Desafio dos 90 dias

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As festas solenes do Senhor
1.Disse o SENHOR a Moisés:
2.Fala aos filhos de Israel e dize-lhes: As festas fixas do SENHOR, que proclamareis, serão santas convocações; são estas as minhas festas.
3.Seis dias trabalhareis, mas o sétimo será o sábado do descanso solene, santa convocação; nenhuma obra fareis; é sábado do SENHOR em todas as vossas moradas.
4.São estas as festas fixas do SENHOR, as santas convocações, que proclamareis no seu tempo determinado:
5.no mês primeiro, aos catorze do mês, no crepúsculo da tarde, é a Páscoa do SENHOR.
6.E aos quinze dias deste mês é a Festa dos Pães Asmos do SENHOR; sete dias comereis pães asmos.
7.No primeiro dia, tereis santa convocação; nenhuma obra servil fareis;
8.mas sete dias oferecereis oferta queimada ao SENHOR; ao sétimo dia, haverá santa convocação; nenhuma obra servil fareis.
9.Disse mais o SENHOR a Moisés:
10.Fala aos filhos de Israel e dize-lhes: Quando entrardes na terra, que vos dou, e segardes a sua messe, então, trareis um molho das primícias da vossa messe ao sacerdote;
11.este moverá o molho perante o SENHOR, para que sejais aceitos;
12.no dia imediato ao sábado, o sacerdote o moverá. No dia em que moverdes o molho, oferecereis um cordeiro sem defeito, de um ano, em holocausto ao SENHOR.
13.A sua oferta de manjares serão duas dízimas de um efa de flor de farinha, amassada com azeite, para oferta queimada de aroma agradável ao SENHOR, e a sua libação será de vinho, a quarta parte de um him.
14.Não comereis pão, nem trigo torrado, nem espigas verdes, até ao dia em que trouxerdes a oferta ao vosso Deus; é estatuto perpétuo por vossas gerações, em todas as vossas moradas.
15.Contareis para vós outros desde o dia imediato ao sábado, desde o dia em que trouxerdes o molho da oferta movida; sete semanas inteiras serão.
16.Até ao dia imediato ao sétimo sábado, contareis cinqüenta dias; então, trareis nova oferta de manjares ao SENHOR.
17.Das vossas moradas trareis dois pães para serem movidos; de duas dízimas de um efa de farinha serão; levedados se cozerão; são primícias ao SENHOR.
18.Com o pão oferecereis sete cordeiros sem defeito de um ano, e um novilho, e dois carneiros; holocausto serão ao SENHOR, com a sua oferta de manjares e as suas libações, por oferta queimada de aroma agradável ao SENHOR.
19.Também oferecereis um bode, para oferta pelo pecado, e dois cordeiros de um ano, por oferta pacífica.
20.Então, o sacerdote os moverá, com o pão das primícias, por oferta movida perante o SENHOR, com os dois cordeiros; santos serão ao SENHOR, para o uso do sacerdote.
21.No mesmo dia, se proclamará que tereis santa convocação; nenhuma obra servil fareis; é estatuto perpétuo em todas as vossas moradas, pelas vossas gerações.
22.Quando segardes a messe da vossa terra, não rebuscareis os cantos do vosso campo, nem colhereis as espigas caídas da vossa sega; para o pobre e para o estrangeiro as deixareis. Eu sou o SENHOR, vosso Deus.
23.Disse mais o SENHOR a Moisés:
24.Fala aos filhos de Israel, dizendo: No mês sétimo, ao primeiro do mês, tereis descanso solene, memorial, com sonidos de trombetas, santa convocação.
25.Nenhuma obra servil fareis, mas trareis oferta queimada ao SENHOR.
26.Disse mais o SENHOR a Moisés:
27.Mas, aos dez deste mês sétimo, será o Dia da Expiação; tereis santa convocação e afligireis a vossa alma; trareis oferta queimada ao SENHOR.
28.Nesse mesmo dia, nenhuma obra fareis, porque é o Dia da Expiação, para fazer expiação por vós perante o SENHOR, vosso Deus.
29.Porque toda alma que, nesse dia, se não afligir será eliminada do seu povo.
30.Quem, nesse dia, fizer alguma obra, a esse eu destruirei do meio do seu povo.
31.Nenhuma obra fareis; é estatuto perpétuo pelas vossas gerações, em todas as vossas moradas.
32.Sábado de descanso solene vos será; então, afligireis a vossa alma; aos nove do mês, de uma tarde a outra tarde, celebrareis o vosso sábado.
33.Disse mais o SENHOR a Moisés:
34.Fala aos filhos de Israel, dizendo: Aos quinze dias deste mês sétimo, será a Festa dos Tabernáculos ao SENHOR, por sete dias.
35.Ao primeiro dia, haverá santa convocação; nenhuma obra servil fareis.
36.Sete dias oferecereis ofertas queimadas ao SENHOR; ao dia oitavo, tereis santa convocação e oferecereis ofertas queimadas ao SENHOR; é reunião solene, nenhuma obra servil fareis.
37.São estas as festas fixas do SENHOR, que proclamareis para santas convocações, para oferecer ao SENHOR oferta queimada, holocausto e oferta de manjares, sacrifício e libações, cada qual em seu dia próprio,
38.além dos sábados do SENHOR, e das vossas dádivas, e de todos os vossos votos, e de todas as vossas ofertas voluntárias que dareis ao SENHOR.
39.Porém, aos quinze dias do mês sétimo, quando tiverdes recolhido os produtos da terra, celebrareis a festa do SENHOR, por sete dias; ao primeiro dia e também ao oitavo, haverá descanso solene.
40.No primeiro dia, tomareis para vós outros frutos de árvores formosas, ramos de palmeiras, ramos de árvores frondosas e salgueiros de ribeiras; e, por sete dias, vos alegrareis perante o SENHOR, vosso Deus.
41.Celebrareis esta como festa ao SENHOR, por sete dias cada ano; é estatuto perpétuo pelas vossas gerações; no mês sétimo, a celebrareis.
42.Sete dias habitareis em tendas de ramos; todos os naturais de Israel habitarão em tendas,
43.para que saibam as vossas gerações que eu fiz habitar os filhos de Israel em tendas, quando os tirei da terra do Egito. Eu sou o SENHOR, vosso Deus.
44.Assim, declarou Moisés as festas fixas do SENHOR aos filhos de Israel.
O azeite para o candelabro
1.Disse o SENHOR a Moisés:
2.Ordena aos filhos de Israel que te tragam azeite puro de oliveira, batido, para o candelabro, para que haja lâmpada acesa continuamente.
3.Na tenda da congregação fora do véu, que está diante do Testemunho, Arão a conservará em ordem, desde a tarde até pela manhã, de contínuo, perante o SENHOR; estatuto perpétuo será este pelas suas gerações.
4.Sobre o candeeiro de ouro puro conservará em ordem as lâmpadas perante o SENHOR, continuamente.
O pão para a mesa do Senhor
5.Também tomarás da flor de farinha e dela cozerás doze pães, cada um dos quais será de duas dízimas de um efa.
6.E os porás em duas fileiras, seis em cada fileira, sobre a mesa de ouro puro, perante o SENHOR.
7.Sobre cada fileira porás incenso puro, que será, para o pão, como porção memorial; é oferta queimada ao SENHOR.
8.Em cada sábado, Arão os porá em ordem perante o SENHOR, continuamente, da parte dos filhos de Israel, por aliança perpétua.
9.E serão de Arão e de seus filhos, os quais os comerão no lugar santo, porque são coisa santíssima para eles, das ofertas queimadas ao SENHOR, como estatuto perpétuo.
A pena do pecado de blasfêmia
10.Apareceu entre os filhos de Israel o filho de uma israelita, o qual era filho de um egípcio; o filho da israelita e certo homem israelita contenderam no arraial.
11.Então, o filho da mulher israelita blasfemou o nome do SENHOR e o amaldiçoou, pelo que o trouxeram a Moisés. O nome de sua mãe era Selomite, filha de Dibri, da tribo de Dã.
12.E o levaram à prisão, até que se lhes fizesse declaração pela boca do SENHOR.
13.Disse o SENHOR a Moisés:
14.Tira o que blasfemou para fora do arraial; e todos os que o ouviram porão as mãos sobre a cabeça dele, e toda a congregação o apedrejará.
15.Dirás aos filhos de Israel: Qualquer que amaldiçoar o seu Deus levará sobre si o seu pecado.
16.Aquele que blasfemar o nome do SENHOR será morto; toda a congregação o apedrejará; tanto o estrangeiro como o natural, blasfemando o nome do SENHOR, será morto.
17.Quem matar alguém será morto.
18.Mas quem matar um animal o restituirá: igual por igual.
19.Se alguém causar defeito em seu próximo, como ele fez, assim lhe será feito:
20.fratura por fratura, olho por olho, dente por dente; como ele tiver desfigurado a algum homem, assim se lhe fará.
21.Quem matar um animal restituirá outro; quem matar um homem será morto.
22.Uma e a mesma lei havereis, tanto para o estrangeiro como para o natural; pois eu sou o SENHOR, vosso Deus.
23.Então, falou Moisés aos filhos de Israel que levassem o que tinha blasfemado para fora do arraial e o apedrejassem; e os filhos de Israel fizeram como o SENHOR ordenara a Moisés.
O Ano de Descanso
1.Disse o SENHOR a Moisés, no monte Sinai:
2.Fala aos filhos de Israel e dize-lhes: Quando entrardes na terra, que vos dou, então, a terra guardará um sábado ao SENHOR.
3.Seis anos semearás o teu campo, e seis anos podarás a tua vinha, e colherás os seus frutos.
4.Porém, no sétimo ano, haverá sábado de descanso solene para a terra, um sábado ao SENHOR; não semearás o teu campo, nem podarás a tua vinha.
5.O que nascer de si mesmo na tua seara não segarás e as uvas da tua vinha não podada não colherás; ano de descanso solene será para a terra.
6.Mas os frutos da terra em descanso vos serão por alimento, a ti, e ao teu servo, e à tua serva, e ao teu jornaleiro, e ao estrangeiro que peregrina contigo;
7.e ao teu gado, e aos animais que estão na tua terra, todo o seu produto será por mantimento.
