Leitura em Dois Anos

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16.Volta-te para mim e compadece-te de mim; concede a tua força ao teu servo e salva o filho da tua serva.
17.Mostra-me um sinal do teu favor, para que o vejam e se envergonhem os que me aborrecem; pois tu, SENHOR, me ajudas e me consolas.
Jerusalém, amada de Deus
1.Fundada por ele sobre os montes santos,
2.o SENHOR ama as portas de Sião mais do que as habitações todas de Jacó.
3.Gloriosas coisas se têm dito de ti, ó cidade de Deus!
4.Dentre os que me conhecem, farei menção de Raabe e da Babilônia; eis aí Filístia e Tiro com Etiópia; lá, nasceram.
5.E com respeito a Sião se dirá: Este e aquele nasceram nela; e o próprio Altíssimo a estabelecerá.
6.O SENHOR, ao registrar os povos, dirá: Este nasceu lá.
7.Todos os cantores, saltando de júbilo, entoarão: Todas as minhas fontes são em ti.
Lamentação de um atribulado
1.Ó SENHOR, Deus da minha salvação, dia e noite clamo diante de ti.
2.Chegue à tua presença a minha oração, inclina os ouvidos ao meu clamor.
3.Pois a minha alma está farta de males, e a minha vida já se abeira da morte.
4.Sou contado com os que baixam à cova; sou como um homem sem força,
5.atirado entre os mortos; como os feridos de morte que jazem na sepultura, dos quais já não te lembras; são desamparados de tuas mãos.
6.Puseste-me na mais profunda cova, nos lugares tenebrosos, nos abismos.
7.Sobre mim pesa a tua ira; tu me abates com todas as tuas ondas.
8.Apartaste de mim os meus conhecidos e me fizeste objeto de abominação para com eles; estou preso e não vejo como sair.
9.Os meus olhos desfalecem de aflição; dia após dia, venho clamando a ti, SENHOR, e te levanto as minhas mãos.
10.Mostrarás tu prodígios aos mortos ou os finados se levantarão para te louvar?
11.Será referida a tua bondade na sepultura? A tua fidelidade, nos abismos?
12.Acaso, nas trevas se manifestam as tuas maravilhas? E a tua justiça, na terra do esquecimento?
13.Mas eu, SENHOR, clamo a ti por socorro, e antemanhã já se antecipa diante de ti a minha oração.
14.Por que rejeitas, SENHOR, a minha alma e ocultas de mim o rosto?
15.Ando aflito e prestes a expirar desde moço; sob o peso dos teus terrores, estou desorientado.
16.Por sobre mim passaram as tuas iras, os teus terrores deram cabo de mim.
17.Eles me rodeiam como água, de contínuo; a um tempo me circundam.
18.Para longe de mim afastaste amigo e companheiro; os meus conhecidos são trevas.
1.Cantarei para sempre as tuas misericórdias, ó SENHOR; os meus lábios proclamarão a todas as gerações a tua fidelidade.
2.Pois disse eu: a benignidade está fundada para sempre; a tua fidelidade, tu a confirmarás nos céus, dizendo:
3.Fiz aliança com o meu escolhido e jurei a Davi, meu servo:
4.Para sempre estabelecerei a tua posteridade e firmarei o teu trono de geração em geração.
5.Celebram os céus as tuas maravilhas, ó SENHOR, e, na assembléia dos santos, a tua fidelidade.
6.Pois quem nos céus é comparável ao SENHOR? Entre os seres celestiais, quem é semelhante ao SENHOR?
7.Deus é sobremodo tremendo na assembléia dos santos e temível sobre todos os que o rodeiam.
8.Ó SENHOR, Deus dos Exércitos, quem é poderoso como tu és, SENHOR, com a tua fidelidade ao redor de ti?!
9.Dominas a fúria do mar; quando as suas ondas se levantam, tu as amainas.
10.Calcaste a Raabe, como um ferido de morte; com o teu poderoso braço dispersaste os teus inimigos.
11.Teus são os céus, tua, a terra; o mundo e a sua plenitude, tu os fundaste.
12.O Norte e o Sul, tu os criaste; o Tabor e o Hermom exultam em teu nome.
13.O teu braço é armado de poder, forte é a tua mão, e elevada, a tua destra.
14.Justiça e direito são o fundamento do teu trono; graça e verdade te precedem.
15.Bem-aventurado o povo que conhece os vivas de júbilo, que anda, ó SENHOR, na luz da tua presença.
16.Em teu nome, de contínuo se alegra e na tua justiça se exalta,
17.porquanto tu és a glória de sua força; no teu favor avulta o nosso poder.
18.Pois ao SENHOR pertence o nosso escudo, e ao Santo de Israel, o nosso rei.
19.Outrora, falaste em visão aos teus santos e disseste: A um herói concedi o poder de socorrer; do meio do povo, exaltei um escolhido.
20.Encontrei Davi, meu servo; com o meu santo óleo o ungi.
21.A minha mão será firme com ele, o meu braço o fortalecerá.
22.O inimigo jamais o surpreenderá, nem o há de afligir o filho da perversidade.
23.Esmagarei diante dele os seus adversários e ferirei os que o odeiam.
24.A minha fidelidade e a minha bondade o hão de acompanhar, e em meu nome crescerá o seu poder.
25.Porei a sua mão sobre o mar e a sua direita, sobre os rios.
26.Ele me invocará, dizendo: Tu és meu pai, meu Deus e a rocha da minha salvação.
27.Fá-lo-ei, por isso, meu primogênito, o mais elevado entre os reis da terra.
28.Conservar-lhe-ei para sempre a minha graça e, firme com ele, a minha aliança.
29.Farei durar para sempre a sua descendência; e, o seu trono, como os dias do céu.
30.Se os seus filhos desprezarem a minha lei e não andarem nos meus juízos,
31.se violarem os meus preceitos e não guardarem os meus mandamentos,
32.então, punirei com vara as suas transgressões e com açoites, a sua iniqüidade.
33.Mas jamais retirarei dele a minha bondade, nem desmentirei a minha fidelidade.
34.Não violarei a minha aliança, nem modificarei o que os meus lábios proferiram.
35.Uma vez jurei por minha santidade ( e serei eu falso a Davi? ):
Almeida Revista e Atualizada, ARA © Copyright 1993
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