Desafio dos 90 dias

84 / 90
Do pecado para a salvação pela graça
1.Ele vos deu vida, estando vós mortos nos vossos delitos e pecados,
2.nos quais andastes outrora, segundo o curso deste mundo, segundo o príncipe da potestade do ar, do espírito que agora atua nos filhos da desobediência;
3.entre os quais também todos nós andamos outrora, segundo as inclinações da nossa carne, fazendo a vontade da carne e dos pensamentos; e éramos, por natureza, filhos da ira, como também os demais.
4.Mas Deus, sendo rico em misericórdia, por causa do grande amor com que nos amou,
5.e estando nós mortos em nossos delitos, nos deu vida juntamente com Cristo, —pela graça sois salvos,
6.e, juntamente com ele, nos ressuscitou, e nos fez assentar nos lugares celestiais em Cristo Jesus;
7.para mostrar, nos séculos vindouros, a suprema riqueza da sua graça, em bondade para conosco, em Cristo Jesus.
8.Porque pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós; é dom de Deus;
9.não de obras, para que ninguém se glorie.
10.Pois somos feitura dele, criados em Cristo Jesus para boas obras, as quais Deus de antemão preparou para que andássemos nelas.
Os gentios e os judeus são unidos pela cruz de Cristo
11.Portanto, lembrai-vos de que, outrora, vós, gentios na carne, chamados incircuncisão por aqueles que se intitulam circuncisos, na carne, por mãos humanas,
12.naquele tempo, estáveis sem Cristo, separados da comunidade de Israel e estranhos às alianças da promessa, não tendo esperança e sem Deus no mundo.
13.Mas, agora, em Cristo Jesus, vós, que antes estáveis longe, fostes aproximados pelo sangue de Cristo.
14.Porque ele é a nossa paz, o qual de ambos fez um; e, tendo derribado a parede da separação que estava no meio, a inimizade,
15.aboliu, na sua carne, a lei dos mandamentos na forma de ordenanças, para que dos dois criasse, em si mesmo, um novo homem, fazendo a paz,
16.e reconciliasse ambos em um só corpo com Deus, por intermédio da cruz, destruindo por ela a inimizade.
17.E, vindo, evangelizou paz a vós outros que estáveis longe e paz também aos que estavam perto;
18.porque, por ele, ambos temos acesso ao Pai em um Espírito.
19.Assim, já não sois estrangeiros e peregrinos, mas concidadãos dos santos, e sois da família de Deus,
20.edificados sobre o fundamento dos apóstolos e profetas, sendo ele mesmo, Cristo Jesus, a pedra angular;
21.no qual todo o edifício, bem ajustado, cresce para santuário dedicado ao Senhor,
22.no qual também vós juntamente estais sendo edificados para habitação de Deus no Espírito.
A vocação dos gentios e o apostolado de Paulo
1.Por esta causa eu, Paulo, sou o prisioneiro de Cristo Jesus, por amor de vós, gentios,
2.se é que tendes ouvido a respeito da dispensação da graça de Deus a mim confiada para vós outros;
3.pois, segundo uma revelação, me foi dado conhecer o mistério, conforme escrevi há pouco, resumidamente;
4.pelo que, quando ledes, podeis compreender o meu discernimento do mistério de Cristo,
5.o qual, em outras gerações, não foi dado a conhecer aos filhos dos homens, como, agora, foi revelado aos seus santos apóstolos e profetas, no Espírito,
6.a saber, que os gentios são co-herdeiros, membros do mesmo corpo e co-participantes da promessa em Cristo Jesus por meio do evangelho;
7.do qual fui constituído ministro conforme o dom da graça de Deus a mim concedida segundo a força operante do seu poder.
8.A mim, o menor de todos os santos, me foi dada esta graça de pregar aos gentios o evangelho das insondáveis riquezas de Cristo
9.e manifestar qual seja a dispensação do mistério, desde os séculos, oculto em Deus, que criou todas as coisas,
10.para que, pela igreja, a multiforme sabedoria de Deus se torne conhecida, agora, dos principados e potestades nos lugares celestiais,
11.segundo o eterno propósito que estabeleceu em Cristo Jesus, nosso Senhor,
12.pelo qual temos ousadia e acesso com confiança, mediante a fé nele.
13.Portanto, vos peço que não desfaleçais nas minhas tribulações por vós, pois nisso está a vossa glória.
Paulo ora novamente
14.Por esta causa, me ponho de joelhos diante do Pai,
15.de quem toma o nome toda família, tanto no céu como sobre a terra,
16.para que, segundo a riqueza da sua glória, vos conceda que sejais fortalecidos com poder, mediante o seu Espírito no homem interior;
17.e, assim, habite Cristo no vosso coração, pela fé, estando vós arraigados e alicerçados em amor,
18.a fim de poderdes compreender, com todos os santos, qual é a largura, e o comprimento, e a altura, e a profundidade
19.e conhecer o amor de Cristo, que excede todo entendimento, para que sejais tomados de toda a plenitude de Deus.
20.Ora, àquele que é poderoso para fazer infinitamente mais do que tudo quanto pedimos ou pensamos, conforme o seu poder que opera em nós,
21.a ele seja a glória, na igreja e em Cristo Jesus, por todas as gerações, para todo o sempre. Amém!