O Ano do Jubileu
8.Contarás sete semanas de anos, sete vezes sete anos, de maneira que os dias das sete semanas de anos te serão quarenta e nove anos.
9.Então, no mês sétimo, aos dez do mês, farás passar a trombeta vibrante; no Dia da Expiação, fareis passar a trombeta por toda a vossa terra.
10.Santificareis o ano qüinquagésimo e proclamareis liberdade na terra a todos os seus moradores; ano de jubileu vos será, e tornareis, cada um à sua possessão, e cada um à sua família.
11.O ano qüinquagésimo vos será jubileu; não semeareis, nem segareis o que nele nascer de si mesmo, nem nele colhereis as uvas das vinhas não podadas.
12.Porque é jubileu, santo será para vós outros; o produto do campo comereis.
13.Neste Ano do Jubileu, tornareis cada um à sua possessão.
14.Quando venderes alguma coisa ao teu próximo ou a comprares da mão do teu próximo, não oprimas teu irmão.
15.Segundo o número dos anos desde o Jubileu, comprarás de teu próximo; e, segundo o número dos anos das messes, ele venderá a ti.
16.Sendo muitos os anos, aumentarás o preço e, sendo poucos, abaixarás o preço; porque ele te vende o número das messes.
17.Não oprimais ao vosso próximo; cada um, porém, tema a seu Deus; porque eu sou o SENHOR, vosso Deus.
18.Observai os meus estatutos, guardai os meus juízos e cumpri-os; assim, habitareis seguros na terra.
19.A terra dará o seu fruto, e comereis a fartar e nela habitareis seguros.
20.Se disserdes: Que comeremos no ano sétimo, visto que não havemos de semear, nem colher a nossa messe?
21.Então, eu vos darei a minha bênção no sexto ano, para que dê fruto por três anos.
22.No oitavo ano, semeareis e comereis da colheita anterior até ao ano nono; até que venha a sua messe, comereis da antiga.
23.Também a terra não se venderá em perpetuidade, porque a terra é minha; pois vós sois para mim estrangeiros e peregrinos.
24.Portanto, em toda a terra da vossa possessão dareis resgate à terra.
25.Se teu irmão empobrecer e vender alguma parte das suas possessões, então, virá o seu resgatador, seu parente, e resgatará o que seu irmão vendeu.
26.Se alguém não tiver resgatador, porém vier a tornar-se próspero e achar o bastante com que a remir,
27.então, contará os anos desde a sua venda, e o que ficar restituirá ao homem a quem vendeu, e tornará à sua possessão.
28.Mas, se as suas posses não lhe permitirem reavê-la, então, a que for vendida ficará na mão do comprador até ao Ano do Jubileu; porém, no Ano do Jubileu, sairá do poder deste, e aquele tornará à sua possessão.
29.Quando alguém vender uma casa de moradia em cidade murada, poderá resgatá-la dentro de um ano a contar de sua venda; durante um ano, será lícito o seu resgate.
30.Se, passando-se-lhe um ano, não for resgatada, então, a casa que estiver na cidade que tem muro ficará em perpetuidade ao que a comprou, pelas suas gerações; não sairá do poder dele no Jubileu.
31.Mas as casas das aldeias que não têm muro em roda serão estimadas como os campos da terra; para elas haverá resgate, e sairão do poder do comprador no Jubileu.
32.Mas, com respeito às cidades dos levitas, às casas das cidades da sua possessão, terão direito perpétuo de resgate os levitas.
33.Se o levita não resgatar a casa que vendeu, então, a casa comprada na cidade da sua possessão sairá do poder do comprador, no Jubileu; porque as casas das cidades dos levitas são a sua possessão no meio dos filhos de Israel.
34.Mas o campo no arrabalde das suas cidades não se venderá, porque lhes é possessão perpétua.
Leis a favor dos pobres
35.Se teu irmão empobrecer, e as suas forças decaírem, então, sustentá-lo-ás. Como estrangeiro e peregrino ele viverá contigo.
36.Não receberás dele juros nem ganho; teme, porém, ao teu Deus, para que teu irmão viva contigo.
37.Não lhe darás teu dinheiro com juros, nem lhe darás o teu mantimento por causa de lucro.
38.Eu sou o SENHOR, vosso Deus, que vos tirei da terra do Egito, para vos dar a terra de Canaã e para ser o vosso Deus.
Leis a favor dos escravos
39.Também se teu irmão empobrecer, estando ele contigo, e vender-se a ti, não o farás servir como escravo.
40.Como jornaleiro e peregrino estará contigo; até ao Ano do Jubileu te servirá;
41.então, sairá de tua casa, ele e seus filhos com ele, e tornará à sua família e à possessão de seus pais.
42.Porque são meus servos, que tirei da terra do Egito; não serão vendidos como escravos.
43.Não te assenhorearás dele com tirania; teme, porém, ao teu Deus.
44.Quanto aos escravos ou escravas que tiverdes, virão das nações ao vosso derredor; delas comprareis escravos e escravas.
45.Também os comprareis dos filhos dos forasteiros que peregrinam entre vós, deles e das suas famílias que estiverem convosco, que nasceram na vossa terra; e vos serão por possessão.
46.Deixá-los-eis por herança para vossos filhos depois de vós, para os haverem como possessão; perpetuamente os fareis servir, mas sobre vossos irmãos, os filhos de Israel, não vos assenhoreareis com tirania, um sobre os outros.
47.Quando o estrangeiro ou peregrino que está contigo se tornar rico, e teu irmão junto dele empobrecer e vender-se ao estrangeiro, ou peregrino que está contigo, ou a alguém da família do estrangeiro,
48.depois de haver-se vendido, haverá ainda resgate para ele; um de seus irmãos poderá resgatá-lo:
49.seu tio ou primo o resgatará; ou um dos seus, parente da sua família, o resgatará; ou, se lograr meios, se resgatará a si mesmo.
50.Com aquele que o comprou acertará contas desde o ano em que se vendeu a ele até ao Ano do Jubileu; o preço da sua venda será segundo o número dos anos, conforme se paga a um jornaleiro.
51.Se ainda faltarem muitos anos, devolverá proporcionalmente a eles, do dinheiro pelo qual foi comprado, o preço do seu resgate.
52.Se restarem poucos anos até ao Ano do Jubileu, então, fará contas com ele e pagará, em proporção aos anos restantes, o preço do seu resgate.
53.Como jornaleiro, de ano em ano, estará com ele; não se assenhoreará dele com tirania à tua vista.
54.Se desta sorte se não resgatar, sairá no Ano do Jubileu, ele e seus filhos com ele.
55.Porque os filhos de Israel me são servos; meus servos são eles, os quais tirei da terra do Egito. Eu sou o SENHOR, vosso Deus.
Admoestação contra a idolatria
1.Não fareis para vós outros ídolos, nem vos levantareis imagem de escultura nem coluna, nem poreis pedra com figuras na vossa terra, para vos inclinardes a ela; porque eu sou o SENHOR, vosso Deus.
2.Guardareis os meus sábados e reverenciareis o meu santuário. Eu sou o SENHOR.
Bênçãos decorrentes da obediência
3.Se andardes nos meus estatutos, guardardes os meus mandamentos e os cumprirdes,
4.então, eu vos darei as vossas chuvas a seu tempo; e a terra dará a sua messe, e a árvore do campo, o seu fruto.
5.A debulha se estenderá até à vindima, e a vindima, até à sementeira; comereis o vosso pão a fartar e habitareis seguros na vossa terra.
6.Estabelecerei paz na terra; deitar-vos-eis, e não haverá quem vos espante; farei cessar os animais nocivos da terra, e pela vossa terra não passará espada.
7.Perseguireis os vossos inimigos, e cairão à espada diante de vós.
8.Cinco de vós perseguirão a cem, e cem dentre vós perseguirão a dez mil; e os vossos inimigos cairão à espada diante de vós.
9.Para vós outros olharei, e vos farei fecundos, e vos multiplicarei, e confirmarei a minha aliança convosco.
10.Comereis o velho da colheita anterior e, para dar lugar ao novo, tirareis fora o velho.
11.Porei o meu tabernáculo no meio de vós, e a minha alma não vos aborrecerá.
12.Andarei entre vós e serei o vosso Deus, e vós sereis o meu povo.
13.Eu sou o SENHOR, vosso Deus, que vos tirei da terra do Egito, para que não fôsseis seus escravos; quebrei os timões do vosso jugo e vos fiz andar eretos.
Os castigos da desobediência
14.Mas, se me não ouvirdes e não cumprirdes todos estes mandamentos;
15.se rejeitardes os meus estatutos, e a vossa alma se aborrecer dos meus juízos, a ponto de não cumprir todos os meus mandamentos, e violardes a minha aliança,
16.então, eu vos farei isto: porei sobre vós terror, a tísica e a febre ardente, que fazem desaparecer o lustre dos olhos e definhar a vida; e semeareis debalde a vossa semente, porque os vossos inimigos a comerão.
17.Voltar-me-ei contra vós outros, e sereis feridos diante de vossos inimigos; os que vos aborrecerem assenhorear-se-ão de vós e fugireis, sem ninguém vos perseguir.
18.Se ainda assim com isto não me ouvirdes, tornarei a castigar-vos sete vezes mais por causa dos vossos pecados.
19.Quebrantarei a soberba da vossa força e vos farei que os céus sejam como ferro e a vossa terra, como bronze.
20.Debalde se gastará a vossa força; a vossa terra não dará a sua messe, e as árvores da terra não darão o seu fruto.
21.E, se andardes contrariamente para comigo e não me quiserdes ouvir, trarei sobre vós pragas sete vezes mais, segundo os vossos pecados.
22.Porque enviarei para o meio de vós as feras do campo, as quais vos desfilharão, e acabarão com o vosso gado, e vos reduzirão a poucos; e os vossos caminhos se tornarão desertos.
23.Se ainda com isto não vos corrigirdes para volverdes a mim, porém andardes contrariamente comigo,
24.eu também serei contrário a vós outros e eu mesmo vos ferirei sete vezes mais por causa dos vossos pecados.
