modelo de bom rei
1.Cantarei a bondade e a justiça; a ti, SENHOR, cantarei.
2.Atentarei sabiamente ao caminho da perfeição. Oh! Quando virás ter comigo? Portas a dentro, em minha casa, terei coração sincero.
3.Não porei coisa injusta diante dos meus olhos; aborreço o proceder dos que se desviam; nada disto se me pegará.
4.Longe de mim o coração perverso; não quero conhecer o mal.
5.Ao que às ocultas calunia o próximo, a esse destruirei; o que tem olhar altivo e coração soberbo, não o suportarei.
6.Os meus olhos procurarão os fiéis da terra, para que habitem comigo; o que anda em reto caminho, esse me servirá.
7.Não há de ficar em minha casa o que usa de fraude; o que profere mentiras não permanecerá ante os meus olhos.
8.Manhã após manhã, destruirei todos os ímpios da terra, para limpar a cidade do SENHOR dos que praticam a iniqüidade.
Arrependimento e esperança
1.Ouve, SENHOR, a minha súplica, e cheguem a ti os meus clamores.
2.Não me ocultes o rosto no dia da minha angústia; inclina-me os ouvidos; no dia em que eu clamar, dá-te pressa em acudir-me.
3.Porque os meus dias, como fumaça, se desvanecem, e os meus ossos ardem como em fornalha.
4.Ferido como a erva, secou-se o meu coração; até me esqueço de comer o meu pão.
5.Os meus ossos já se apegam à pele, por causa do meu dolorido gemer.
6.Sou como o pelicano no deserto, como a coruja das ruínas.
7.Não durmo e sou como o passarinho solitário nos telhados.
8.Os meus inimigos me insultam a toda hora; furiosos contra mim, praguejam com o meu próprio nome.
9.Por pão tenho comido cinza e misturado com lágrimas a minha bebida,
10.por causa da tua indignação e da tua ira, porque me elevaste e depois me abateste.
11.Como a sombra que declina, assim os meus dias, e eu me vou secando como a relva.
12.Tu, porém, SENHOR, permaneces para sempre, e a memória do teu nome, de geração em geração.
13.Levantar-te-ás e terás piedade de Sião; é tempo de te compadeceres dela, e já é vinda a sua hora;
14.porque os teus servos amam até as pedras de Sião e se condoem do seu pó.
15.Todas as nações temerão o nome do SENHOR, e todos os reis da terra, a sua glória;
16.porque o SENHOR edificou a Sião, apareceu na sua glória,
17.atendeu à oração do desamparado e não lhe desdenhou as preces.
18.Ficará isto registrado para a geração futura, e um povo, que há de ser criado, louvará ao SENHOR;
19.que o SENHOR, do alto do seu santuário, desde os céus, baixou vistas à terra,
20.para ouvir o gemido dos cativos e libertar os condenados à morte,
21.a fim de que seja anunciado em Sião o nome do SENHOR e o seu louvor, em Jerusalém,
22.quando se reunirem os povos e os reinos, para servirem ao SENHOR.
23.Ele me abateu a força no caminho e me abreviou os dias.
24.Dizia eu: Deus meu, não me leves na metade de minha vida; tu, cujos anos se estendem por todas as gerações.
Almeida Revista e Atualizada, ARA © Copyright 1993
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