Oração pelo rei
1.Ouve, ó Deus, a minha súplica; atende à minha oração.
2.Desde os confins da terra clamo por ti, no abatimento do meu coração. Leva-me para a rocha que é alta demais para mim;
3.pois tu me tens sido refúgio e torre forte contra o inimigo.
4.Assista eu no teu tabernáculo, para sempre; no esconderijo das tuas asas, eu me abrigo.
5.Pois ouviste, ó Deus, os meus votos e me deste a herança dos que temem o teu nome.
6.Dias sobre dias acrescentas ao rei; duram os seus anos gerações após gerações.
7.Permaneça para sempre diante de Deus; concede-lhe que a bondade e a fidelidade o preservem.
8.Assim, salmodiarei o teu nome para sempre, para cumprir, dia após dia, os meus votos.
Exortação à confiança
1.Somente em Deus, ó minha alma, espera silenciosa; dele vem a minha salvação.
2.Só ele é a minha rocha, e a minha salvação, e o meu alto refúgio; não serei muito abalado.
3.Até quando acometereis vós a um homem, todos vós, para o derribardes, como se fosse uma parede pendida ou um muro prestes a cair?
4.Só pensam em derribá-lo da sua dignidade; na mentira se comprazem; de boca bendizem, porém no interior maldizem.
5.Somente em Deus, ó minha alma, espera silenciosa, porque dele vem a minha esperança.
6.Só ele é a minha rocha, e a minha salvação, e o meu alto refúgio; não serei jamais abalado.
7.De Deus dependem a minha salvação e a minha glória; estão em Deus a minha forte rocha e o meu refúgio.
8.Confiai nele, ó povo, em todo tempo; derramai perante ele o vosso coração; Deus é o nosso refúgio.
9.Somente vaidade são os homens plebeus; falsidade, os de fina estirpe; pesados em balança, eles juntos são mais leves que a vaidade.
10.Não confieis naquilo que extorquis, nem vos vanglorieis na rapina; se as vossas riquezas prosperam, não ponhais nelas o coração.
11.Uma vez falou Deus, duas vezes ouvi isto: Que o poder pertence a Deus,
12.e a ti, Senhor, pertence a graça, pois a cada um retribuis segundo as suas obras.
1.Ó Deus, tu és o meu Deus forte; eu te busco ansiosamente; a minha alma tem sede de ti; meu corpo te almeja, como terra árida, exausta, sem água.
2.Assim, eu te contemplo no santuário, para ver a tua força e a tua glória.
3.Porque a tua graça é melhor do que a vida; os meus lábios te louvam.
4.Assim, cumpre-me bendizer-te enquanto eu viver; em teu nome, levanto as mãos.
5.Como de banha e de gordura farta-se a minha alma; e, com júbilo nos lábios, a minha boca te louva,
6.no meu leito, quando de ti me recordo e em ti medito, durante a vigília da noite.
7.Porque tu me tens sido auxílio; à sombra das tuas asas, eu canto jubiloso.
8.A minha alma apega-se a ti; a tua destra me ampara.
9.Porém os que me procuram a vida para a destruir abismar-se-ão nas profundezas da terra.
10.Serão entregues ao poder da espada e virão a ser pasto dos chacais.
11.O rei, porém, se alegra em Deus; quem por ele jura gloriar-se-á, pois se tapará a boca dos que proferem mentira.
Almeida Revista e Atualizada, ARA © Copyright 1993
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