25.Trarei sobre vós a espada vingadora da minha aliança; e, então, quando vos ajuntardes nas vossas cidades, enviarei a peste para o meio de vós, e sereis entregues na mão do inimigo.
26.Quando eu vos tirar o sustento do pão, dez mulheres cozerão o vosso pão num só forno e vo-lo entregarão por peso; comereis, porém não vos fartareis.
27.Se ainda com isto me não ouvirdes e andardes contrariamente comigo,
28.eu também, com furor, serei contrário a vós outros e vos castigarei sete vezes mais por causa dos vossos pecados.
29.Comereis a carne de vossos filhos e de vossas filhas.
30.Destruirei os vossos altos, e desfarei as vossas imagens do sol, e lançarei o vosso cadáver sobre o cadáver dos vossos deuses; a minha alma se aborrecerá de vós.
31.Reduzirei as vossas cidades a deserto, e assolarei os vossos santuários, e não aspirarei o vosso aroma agradável.
32.Assolarei a terra, e se espantarão disso os vossos inimigos que nela morarem.
33.Espalhar-vos-ei por entre as nações e desembainharei a espada atrás de vós; a vossa terra será assolada, e as vossas cidades serão desertas.
34.Então, a terra folgará nos seus sábados, todos os dias da sua assolação, e vós estareis na terra dos vossos inimigos; nesse tempo, a terra descansará e folgará nos seus sábados.
35.Todos os dias da assolação descansará, porque não descansou nos vossos sábados, quando habitáveis nela.
36.Quanto aos que de vós ficarem, eu lhes meterei no coração tal ansiedade, nas terras dos seus inimigos, que o ruído de uma folha movida os perseguirá; fugirão como quem foge da espada; e cairão sem ninguém os perseguir.
37.Cairão uns sobre os outros como diante da espada, sem ninguém os perseguir; não podereis levantar-vos diante dos vossos inimigos.
38.Perecereis entre as nações, e a terra dos vossos inimigos vos consumirá.
39.Aqueles que dentre vós ficarem serão consumidos pela sua iniqüidade nas terras dos vossos inimigos e pela iniqüidade de seus pais com eles serão consumidos.
40.Mas, se confessarem a sua iniqüidade e a iniqüidade de seus pais, na infidelidade que cometeram contra mim, como também confessarem que andaram contrariamente para comigo,
41.pelo que também fui contrário a eles e os fiz entrar na terra dos seus inimigos; se o seu coração incircunciso se humilhar, e tomarem eles por bem o castigo da sua iniqüidade,
42.então, me lembrarei da minha aliança com Jacó, e também da minha aliança com Isaque, e também da minha aliança com Abraão, e da terra me lembrarei.
43.Mas a terra na sua assolação, deixada por eles, folgará nos seus sábados; e tomarão eles por bem o castigo da sua iniqüidade, visto que rejeitaram os meus juízos e a sua alma se aborreceu dos meus estatutos.
44.Mesmo assim, estando eles na terra dos seus inimigos, não os rejeitarei, nem me aborrecerei deles, para consumi-los e invalidar a minha aliança com eles, porque eu sou o SENHOR, seu Deus.
45.Antes, por amor deles, me lembrarei da aliança com os seus antepassados, que tirei da terra do Egito à vista das nações, para lhes ser por Deus. Eu sou o SENHOR.
46.São estes os estatutos, juízos e leis que deu o SENHOR entre si e os filhos de Israel, no monte Sinai, pela mão de Moisés.
Votos particulares e a avaliação deles
1.Disse mais o SENHOR a Moisés:
2.Fala aos filhos de Israel e dize-lhes: Quando alguém fizer voto com respeito a pessoas, estas serão do SENHOR, segundo a tua avaliação.
3.Se o objeto da tua avaliação for homem, da idade de vinte anos até à de sessenta, será a tua avaliação de cinqüenta siclos de prata, segundo o siclo do santuário.
4.Porém, se for mulher, a tua avaliação será de trinta siclos.
5.Se a idade for de cinco anos até vinte, a tua avaliação do homem será de vinte siclos, e a da mulher, de dez siclos.
6.Se a idade for de um mês até cinco anos, a tua avaliação do homem será de cinco siclos de prata, e a tua avaliação pela mulher será de três siclos de prata.
7.De sessenta anos para cima, se for homem, a tua avaliação será de quinze siclos; se mulher, dez siclos.
8.Mas, se for mais pobre do que a tua avaliação, então, apresentar-se-á diante do sacerdote, para que este o avalie; segundo o que permitem as posses do que fez o voto, o avaliará o sacerdote.
9.Se for animal dos que se oferecem ao SENHOR, tudo quanto dele se der ao SENHOR será santo.
10.Não o mudará, nem o trocará bom por mau ou mau por bom; porém, se dalgum modo se trocar animal por animal, um e outro serão santos.
11.Se for animal imundo dos que se não oferecem ao SENHOR, então, apresentará o animal diante do sacerdote.
12.O sacerdote o avaliará, seja bom ou mau; segundo a avaliação do sacerdote, assim será.
13.Porém, se dalgum modo o resgatar, então, acrescentará a quinta parte à tua avaliação.
14.Quando alguém dedicar a sua casa para ser santa ao SENHOR, o sacerdote a avaliará, seja boa ou seja má; como o sacerdote a avaliar, assim será.
15.Mas, se aquele que a dedicou quiser resgatar a casa, então, acrescentará a quinta parte do dinheiro à tua avaliação, e será sua.
Voto de um campo e o resgate dele
16.Se alguém dedicar ao SENHOR parte do campo da sua herança, então, a tua avaliação será segundo a semente necessária para o semear: um gômer pleno de cevada será avaliado por cinqüenta siclos de prata.
17.Se dedicar o seu campo desde o Ano do Jubileu, segundo a tua plena avaliação, ficará.
18.Mas, se dedicar o seu campo depois do Ano do Jubileu, então, o sacerdote lhe contará o dinheiro segundo os anos restantes até ao Ano do Jubileu, e isto se abaterá da tua avaliação.
19.Se aquele que dedicou o campo dalgum modo o quiser resgatar, então, acrescentará a quinta parte do dinheiro à tua avaliação, e ficará seu.
20.Se não quiser resgatar o campo ou se o vender a outro homem, nunca mais se resgatará.
21.Porém, havendo o campo saído livre no Ano do Jubileu, será santo ao SENHOR, como campo consagrado; a posse dele será do sacerdote.
22.Se alguém dedicar ao SENHOR o campo que comprou, e não for parte da sua herança,
23.então, o sacerdote lhe contará o preço da avaliação até ao Ano do Jubileu; e, no mesmo dia, dará o importe da avaliação como coisa santa ao SENHOR.
24.No Ano do Jubileu, o campo tornará àquele que o vendeu, àquele de quem era a posse do campo por herança.
25.Toda a tua avaliação se fará segundo o siclo do santuário; o siclo será de vinte geras.
26.Mas o primogênito de um animal, por já pertencer ao SENHOR, ninguém o dedicará; seja boi ou gado miúdo, é do SENHOR.
27.Mas, se for de um animal imundo, resgatar-se-á, segundo a tua avaliação, e sobre ele acrescentará a quinta parte; se não for resgatado, vender-se-á, segundo a tua avaliação.
Não há resgate para certas coisas consagradas
28.No entanto, nada do que alguém dedicar irremissivelmente ao SENHOR, de tudo o que tem, seja homem, ou animal, ou campo da sua herança, se poderá vender, nem resgatar; toda coisa assim consagrada será santíssima ao SENHOR.
29.Ninguém que dentre os homens for dedicado irremissivelmente ao SENHOR se poderá resgatar; será morto.
Sobre as dízimas
30.Também todas as dízimas da terra, tanto dos cereais do campo como dos frutos das árvores, são do SENHOR; santas são ao SENHOR.
31.Se alguém, das suas dízimas, quiser resgatar alguma coisa, acrescentará a sua quinta parte sobre ela.
32.No tocante às dízimas do gado e do rebanho, de tudo o que passar debaixo do bordão do pastor, o dízimo será santo ao SENHOR.
33.Não se investigará se é bom ou mau, nem o trocará; mas, se dalgum modo o trocar, um e outro serão santos; não serão resgatados.
34.São estes os mandamentos que o SENHOR ordenou a Moisés, para os filhos de Israel, no monte Sinai.
Deus manda Moisés levantar o censo de Israel
1.No segundo ano após a saída dos filhos de Israel do Egito, no primeiro dia do segundo mês, falou o SENHOR a Moisés, no deserto do Sinai, na tenda da congregação, dizendo:
2.Levantai o censo de toda a congregação dos filhos de Israel, segundo as suas famílias, segundo a casa de seus pais, contando todos os homens, nominalmente, cabeça por cabeça.
3.Da idade de vinte anos para cima, todos os capazes de sair à guerra em Israel, a esses contareis segundo os seus exércitos, tu e Arão.
4.De cada tribo vos assistirá um homem que seja cabeça da casa de seus pais.
5.Estes, pois, são os nomes dos homens que vos assistirão: de Rúben, Elizur, filho de Sedeur;
6.de Simeão, Selumiel, filho de Zurisadai;
7.de Judá, Naassom, filho de Aminadabe;
8.de Issacar, Natanael, filho de Zuar;
9.de Zebulom, Eliabe, filho de Helom;
10.dos filhos de José: de Efraim, Elisama, filho de Amiúde; de Manassés, Gamaliel, filho de Pedazur;
11.de Benjamim, Abidã, filho de Gideoni;
12.de Dã, Aiezer, filho de Amisadai;
13.de Aser, Pagiel, filho de Ocrã;
14.de Gade, Eliasafe, filho de Deuel;
15.de Naftali, Aira, filho de Enã.
16.Estes foram os chamados da congregação, os príncipes das tribos de seus pais, os cabeças dos milhares de Israel.
17.Então, Moisés e Arão tomaram estes homens, que foram designados pelos seus nomes.
18.E, tendo ajuntado toda a congregação no primeiro dia do mês segundo, declararam a descendência deles, segundo as suas famílias, segundo a casa de seus pais, contados nominalmente, de vinte anos para cima, cabeça por cabeça.
19.Como o SENHOR ordenara a Moisés, assim os contou no deserto do Sinai.
