Increpadas a injustiça e a parcialidade dos juízes
1.Deus assiste na congregação divina; no meio dos deuses, estabelece o seu julgamento.
2.Até quando julgareis injustamente e tomareis partido pela causa dos ímpios?
3.Fazei justiça ao fraco e ao órfão, procedei retamente para com o aflito e o desamparado.
4.Socorrei o fraco e o necessitado; tirai-os das mãos dos ímpios.
5.Eles nada sabem, nem entendem; vagueiam em trevas; vacilam todos os fundamentos da terra.
6.Eu disse: sois deuses, sois todos filhos do Altíssimo.
7.Todavia, como homens, morrereis e, como qualquer dos príncipes, haveis de sucumbir.
8.Levanta-te, ó Deus, julga a terra, pois a ti compete a herança de todas as nações.
Julgamento de Deus contra as nações inimigas
1.Ó Deus, não te cales; não te emudeças, nem fiques inativo, ó Deus!
2.Os teus inimigos se alvoroçam, e os que te odeiam levantam a cabeça.
3.Tramam astutamente contra o teu povo e conspiram contra os teus protegidos.
4.Dizem: Vinde, risquemo-los de entre as nações; e não haja mais memória do nome de Israel.
5.Pois tramam concordemente e firmam aliança contra ti
6.as tendas de Edom e os ismaelitas, Moabe e os hagarenos,
7.Gebal, Amom e Amaleque, a Filístia como os habitantes de Tiro;
8.também a Assíria se alia com eles, e se constituem braço forte aos filhos de Ló.
9.Faze-lhes como fizeste a Midiã, como a Sísera, como a Jabim na ribeira de Quisom;
10.os quais pereceram em En-Dor; tornaram-se adubo para a terra.
11.Sejam os seus nobres como Orebe e como Zeebe, e os seus príncipes, como Zeba e como Zalmuna,
12.que disseram: Apoderemo-nos das habitações de Deus.
13.Deus meu, faze-os como folhas impelidas por um remoinho, como a palha ao léu do vento.
14.Como o fogo devora um bosque e a chama abrasa os montes,
15.assim, persegue-os com a tua tempestade e amedronta-os com o teu vendaval.
16.Enche-lhes o rosto de ignomínia, para que busquem o teu nome, SENHOR.
17.Sejam envergonhados e confundidos perpetuamente; perturbem-se e pereçam.
18.E reconhecerão que só tu, cujo nome é SENHOR, és o Altíssimo sobre toda a terra.
Saudades do templo
1.Quão amáveis são os teus tabernáculos, SENHOR dos Exércitos!
2.A minha alma suspira e desfalece pelos átrios do SENHOR; o meu coração e a minha carne exultam pelo Deus vivo!
3.O pardal encontrou casa, e a andorinha, ninho para si, onde acolha os seus filhotes; eu, os teus altares, SENHOR dos Exércitos, Rei meu e Deus meu!
4.Bem-aventurados os que habitam em tua casa; louvam-te perpetuamente.
5.Bem-aventurado o homem cuja força está em ti, em cujo coração se encontram os caminhos aplanados,
6.o qual, passando pelo vale árido, faz dele um manancial; de bênçãos o cobre a primeira chuva.
7.Vão indo de força em força; cada um deles aparece diante de Deus em Sião.
8.SENHOR, Deus dos Exércitos, escuta-me a oração; presta ouvidos, ó Deus de Jacó!
9.Olha, ó Deus, escudo nosso, e contempla o rosto do teu ungido.
10.Pois um dia nos teus átrios vale mais que mil; prefiro estar à porta da casa do meu Deus, a permanecer nas tendas da perversidade.
11.Porque o SENHOR Deus é sol e escudo; o SENHOR dá graça e glória; nenhum bem sonega aos que andam retamente.
12.Ó SENHOR dos Exércitos, feliz o homem que em ti confia.
Almeida Revista e Atualizada, ARA © Copyright 1993
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