20.Dos filhos de Rúben, o primogênito de Israel, as suas gerações, pelas suas famílias, segundo a casa de seus pais, contados nominalmente, cabeça por cabeça, todos os homens de vinte anos para cima, todos os capazes de sair à guerra,
21.foram contados deles, da tribo de Rúben, quarenta e seis mil e quinhentos.
22.Dos filhos de Simeão, as suas gerações, pelas suas famílias, segundo a casa de seus pais, contados nominalmente, cabeça por cabeça, todos os homens de vinte anos para cima, todos os capazes de sair à guerra,
23.foram contados deles, da tribo de Simeão, cinqüenta e nove mil e trezentos.
24.Dos filhos de Gade, as suas gerações, pelas suas famílias, segundo a casa de seus pais, contados nominalmente, de vinte anos para cima, todos os capazes de sair à guerra,
25.foram contados deles, da tribo de Gade, quarenta e cinco mil seiscentos e cinqüenta.
26.Dos filhos de Judá, as suas gerações, pelas suas famílias, segundo a casa de seus pais, contados nominalmente, de vinte anos para cima, todos os capazes de sair à guerra,
27.foram contados deles, da tribo de Judá, setenta e quatro mil e seiscentos.
28.Dos filhos de Issacar, as suas gerações, pelas suas famílias, segundo a casa de seus pais, contados nominalmente, de vinte anos para cima, todos os capazes de sair à guerra,
29.foram contados deles, da tribo de Issacar, cinqüenta e quatro mil e quatrocentos.
30.Dos filhos de Zebulom, as suas gerações, pelas suas famílias, segundo a casa de seus pais, contados nominalmente, de vinte anos para cima, todos os capazes de sair à guerra,
31.foram contados deles, da tribo de Zebulom, cinqüenta e sete mil e quatrocentos.
32.Dos filhos de José, dos filhos de Efraim, as suas gerações, pelas suas famílias, segundo a casa de seus pais, contados nominalmente, de vinte anos para cima, todos os capazes de sair à guerra,
33.foram contados deles, da tribo de Efraim, quarenta mil e quinhentos.
34.Dos filhos de Manassés, as suas gerações, pelas suas famílias, segundo a casa de seus pais, contados nominalmente, de vinte anos para cima, todos os capazes de sair à guerra,
35.foram contados deles, da tribo de Manassés, trinta e dois mil e duzentos.
36.Dos filhos de Benjamim, as suas gerações, pelas suas famílias, segundo a casa de seus pais, contados nominalmente, de vinte anos para cima, todos os capazes de sair à guerra,
37.foram contados deles, da tribo de Benjamim, trinta e cinco mil e quatrocentos.
38.Dos filhos de Dã, as suas gerações, pelas suas famílias, segundo a casa de seus pais, contados nominalmente, de vinte anos para cima, todos os capazes de sair à guerra,
39.foram contados deles, da tribo de Dã, sessenta e dois mil e setecentos.
40.Dos filhos de Aser, as suas gerações, pelas suas famílias, segundo a casa de seus pais, contados nominalmente, de vinte anos para cima, todos os capazes de sair à guerra,
41.foram contados deles, da tribo de Aser, quarenta e um mil e quinhentos.
42.Dos filhos de Naftali, as suas gerações, pelas suas famílias, segundo a casa de seus pais, contados nominalmente, de vinte anos para cima, todos os capazes de sair à guerra,
43.foram contados deles, da tribo de Naftali, cinqüenta e três mil e quatrocentos.
44.Foram estes os contados, contados por Moisés e Arão; e os príncipes de Israel eram doze homens; cada um era pela casa de seus pais.
45.Assim, pois, todos os contados dos filhos de Israel, segundo a casa de seus pais, de vinte anos para cima, todos os capazes de sair à guerra,
46.todos os contados foram seiscentos e três mil quinhentos e cinqüenta.
Os levitas não são contados
47.Mas os levitas, segundo a tribo de seus pais, não foram contados entre eles,
48.porquanto o SENHOR falara a Moisés, dizendo:
49.Somente não contarás a tribo de Levi, nem levantarás o censo deles entre os filhos de Israel;
50.mas incumbe tu os levitas de cuidarem do tabernáculo do Testemunho, e de todos os seus utensílios, e de tudo o que lhe pertence; eles levarão o tabernáculo e todos os seus utensílios; eles ministrarão no tabernáculo e acampar-se-ão ao redor dele.
51.Quando o tabernáculo partir, os levitas o desarmarão; e, quando assentar no arraial, os levitas o armarão; o estranho que se aproximar morrerá.
52.Os filhos de Israel se acamparão, cada um no seu arraial e cada um junto ao seu estandarte, segundo as suas turmas.
53.Mas os levitas se acamparão ao redor do tabernáculo do Testemunho, para que não haja ira sobre a congregação dos filhos de Israel; pelo que os levitas tomarão a si o cuidar do tabernáculo do Testemunho.
54.Assim fizeram os filhos de Israel; segundo tudo o que o SENHOR ordenara a Moisés, assim o fizeram.
A ordem das tribos no acampamento
1.Disse o SENHOR a Moisés e a Arão:
2.Os filhos de Israel se acamparão junto ao seu estandarte, segundo as insígnias da casa de seus pais; ao redor, de frente para a tenda da congregação, se acamparão.
3.Os que se acamparem ao lado oriental ( para o nascente ) serão os do estandarte do arraial de Judá, segundo as suas turmas; e Naassom, filho de Aminadabe, será príncipe dos filhos de Judá.
4.E o seu exército, segundo o censo, foram setenta e quatro mil e seiscentos.
5.E junto a ele se acampará a tribo de Issacar; e Natanael, filho de Zuar, será príncipe dos filhos de Issacar.
6.E o seu exército, segundo o censo, foram cinqüenta e quatro mil e quatrocentos.
7.Depois, a tribo de Zebulom; e Eliabe, filho de Helom, será príncipe dos filhos de Zebulom.
8.E o seu exército, segundo o censo, foram cinqüenta e sete mil e quatrocentos.
9.Todos os que foram contados do arraial de Judá foram cento e oitenta e seis mil e quatrocentos, segundo as suas turmas; e estes marcharão primeiro.
10.O estandarte do arraial de Rúben, segundo as suas turmas, estará para o lado sul; e Elizur, filho de Sedeur, será príncipe dos filhos de Rúben.
11.E o seu exército, segundo o censo, foram quarenta e seis mil e quinhentos.
12.E junto a ele se acampará a tribo de Simeão; e Selumiel, filho de Zurisadai, será príncipe dos filhos de Simeão.
13.E o seu exército, segundo o censo, foram cinqüenta e nove mil e trezentos.
14.Depois, a tribo de Gade; e Eliasafe, filho de Deuel, será príncipe dos filhos de Gade.
15.E o seu exército, segundo o censo, foram quarenta e cinco mil seiscentos e cinqüenta.
16.Todos os que foram contados no arraial de Rúben foram cento e cinqüenta e um mil quatrocentos e cinqüenta, segundo as suas turmas; e estes marcharão em segundo lugar.
17.Então, partirá a tenda da congregação com o arraial dos levitas no meio dos arraiais; como se acamparem, assim marcharão, cada um no seu lugar, segundo os seus estandartes.
18.O estandarte do arraial de Efraim, segundo as suas turmas, estará para o lado ocidental; e Elisama, filho de Amiúde, será príncipe dos filhos de Efraim.
19.E o seu exército, segundo o censo, foram quarenta mil e quinhentos.
20.E junto a ele, a tribo de Manassés; e Gamaliel, filho de Pedazur, será príncipe dos filhos de Manassés.
21.E o seu exército, segundo o censo, foram trinta e dois mil e duzentos.
22.Depois, a tribo de Benjamim; e Abidã, filho de Gideoni, será príncipe dos filhos de Benjamim.
23.O seu exército, segundo o censo, foram trinta e cinco mil e quatrocentos.
24.Todos os que foram contados no arraial de Efraim foram cento e oito mil e cem, segundo as suas turmas; e estes marcharão em terceiro lugar.
25.O estandarte do arraial de Dã estará para o norte, segundo as suas turmas; e Aiezer, filho de Amisadai, será príncipe dos filhos de Dã.
26.E o seu exército, segundo o censo, foram sessenta e dois mil e setecentos.
27.E junto a ele se acampará a tribo de Aser; e Pagiel, filho de Ocrã, será príncipe dos filhos de Aser.
28.E o seu exército, segundo o censo, foram quarenta e um mil e quinhentos.
29.Depois, a tribo de Naftali; e Aira, filho de Enã, será príncipe dos filhos de Naftali.
30.E o seu exército, segundo o censo, foram cinqüenta e três mil e quatrocentos.
31.Todos os que foram contados no arraial de Dã foram cento e cinqüenta e sete mil e seiscentos; e estes marcharão no último lugar, segundo os seus estandartes.
32.São estes os que foram contados dos filhos de Israel, segundo a casa de seus pais; todos os que foram contados dos arraiais pelas suas turmas foram seiscentos e três mil quinhentos e cinqüenta.
33.Mas os levitas não foram contados entre os filhos de Israel, como o SENHOR ordenara a Moisés.
34.Assim fizeram os filhos de Israel; conforme tudo o que o SENHOR ordenara a Moisés, se acamparam segundo os seus estandartes e assim marcharam, cada qual segundo as suas famílias, segundo a casa de seus pais.
Número e ofício dos levitas
1.São estas, pois, as gerações de Arão e de Moisés, no dia em que o SENHOR falou com Moisés no monte Sinai.
2.E são estes os nomes dos filhos de Arão: o primogênito, Nadabe; depois, Abiú, Eleazar e Itamar.
3.Estes são os nomes dos filhos de Arão, os sacerdotes ungidos, consagrados para oficiar como sacerdotes.
4.Mas Nadabe e Abiú morreram perante o SENHOR, quando ofereciam fogo estranho perante o SENHOR, no deserto do Sinai, e não tiveram filhos; porém Eleazar e Itamar oficiaram como sacerdotes diante de Arão, seu pai.
5.Disse o SENHOR a Moisés:
6.Faze chegar a tribo de Levi e põe-na diante de Arão, o sacerdote, para que o sirvam
7.e cumpram seus deveres para com ele e para com todo o povo, diante da tenda da congregação, para ministrarem no tabernáculo.
8.Terão cuidado de todos os utensílios da tenda da congregação e cumprirão o seu dever para com os filhos de Israel, no ministrar no tabernáculo.
9.Darás, pois, os levitas a Arão e a seus filhos; dentre os filhos de Israel lhe são dados.
10.Mas a Arão e a seus filhos ordenarás que se dediquem só ao seu sacerdócio, e o estranho que se aproximar morrerá.
11.Disse o SENHOR a Moisés:
12.Eis que tenho eu tomado os levitas do meio dos filhos de Israel, em lugar de todo primogênito que abre a madre, entre os filhos de Israel; e os levitas serão meus.
13.Porque todo primogênito é meu; desde o dia em que feri a todo primogênito na terra do Egito, consagrei para mim todo primogênito em Israel, desde o homem até ao animal; serão meus. Eu sou o SENHOR.
14.Falou o SENHOR a Moisés no deserto do Sinai, dizendo:
15.Conta os filhos de Levi, segundo a casa de seus pais, pelas suas famílias; contarás todo homem da idade de um mês para cima.
16.E Moisés os contou segundo o mandado do SENHOR, como lhe fora ordenado.
17.São estes os filhos de Levi pelos seus nomes: Gérson, Coate e Merari.
18.E estes são os nomes dos filhos de Gérson pelas suas famílias: Libni e Simei.
19.E os filhos de Coate pelas suas famílias: Anrão, Izar, Hebrom e Uziel.
20.E os filhos de Merari pelas suas famílias: Mali e Musi; são estas as famílias dos levitas, segundo a casa de seus pais.
21.De Gérson é a família dos libnitas e a dos simeítas; são estas as famílias dos gersonitas.
22.Todos os homens que deles foram contados, cada um nominalmente, de um mês para cima, foram sete mil e quinhentos.
23.As famílias dos gersonitas se acamparão atrás do tabernáculo, ao ocidente.
24.O príncipe da casa paterna dos gersonitas será Eliasafe, filho de Lael.
25.Os filhos de Gérson terão a seu cargo, na tenda da congregação, o tabernáculo, a tenda e sua coberta, o reposteiro para a porta da tenda da congregação,
26.as cortinas do pátio, o reposteiro da porta do pátio, que rodeia o tabernáculo e o altar, as suas cordas e todo o serviço a eles devido.
27.De Coate é a família dos anramitas, e a dos izaritas, e a dos hebronitas, e a dos uzielitas; são estas as famílias dos coatitas.
28.Contados todos os homens, da idade de um mês para cima, foram oito mil e seiscentos, que tinham a seu cargo o santuário.
29.As famílias dos filhos de Coate se acamparão ao lado do tabernáculo, do lado sul.
30.O príncipe da casa paterna das famílias dos coatitas será Elisafã, filho de Uziel.
31.Terão eles a seu cargo a arca, a mesa, o candelabro, os altares, os utensílios do santuário com que ministram, o reposteiro e todo o serviço a eles devido.
32.O príncipe dos príncipes de Levi será Eleazar, filho de Arão, o sacerdote; terá a superintendência dos que têm a seu cargo o santuário.
33.De Merari é a família dos malitas e a dos musitas; são estas as famílias de Merari.
34.Todos os homens que deles foram contados, de um mês para cima, foram seis mil e duzentos.
35.O príncipe da casa paterna das famílias de Merari será Zuriel, filho de Abiail; acampar-se-ão ao lado do tabernáculo, do lado norte.
36.Os filhos de Merari, por designação, terão a seu cargo as tábuas do tabernáculo, as suas travessas, as suas colunas, as suas bases, todos os seus utensílios e todo o serviço a eles devido;
37.também as colunas do pátio em redor, as suas bases, as suas estacas e as suas cordas.
38.Os que se acamparão diante do tabernáculo, ao oriente, diante da tenda da congregação, para o lado do nascente, serão Moisés e Arão, com seus filhos, tendo a seu cargo os ritos do santuário, para cumprirem seus deveres prescritos, em prol dos filhos de Israel; o estranho que se aproximar morrerá.
39.Todos os que foram contados dos levitas, contados por Moisés e Arão, por mandado do SENHOR, segundo as suas famílias, todo homem de um mês para cima, foram vinte e dois mil.
O resgate dos primogênitos
40.Disse o SENHOR a Moisés: Conta todo primogênito varão dos filhos de Israel, cada um nominalmente, de um mês para cima,
41.e para mim tomarás os levitas ( eu sou o SENHOR ) em lugar de todo primogênito dos filhos de Israel e os animais dos levitas em lugar de todo primogênito entre os animais dos filhos de Israel.
42.Contou Moisés, como o SENHOR lhe ordenara, todo primogênito entre os filhos de Israel.
43.Todos os primogênitos varões, contados nominalmente, de um mês para cima, segundo o censo, foram vinte e dois mil duzentos e setenta e três.
44.Disse o SENHOR a Moisés:
45.Toma os levitas em lugar de todo primogênito entre os filhos de Israel e os animais dos levitas em lugar dos animais dos filhos de Israel, porquanto os levitas serão meus. Eu sou o SENHOR.
46.Pelo resgate dos duzentos e setenta e três dos primogênitos dos filhos de Israel, que excedem o número dos levitas,
47.tomarás por cabeça cinco siclos; segundo o siclo do santuário, os tomarás, a vinte geras o siclo.
48.E darás a Arão e a seus filhos o dinheiro com o qual são resgatados os que são demais entre eles.
49.Então, Moisés tomou o dinheiro do resgate dos que excederam os que foram resgatados pelos levitas.
50.Dos primogênitos dos filhos de Israel tomou o dinheiro, mil trezentos e sessenta e cinco siclos, segundo o siclo do santuário.
51.E deu Moisés o dinheiro dos resgatados a Arão e a seus filhos, segundo o mandado do SENHOR, como o SENHOR ordenara a Moisés.
Deveres dos coatitas
1.Disse o SENHOR a Moisés e a Arão:
2.Levanta o censo dos filhos de Coate, do meio dos filhos de Levi, pelas suas famílias, segundo a casa de seus pais;
3.da idade de trinta anos para cima até aos cinqüenta será todo aquele que entrar neste serviço, para exercer algum encargo na tenda da congregação.
4.É este o serviço dos filhos de Coate na tenda da congregação, nas coisas santíssimas.
5.Quando partir o arraial, Arão e seus filhos virão, e tirarão o véu de cobrir, e, com ele, cobrirão a arca do Testemunho;
6.e, por cima, lhe porão uma coberta de peles finas, e sobre ela estenderão um pano, todo azul, e lhe meterão os varais.
7.Também sobre a mesa da proposição estenderão um pano azul; e, sobre ela, porão os pratos, os recipientes do incenso, as taças e as galhetas; também o pão contínuo estará sobre ela.
8.Depois, estenderão, em cima deles, um pano de carmesim, e, com a coberta de peles finas, o cobrirão, e lhe porão os varais.
9.Tomarão um pano azul e cobrirão o candelabro da luminária, as suas lâmpadas, os seus espevitadores, os seus apagadores e todos os seus vasos de azeite com que o servem.
10.E envolverão a ele e todos os seus utensílios na coberta de peles finas e o porão sobre os varais.
11.Sobre o altar de ouro estenderão um pano azul, e, com a coberta de peles finas, o cobrirão, e lhe porão os varais;
12.tomarão todos os utensílios do serviço com os quais servem no santuário; e os envolverão num pano azul, e os cobrirão com uma coberta de peles finas, e os porão sobre os varais.
13.Do altar tirarão as cinzas e, por cima dele, estenderão um pano de púrpura.
14.Sobre ele porão todos os seus utensílios com que o servem: os braseiros, os garfos, as pás e as bacias, todos os utensílios do altar; e, por cima dele, estenderão uma coberta de peles finas e lhe porão os varais.
15.Havendo, pois, Arão e seus filhos, ao partir o arraial, acabado de cobrir o santuário e todos os móveis dele, então, os filhos de Coate virão para levá-lo; mas, nas coisas santas, não tocarão, para que não morram; são estas as coisas da tenda da congregação que os filhos de Coate devem levar.
16.Eleazar, filho de Arão, o sacerdote, terá a seu cargo o azeite da luminária, o incenso aromático, a contínua oferta dos manjares e o óleo da unção, sim, terá a seu cargo todo o tabernáculo e tudo o que nele há, o santuário e os móveis.
17.Disse o SENHOR a Moisés e a Arão:
18.Não deixareis que a tribo das famílias dos coatitas seja eliminada do meio dos levitas.
19.Isto, porém, lhe fareis, para que vivam e não morram, quando se aproximarem das coisas santíssimas: Arão e seus filhos entrarão e lhes designarão a cada um o seu serviço e a sua carga.
20.Porém os coatitas não entrarão, nem por um instante, para ver as coisas santas, para que não morram.
Deveres dos gersonitas
21.Disse mais o SENHOR a Moisés:
22.Levanta o censo dos filhos de Gérson, segundo a casa de seus pais, segundo as suas famílias.
23.Da idade de trinta anos para cima até aos cinqüenta será todo aquele que entrar neste serviço, para algum encargo na tenda da congregação.
24.É este o serviço das famílias dos gersonitas para servir e levar cargas:
25.levarão as cortinas do tabernáculo, a tenda da congregação, sua coberta, a coberta de peles finas, que está sobre ele, o reposteiro da porta da tenda da congregação,
26.as cortinas do pátio, o reposteiro da porta do pátio, que rodeia o tabernáculo e o altar, as suas cordas e todos os objetos do seu serviço e servirão em tudo quanto diz respeito a estas coisas.
27.Todo o serviço dos filhos dos gersonitas, toda a sua carga e tudo o que devem fazer será segundo o mandado de Arão e de seus filhos; e lhes determinareis tudo o que devem carregar.
28.Este é o serviço das famílias dos filhos dos gersonitas na tenda da congregação; o seu cargo estará sob a direção de Itamar, filho de Arão, o sacerdote.
Deveres dos filhos de Merari
29.Quanto aos filhos de Merari, segundo as suas famílias e segundo a casa de seus pais os contarás.
30.Da idade de trinta anos para cima até aos cinqüenta contarás todo aquele que entrar neste serviço, para exercer algum encargo na tenda da congregação.
31.Isto será o que é de sua obrigação levar, segundo todo o seu serviço, na tenda da congregação: as tábuas do tabernáculo, os seus varais, as suas colunas e as suas bases;
32.as colunas do pátio em redor, as suas bases, as suas estacas e as suas cordas, com todos os seus utensílios e com tudo o que pertence ao seu serviço; e designareis, nome por nome, os objetos que devem levar.
33.É este o encargo das famílias dos filhos de Merari, segundo todo o seu serviço, na tenda da congregação, sob a direção de Itamar, filho de Arão, o sacerdote.
Número dos coatitas
34.Moisés, pois, e Arão, e os príncipes do povo contaram os filhos dos coatitas, segundo as suas famílias e segundo a casa de seus pais,
35.da idade de trinta anos para cima até aos cinqüenta, todo aquele que entrou neste serviço, para exercer algum encargo na tenda da congregação.
36.Os que deles foram contados, pois, segundo as suas famílias, foram dois mil setecentos e cinqüenta.
37.São estes os que foram contados das famílias dos coatitas, todos os que serviam na tenda da congregação, os quais Moisés e Arão contaram, segundo o mandado do SENHOR, por Moisés.
Número dos filhos de Gérson
38.Os que foram contados dos filhos de Gérson, segundo as suas famílias e segundo a casa de seus pais,
39.da idade de trinta anos para cima até aos cinqüenta, todo aquele que entrou neste serviço, para exercer algum encargo na tenda da congregação,
40.os que deles foram contados, segundo as suas famílias, segundo a casa de seus pais, foram dois mil seiscentos e trinta.
41.São estes os contados das famílias dos filhos de Gérson, todos os que serviam na tenda da congregação, os quais Moisés e Arão contaram, segundo o mandado do SENHOR.
Número dos filhos de Merari
42.Os que foram contados das famílias dos filhos de Merari, segundo as suas famílias e segundo a casa de seus pais,
43.da idade de trinta anos para cima até aos cinqüenta, todo aquele que entrou neste serviço, para exercer algum encargo na tenda da congregação,
44.os que deles foram contados, segundo as suas famílias, foram três mil e duzentos.
45.São estes os contados das famílias dos filhos de Merari, os quais Moisés e Arão contaram, segundo o mandado do SENHOR, por Moisés.
Número de todos os levitas
46.Todos os que foram contados dos levitas, contados por Moisés, e Arão, e os príncipes de Israel, segundo as suas famílias e segundo a casa de seus pais,
47.da idade de trinta anos para cima até aos cinqüenta, todos os que entraram para cumprir a tarefa do serviço e a de levarem cargas na tenda da congregação,
48.os que deles foram contados foram oito mil quinhentos e oitenta.
49.Segundo o mandado do SENHOR, por Moisés, foram designados, cada um para o seu serviço e a sua carga; e deles foram contados, como o SENHOR ordenara a Moisés.
O leproso e o imundo são lançados fora do arraial
1.Disse o SENHOR a Moisés:
2.Ordena aos filhos de Israel que lancem para fora do arraial todo leproso, todo o que padece fluxo e todo imundo por ter tocado em algum morto;
3.tanto homem como mulher os lançareis; para fora do arraial os lançareis, para que não contaminem o arraial, no meio do qual eu habito.
4.Os filhos de Israel fizeram assim e os lançaram para fora do arraial; como o SENHOR falara a Moisés, assim fizeram os filhos de Israel.
A lei da restituição
5.Disse mais o SENHOR a Moisés:
6.Dize aos filhos de Israel: Quando homem ou mulher cometer algum dos pecados em que caem os homens, ofendendo ao SENHOR, tal pessoa é culpada.
7.Confessará o pecado que cometer; e, pela culpa, fará plena restituição, e lhe acrescentará a sua quinta parte, e dará tudo àquele contra quem se fez culpado.
8.Mas, se esse homem não tiver parente chegado, a quem possa fazer restituição pela culpa, então, o que se restitui ao SENHOR pela culpa será do sacerdote, além do carneiro expiatório com que se fizer expiação pelo culpado.
9.Toda oferta de todas as coisas santas dos filhos de Israel, que trouxerem ao sacerdote, será deste
10.e também as coisas sagradas de cada um; o que alguém der ao sacerdote será deste.
A prova da mulher suspeita de adultério
11.Disse mais o SENHOR a Moisés:
12.Fala aos filhos de Israel e dize-lhes: Se a mulher de alguém se desviar e lhe for infiel,
13.de maneira que algum homem se tenha deitado com ela, e for oculto aos olhos de seu marido, e ela o tiver ocultado, havendo-se ela contaminado, e contra ela não houver testemunha, e não for surpreendida em flagrante,
14.e o espírito de ciúmes vier sobre ele, e de sua mulher tiver ciúmes, por ela se haver contaminado, ou o tiver, não se havendo ela contaminado,
15.então, esse homem trará a sua mulher perante o sacerdote e juntamente trará a sua oferta por ela: uma décima de efa de farinha de cevada, sobre a qual não deitará azeite, nem sobre ela porá incenso, porquanto é oferta de manjares de ciúmes, oferta memorativa, que traz a iniqüidade à memória.
16.O sacerdote a fará chegar e a colocará perante o SENHOR.
17.O sacerdote tomará água santa num vaso de barro; também tomará do pó que houver no chão do tabernáculo e o deitará na água.
18.Apresentará a mulher perante o SENHOR e soltará a cabeleira dela; e lhe porá nas mãos a oferta memorativa de manjares, que é a oferta de manjares dos ciúmes. A água amarga, que traz consigo a maldição, estará na mão do sacerdote.
19.O sacerdote a conjurará e lhe dirá: Se ninguém contigo se deitou, e se não te desviaste para a imundícia, estando sob o domínio de teu marido, destas águas amargas, amaldiçoantes, serás livre.
20.Mas, se te desviaste, quando sob o domínio de teu marido, e te contaminaste, e algum homem, que não é o teu marido, se deitou contigo
21.( então, o sacerdote fará que a mulher tome o juramento de maldição e lhe dirá ), o SENHOR te ponha por maldição e por praga no meio do teu povo, fazendo-te o SENHOR descair a coxa e inchar o ventre;
22.e esta água amaldiçoante penetre nas tuas entranhas, para te fazer inchar o ventre e te fazer descair a coxa. Então, a mulher dirá: Amém! Amém!
23.O sacerdote escreverá estas maldições num livro e, com a água amarga, as apagará.
24.E fará que a mulher beba a água amarga, que traz consigo a maldição; e, sendo bebida, lhe causará amargura.
25.Da mão da mulher tomará o sacerdote a oferta de manjares de ciúmes e a moverá perante o SENHOR; e a trará ao altar.
26.Tomará um punhado da oferta de manjares, da oferta memorativa, e sobre o altar o queimará; e, depois, dará a beber a água à mulher.
27.E, havendo-lhe dado a beber a água, será que, se ela se tiver contaminado, e a seu marido tenha sido infiel, a água amaldiçoante entrará nela para amargura, e o seu ventre se inchará, e a sua coxa descairá; a mulher será por maldição no meio do seu povo.
28.Se a mulher se não tiver contaminado, mas estiver limpa, então, será livre e conceberá.
29.Esta é a lei para o caso de ciúmes, quando a mulher, sob o domínio de seu marido, se desviar e for contaminada;
30.ou quando sobre o homem vier o espírito de ciúmes, e tiver ciúmes de sua mulher, apresente a mulher perante o SENHOR, e o sacerdote nela execute toda esta lei.
31.O homem será livre da iniqüidade, porém a mulher levará a sua iniqüidade.
A lei do nazireado
1.Disse o SENHOR a Moisés:
2.Fala aos filhos de Israel e dize-lhes: Quando alguém, seja homem seja mulher, fizer voto especial, o voto de nazireu, a fim de consagrar-se para o SENHOR,
3.abster-se-á de vinho e de bebida forte; não beberá vinagre de vinho, nem vinagre de bebida forte, nem tomará beberagens de uvas, nem comerá uvas frescas nem secas.
4.Todos os dias do seu nazireado não comerá de coisa alguma que se faz da vinha, desde as sementes até às cascas.
5.Todos os dias do seu voto de nazireado não passará navalha pela cabeça; até que se cumpram os dias para os quais se consagrou ao SENHOR, santo será, deixando crescer livremente a cabeleira.
6.Todos os dias da sua consagração para o SENHOR, não se aproximará de um cadáver.
7.Por seu pai, ou por sua mãe, ou por seu irmão, ou por sua irmã, por eles se não contaminará, quando morrerem; porquanto o nazireado do seu Deus está sobre a sua cabeça.
8.Por todos os dias do seu nazireado, santo será ao SENHOR.
9.Se alguém vier a morrer junto a ele subitamente, e contaminar a cabeça do seu nazireado, rapará a cabeça no dia da sua purificação; ao sétimo dia, a rapará.
10.Ao oitavo dia, trará duas rolas ou dois pombinhos ao sacerdote, à porta da tenda da congregação;
11.o sacerdote oferecerá um como oferta pelo pecado e o outro, para holocausto; e fará expiação por ele, visto que pecou relativamente ao morto; assim, naquele mesmo dia, consagrará a sua cabeça.
12.Então, consagrará os dias do seu nazireado ao SENHOR e, para oferta pela culpa, trará um cordeiro de um ano; os dias antecedentes serão perdidos, porquanto o seu nazireado foi contaminado.
13.Esta é a lei do nazireu: no dia em que se cumprirem os dias do seu nazireado, será trazido à porta da tenda da congregação.
14.Ele apresentará a sua oferta ao SENHOR, um cordeiro de um ano, sem defeito, em holocausto, e uma cordeira de um ano, sem defeito, para oferta pelo pecado, e um carneiro, sem defeito, por oferta pacífica,
15.e um cesto de pães asmos, bolos de flor de farinha com azeite, amassados, e obreias asmas untadas com azeite, como também a sua oferta de manjares e as suas libações.
16.O sacerdote os trará perante o SENHOR e apresentará a sua oferta pelo pecado e o seu holocausto;
17.oferecerá o carneiro em sacrifício pacífico ao SENHOR, com o cesto dos pães asmos; o sacerdote apresentará também a devida oferta de manjares e a libação.
18.O nazireu, à porta da tenda da congregação, rapará a cabeleira do seu nazireado, e tomá-la-á, e a porá sobre o fogo que está debaixo do sacrifício pacífico.
19.Depois, o sacerdote tomará a espádua cozida do carneiro, e um bolo asmo do cesto, e uma obreia asma e os porá nas mãos do nazireu, depois de haver este rapado a cabeleira do seu nazireado.
20.O sacerdote os moverá em oferta movida perante o SENHOR; isto é santo para o sacerdote, juntamente com o peito da oferta movida e com a coxa da oferta; depois disto, o nazireu pode beber vinho.
21.Esta é a lei do nazireu que fizer voto; a sua oferta ao SENHOR será segundo o seu nazireado, afora o que as suas posses lhe permitirem; segundo o voto que fizer, assim fará conforme a lei do seu nazireado.
A bênção sacerdotal
22.Disse o SENHOR a Moisés:
23.Fala a Arão e a seus filhos, dizendo: Assim abençoareis os filhos de Israel e dir-lhes-eis:
24.O SENHOR te abençoe e te guarde;
25.o SENHOR faça resplandecer o rosto sobre ti e tenha misericórdia de ti;
26.o SENHOR sobre ti levante o rosto e te dê a paz.
27.Assim, porão o meu nome sobre os filhos de Israel, e eu os abençoarei.
As ofertas dos príncipes na dedicação do altar
1.No dia em que Moisés acabou de levantar o tabernáculo, e o ungiu, e o consagrou e todos os seus utensílios, bem como o altar e todos os seus pertences,
2.os príncipes de Israel, os cabeças da casa de seus pais, os que foram príncipes das tribos, que haviam presidido o censo, ofereceram
3.e trouxeram a sua oferta perante o SENHOR: seis carros cobertos e doze bois; cada dois príncipes ofereceram um carro, e cada um deles, um boi; e os apresentaram diante do tabernáculo.
4.Disse o SENHOR a Moisés:
5.Recebe-os deles, e serão destinados ao serviço da tenda da congregação; e os darás aos levitas, a cada um segundo o seu serviço.
6.Moisés recebeu os carros e os bois e os deu aos levitas.
7.Dois carros e quatro bois deu aos filhos de Gérson, segundo o seu serviço;
8.quatro carros e oito bois deu aos filhos de Merari, segundo o seu serviço, sob a direção de Itamar, filho de Arão, o sacerdote.
9.Mas aos filhos de Coate nada deu, porquanto a seu cargo estava o santuário, que deviam levar aos ombros.
10.Ofereceram os príncipes para a consagração do altar, no dia em que foi ungido; sim, apresentaram a sua oferta perante o altar.
11.Disse o SENHOR a Moisés: Cada príncipe apresentará, no seu dia, a sua oferta para a consagração do altar.
12.O que, pois, no primeiro dia, apresentou a sua oferta foi Naassom, filho de Aminadabe, pela tribo de Judá.
13.A sua oferta foi um prato de prata, do peso de cento e trinta siclos, uma bacia de prata, de setenta siclos, segundo o siclo do santuário; ambos cheios de flor de farinha, amassada com azeite, para oferta de manjares;
14.um recipiente de dez siclos de ouro, cheio de incenso;
15.um novilho, um carneiro, um cordeiro de um ano, para holocausto;
16.um bode, para oferta pelo pecado;
17.e, para sacrifício pacífico, dois bois, cinco carneiros, cinco bodes, cinco cordeiros de um ano; foi esta a oferta de Naassom, filho de Aminadabe.
18.No segundo dia, fez a sua oferta Natanael, filho de Zuar, príncipe de Issacar.
19.Como sua oferta apresentou um prato de prata, do peso de cento e trinta siclos, uma bacia de prata, de setenta siclos, segundo o siclo do santuário; ambos cheios de flor de farinha, amassada com azeite, para oferta de manjares;
20.um recipiente de dez siclos de ouro, cheio de incenso;
21.um novilho, um carneiro, um cordeiro de um ano, para holocausto;
22.um bode, para oferta pelo pecado;
23.e, para sacrifício pacífico, dois bois, cinco carneiros, cinco bodes, cinco cordeiros de um ano; foi esta a oferta de Natanael, filho de Zuar.
24.No terceiro dia, chegou o príncipe dos filhos de Zebulom, Eliabe, filho de Helom.
25.A sua oferta foi um prato de prata, do peso de cento e trinta siclos, uma bacia de prata, de setenta siclos, segundo o siclo do santuário; ambos cheios de flor de farinha, amassada com azeite, para oferta de manjares;
26.um recipiente de dez siclos de ouro, cheio de incenso;
27.um novilho, um carneiro, um cordeiro de um ano, para holocausto;
28.um bode, para oferta pelo pecado;
29.e, para sacrifício pacífico, dois bois, cinco carneiros, cinco bodes, cinco cordeiros de um ano; foi esta a oferta de Eliabe, filho de Helom.
30.No quarto dia, chegou o príncipe dos filhos de Rúben, Elizur, filho de Sedeur.
31.A sua oferta foi um prato de prata, do peso de cento e trinta siclos, uma bacia de prata, de setenta siclos, segundo o siclo do santuário; ambos cheios de flor de farinha, amassada com azeite, para oferta de manjares;
32.um recipiente de dez siclos de ouro, cheio de incenso;
33.um novilho, um carneiro, um cordeiro de um ano, para holocausto;
34.um bode, para oferta pelo pecado;
35.e, para sacrifício pacífico, dois bois, cinco carneiros, cinco bodes, cinco cordeiros de um ano; foi esta a oferta de Elizur, filho de Sedeur.
36.No quinto dia, chegou o príncipe dos filhos de Simeão, Selumiel, filho de Zurisadai.
37.A sua oferta foi um prato de prata, do peso de cento e trinta siclos, uma bacia de prata, de setenta siclos, segundo o siclo do santuário; ambos cheios de flor de farinha, amassada com azeite, para oferta de manjares;
38.um recipiente de dez siclos de ouro, cheio de incenso;
39.um novilho, um carneiro, um cordeiro de um ano, para holocausto;
40.um bode, para oferta pelo pecado;
41.e, para sacrifício pacífico, dois bois, cinco carneiros, cinco bodes, cinco cordeiros de um ano; foi esta a oferta de Selumiel, filho de Zurisadai.
42.No sexto dia, chegou o príncipe dos filhos de Gade, Eliasafe, filho de Deuel.
43.A sua oferta foi um prato de prata, do peso de cento e trinta siclos, uma bacia de prata, de setenta siclos, segundo o siclo do santuário; ambos cheios de flor de farinha, amassada com azeite, para oferta de manjares;
44.um recipiente de dez siclos de ouro, cheio de incenso;
45.um novilho, um carneiro, um cordeiro de um ano, para holocausto;
46.um bode, para oferta pelo pecado;
47.e, para sacrifício pacífico, dois bois, cinco carneiros, cinco bodes, cinco cordeiros de um ano; foi esta a oferta de Eliasafe, filho de Deuel.
48.No sétimo dia, chegou o príncipe dos filhos de Efraim, Elisama, filho de Amiúde.
49.A sua oferta foi um prato de prata, do peso de cento e trinta siclos, uma bacia de prata, de setenta siclos, segundo o siclo do santuário; ambos cheios de flor de farinha, amassada com azeite, para oferta de manjares;
50.um recipiente de dez siclos de ouro, cheio de incenso;
51.um novilho, um carneiro, um cordeiro de um ano, para holocausto;
52.um bode, para oferta pelo pecado;
53.e, para sacrifício pacífico, dois bois, cinco carneiros, cinco bodes, cinco cordeiros de um ano; foi esta a oferta de Elisama, filho de Amiúde.
54.No oitavo dia, chegou o príncipe dos filhos de Manassés, Gamaliel, filho de Pedazur.
55.A sua oferta foi um prato de prata, do peso de cento e trinta siclos, uma bacia de prata, de setenta siclos, segundo o siclo do santuário; ambos cheios de flor de farinha, amassada com azeite, para oferta de manjares;
56.um recipiente de dez siclos de ouro, cheio de incenso;
57.um novilho, um carneiro, um cordeiro de um ano, para holocausto;
58.um bode, para oferta pelo pecado;
59.e, para sacrifício pacífico, dois bois, cinco carneiros, cinco bodes, cinco cordeiros de um ano; foi esta a oferta de Gamaliel, filho de Pedazur.
60.No dia nono, chegou o príncipe dos filhos de Benjamim, Abidã, filho de Gideoni.
61.A sua oferta foi um prato de prata, do peso de cento e trinta siclos, uma bacia de prata, de setenta siclos, segundo o siclo do santuário; ambos cheios de flor de farinha, amassada com azeite, para oferta de manjares;
62.um recipiente de dez siclos de ouro, cheio de incenso;
63.um novilho, um carneiro, um cordeiro de um ano, para holocausto;
64.um bode, para oferta pelo pecado;
65.e, para sacrifício pacífico, dois bois, cinco carneiros, cinco bodes, cinco cordeiros de um ano; foi esta a oferta de Abidã, filho de Gideoni.
66.No décimo dia, chegou o príncipe dos filhos de Dã, Aiezer, filho de Amisadai.
67.A sua oferta foi um prato de prata, do peso de cento e trinta siclos, uma bacia de prata, de setenta siclos, segundo o siclo do santuário; ambos cheios de flor de farinha, amassada com azeite, para oferta de manjares;
68.um recipiente de dez siclos de ouro, cheio de incenso;
69.um novilho, um carneiro, um cordeiro de um ano, para holocausto;
70.um bode, para oferta pelo pecado;
71.e, para sacrifício pacífico, dois bois, cinco carneiros, cinco bodes, cinco cordeiros de um ano; foi esta a oferta de Aiezer, filho de Amisadai.
72.No dia undécimo, chegou o príncipe dos filhos de Aser, Pagiel, filho de Ocrã.
73.A sua oferta foi um prato de prata, do peso de cento e trinta siclos, uma bacia de prata, de setenta siclos, segundo o siclo do santuário; ambos cheios de flor de farinha, amassada com azeite, para oferta de manjares;
74.um recipiente de dez siclos de ouro, cheio de incenso;
75.um novilho, um carneiro, um cordeiro de um ano, para holocausto;
76.um bode, para oferta pelo pecado;
77.e, para sacrifício pacífico, dois bois, cinco carneiros, cinco bodes, cinco cordeiros de um ano; foi esta a oferta de Pagiel, filho de Ocrã.
78.No duodécimo dia, chegou o príncipe dos filhos de Naftali, Aira, filho de Enã.
79.A sua oferta foi um prato de prata, do peso de cento e trinta siclos, uma bacia de prata, de setenta siclos, segundo o siclo do santuário; ambos cheios de flor de farinha, amassada com azeite, para oferta de manjares;
80.um recipiente de dez siclos de ouro, cheio de incenso;
81.um novilho, um carneiro, um cordeiro de um ano, para holocausto;
82.um bode, para oferta pelo pecado;
83.e, para sacrifício pacífico, dois bois, cinco carneiros, cinco bodes, cinco cordeiros de um ano; foi esta a oferta de Aira, filho de Enã.
84.Esta é a dádiva feita pelos príncipes de Israel para a consagração do altar, no dia em que foi ungido: doze pratos de prata, doze bacias de prata, doze recipientes de ouro;
85.cada prato de prata, de cento e trinta siclos, e cada bacia, de setenta; toda a prata dos utensílios foi de dois mil e quatrocentos siclos, segundo o siclo do santuário;
86.doze recipientes de ouro cheios de incenso, cada um de dez siclos, segundo o siclo do santuário; todo o ouro dos recipientes foi de cento e vinte siclos;
87.todos os animais para o holocausto foram doze novilhos; carneiros, doze; doze cordeiros de um ano, com a sua oferta de manjares; e doze bodes para oferta pelo pecado.
88.E todos os animais para o sacrifício pacífico foram vinte e quatro novilhos; os carneiros, sessenta; os bodes, sessenta; os cordeiros de um ano, sessenta; esta é a dádiva para a consagração do altar, depois que foi ungido.
89.Quando entrava Moisés na tenda da congregação para falar com o SENHOR, então, ouvia a voz que lhe falava de cima do propiciatório, que está sobre a arca do Testemunho entre os dois querubins; assim lhe falava.
As sete lâmpadas do santuário
1.Disse o SENHOR a Moisés:
2.Fala a Arão e dize-lhe: Quando colocares as lâmpadas, seja de tal maneira que venham as sete a alumiar defronte do candelabro.
3.E Arão fez assim; colocou as lâmpadas para que alumiassem defronte do candelabro, como o SENHOR ordenara a Moisés.
4.O candelabro era feito de ouro batido desde o seu pedestal até às suas flores; segundo o modelo que o SENHOR mostrara a Moisés, assim ele fez o candelabro.
A consagração dos levitas
5.Disse mais o SENHOR a Moisés:
6.Toma os levitas do meio dos filhos de Israel e purifica-os;
7.assim lhes farás, para os purificar: asperge sobre eles a água da expiação; e sobre todo o seu corpo farão passar a navalha, lavarão as suas vestes e se purificarão;
8.e tomarão um novilho, com a sua oferta de manjares de flor de farinha, amassada com azeite; tu, porém, tomarás outro novilho para oferta pelo pecado.
9.Farás chegar os levitas perante a tenda da congregação; e ajuntarás toda a congregação dos filhos de Israel.
10.Quando, pois, fizerem chegar os levitas perante o SENHOR, os filhos de Israel porão as mãos sobre eles.
11.Arão apresentará os levitas como oferta movida perante o SENHOR, da parte dos filhos de Israel; e serão para o serviço do SENHOR.
12.Os levitas porão as mãos sobre a cabeça dos novilhos; e tu sacrificarás um para oferta pelo o pecado e o outro para holocausto ao SENHOR, para fazer expiação pelos levitas.
13.Porás os levitas perante Arão e perante os seus filhos e os apresentarás por oferta movida ao SENHOR.
14.E separarás os levitas do meio dos filhos de Israel; os levitas serão meus.
15.Depois disso, entrarão os levitas para fazerem o serviço da tenda da congregação; e tu os purificarás e, por oferta movida, os apresentarás,
16.porquanto eles dentre os filhos de Israel me são dados; em lugar de todo aquele que abre a madre, do primogênito de cada um dos filhos de Israel, para mim os tomei.
17.Porque meu é todo primogênito entre os filhos de Israel, tanto de homens como de animais; no dia em que, na terra do Egito, feri todo primogênito, os consagrei para mim.
18.Tomei os levitas em lugar de todo primogênito entre os filhos de Israel.
19.E os levitas, dados a Arão e a seus filhos, dentre os filhos de Israel, entreguei-os para fazerem o serviço dos filhos de Israel na tenda da congregação e para fazerem expiação por eles, para que não haja praga entre o povo de Israel, chegando-se os filhos de Israel ao santuário.
20.E assim fez Moisés, e Arão, e toda a congregação dos filhos de Israel com os levitas; segundo tudo o que o SENHOR ordenara a Moisés acerca dos levitas, assim lhes fizeram os filhos de Israel.
21.Os levitas se purificaram e lavaram as suas vestes, e Arão os apresentou por oferta movida perante o SENHOR e fez expiação por eles, para purificá-los.
22.Depois disso, chegaram os levitas, para fazerem o seu serviço na tenda da congregação, perante Arão e seus filhos; como o SENHOR ordenara a Moisés acerca dos levitas, assim lhes fizeram.
23.Disse mais o SENHOR a Moisés:
24.Isto é o que toca aos levitas: da idade de vinte e cinco anos para cima entrarão, para fazerem o seu serviço na tenda da congregação;
25.mas desde a idade de cinqüenta anos desobrigar-se-ão do serviço e nunca mais servirão;
26.porém ajudarão aos seus irmãos na tenda da congregação, no tocante ao cargo deles; não terão mais serviço. Assim farás com os levitas quanto aos seus deveres.
A celebração da Páscoa
1.Falou o SENHOR a Moisés no deserto do Sinai, no ano segundo da sua saída da terra do Egito, no mês primeiro, dizendo:
2.Celebrem os filhos de Israel a Páscoa a seu tempo.
3.No dia catorze deste mês, ao crepúsculo da tarde, a seu tempo a celebrareis; segundo todos os seus estatutos e segundo todos os seus ritos, a celebrareis.
4.Disse, pois, Moisés aos filhos de Israel que celebrassem a Páscoa.
5.Então, celebraram a Páscoa no dia catorze do mês primeiro, ao crepúsculo da tarde, no deserto do Sinai; segundo tudo o que o SENHOR ordenara a Moisés, assim fizeram os filhos de Israel.
6.Houve alguns que se acharam imundos por terem tocado o cadáver de um homem, de maneira que não puderam celebrar a Páscoa naquele dia; por isso, chegando-se perante Moisés e Arão,
7.disseram-lhes: Estamos imundos por termos tocado o cadáver de um homem; por que havemos de ser privados de apresentar a oferta do SENHOR, a seu tempo, no meio dos filhos de Israel?
8.Respondeu-lhes Moisés: Esperai, e ouvirei o que o SENHOR vos ordenará.
9.Então, disse o SENHOR a Moisés:
10.Fala aos filhos de Israel, dizendo: Quando alguém entre vós ou entre as vossas gerações achar-se imundo por causa de um morto ou se achar em jornada longe de vós, contudo, ainda celebrará a Páscoa ao SENHOR.
11.No mês segundo, no dia catorze, no crepúsculo da tarde, a celebrarão; com pães asmos e ervas amargas a comerão.
12.Dela nada deixarão até à manhã e dela não quebrarão osso algum; segundo todo o estatuto da Páscoa, a celebrarão.
13.Porém, se um homem achar-se limpo, e não estiver de caminho, e deixar de celebrar a Páscoa, essa alma será eliminada do seu povo, porquanto não apresentou a oferta do SENHOR, a seu tempo; tal homem levará sobre si o seu pecado.
14.Se um estrangeiro habitar entre vós e também celebrar a Páscoa ao SENHOR, segundo o estatuto da Páscoa e segundo o seu rito, assim a celebrará; um só estatuto haverá para vós outros, tanto para o estrangeiro como para o natural da terra.
A nuvem sobre o tabernáculo
15.No dia em que foi erigido o tabernáculo, a nuvem o cobriu, a saber, a tenda do Testemunho; e, à tarde, estava sobre o tabernáculo uma aparência de fogo até à manhã.
16.Assim era de contínuo: a nuvem o cobria, e, de noite, havia aparência de fogo.
17.Quando a nuvem se erguia de sobre a tenda, os filhos de Israel se punham em marcha; e, no lugar onde a nuvem parava, aí os filhos de Israel se acampavam.
18.Segundo o mandado do SENHOR, os filhos de Israel partiam e, segundo o mandado do SENHOR, se acampavam; por todo o tempo em que a nuvem pairava sobre o tabernáculo, permaneciam acampados.
19.Quando a nuvem se detinha muitos dias sobre o tabernáculo, então, os filhos de Israel cumpriam a ordem do SENHOR e não partiam.
20.Às vezes, a nuvem ficava poucos dias sobre o tabernáculo; então, segundo o mandado do SENHOR, permaneciam e, segundo a ordem do SENHOR, partiam.
21.Às vezes, a nuvem ficava desde a tarde até à manhã; quando, pela manhã, a nuvem se erguia, punham-se em marcha; quer de dia, quer de noite, erguendo-se a nuvem, partiam.
22.Se a nuvem se detinha sobre o tabernáculo por dois dias, ou um mês, ou por mais tempo, enquanto pairava sobre ele, os filhos de Israel permaneciam acampados e não se punham em marcha; mas, erguendo-se ela, partiam.
23.Segundo o mandado do SENHOR, se acampavam e, segundo o mandado do SENHOR, se punham em marcha; cumpriam o seu dever para com o SENHOR, segundo a ordem do SENHOR por intermédio de Moisés.
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