A unidade da fé
1.Rogo-vos, pois, eu, o prisioneiro no Senhor, que andeis de modo digno da vocação a que fostes chamados,
2.com toda a humildade e mansidão, com longanimidade, suportando-vos uns aos outros em amor,
3.esforçando-vos diligentemente por preservar a unidade do Espírito no vínculo da paz;
4.há somente um corpo e um Espírito, como também fostes chamados numa só esperança da vossa vocação;
5.há um só Senhor, uma só fé, um só batismo;
6.um só Deus e Pai de todos, o qual é sobre todos, age por meio de todos e está em todos.
O santo ministério e o serviço dos santos
7.e a graça foi concedida a cada um de nós segundo a proporção do dom de Cristo.
8.Por isso, diz: Quando ele subiu às alturas, levou cativo o cativeiro e concedeu dons aos homens.
9.Ora, que quer dizer subiu, senão que também havia descido às regiões inferiores da terra?
10.Aquele que desceu é também o mesmo que subiu acima de todos os céus, para encher todas as coisas.
11.E ele mesmo concedeu uns para apóstolos, outros para profetas, outros para evangelistas e outros para pastores e mestres,
12.com vistas ao aperfeiçoamento dos santos para o desempenho do seu serviço, para a edificação do corpo de Cristo,
13.Até que todos cheguemos à unidade da fé e do pleno conhecimento do Filho de Deus, à perfeita varonilidade, à medida da estatura da plenitude de Cristo,
14.para que não mais sejamos como meninos, agitados de um lado para outro e levados ao redor por todo vento de doutrina, pela artimanha dos homens, pela astúcia com que induzem ao erro.
15.Mas, seguindo a verdade em amor, cresçamos em tudo naquele que é a cabeça, Cristo,
16.de quem todo o corpo, bem ajustado e consolidado pelo auxílio de toda junta, segundo a justa cooperação de cada parte, efetua o seu próprio aumento para a edificação de si mesmo em amor.
A santidade cristã oposta à dissolução
17.Isto, portanto, digo e no Senhor testifico que não mais andeis como também andam os gentios, na vaidade dos seus próprios pensamentos,
18.obscurecidos de entendimento, alheios à vida de Deus por causa da ignorância em que vivem, pela dureza do seu coração,
19.os quais, tendo-se tornado insensíveis, se entregaram à dissolução para, com avidez, cometerem toda sorte de impureza.
20.Mas não foi assim que aprendestes a Cristo,
21.se é que, de fato, o tendes ouvido e nele fostes instruídos, segundo é a verdade em Jesus,
22.no sentido de que, quanto ao trato passado, vos despojeis do velho homem, que se corrompe segundo as concupiscências do engano,
23.e vos renoveis no espírito do vosso entendimento,
24.e vos revistais do novo homem, criado segundo Deus, em justiça e retidão procedentes da verdade.
Exortações à santidade
25.Por isso, deixando a mentira, fale cada um a verdade com o seu próximo, porque somos membros uns dos outros.
26.Irai-vos e não pequeis; não se ponha o sol sobre a vossa ira,
27.nem deis lugar ao diabo.
28.Aquele que furtava não furte mais; antes, trabalhe, fazendo com as próprias mãos o que é bom, para que tenha com que acudir ao necessitado.
29.Não saia da vossa boca nenhuma palavra torpe, e sim unicamente a que for boa para edificação, conforme a necessidade, e, assim, transmita graça aos que ouvem.
30.E não entristeçais o Espírito de Deus, no qual fostes selados para o dia da redenção.
31.Longe de vós, toda amargura, e cólera, e ira, e gritaria, e blasfêmias, e bem assim toda malícia.
32.Antes, sede uns para com os outros benignos, compassivos, perdoando-vos uns aos outros, como também Deus, em Cristo, vos perdoou.
1.Sede, pois, imitadores de Deus, como filhos amados;
2.e andai em amor, como também Cristo nos amou e se entregou a si mesmo por nós, como oferta e sacrifício a Deus, em aroma suave.
O fruto da luz e as obras das trevas
3.Mas a impudicícia e toda sorte de impurezas ou cobiça nem sequer se nomeiem entre vós, como convém a santos;
4.nem conversação torpe, nem palavras vãs ou chocarrices, coisas essas inconvenientes; antes, pelo contrário, ações de graças.
5.Sabei, pois, isto: nenhum incontinente, ou impuro, ou avarento, que é idólatra, tem herança no reino de Cristo e de Deus.
6.Ninguém vos engane com palavras vãs; porque, por essas coisas, vem a ira de Deus sobre os filhos da desobediência.
7.Portanto, não sejais participantes com eles.
8.Pois, outrora, éreis trevas, porém, agora, sois luz no Senhor; andai como filhos da luz
9.( porque o fruto da luz consiste em toda bondade, e justiça, e verdade ),
10.provando sempre o que é agradável ao Senhor.
11.E não sejais cúmplices nas obras infrutíferas das trevas; antes, porém, reprovai-as.
12.Porque o que eles fazem em oculto, o só referir é vergonha.
13.Mas todas as coisas, quando reprovadas pela luz, se tornam manifestas; porque tudo que se manifesta é luz.
14.Pelo que diz: Desperta, ó tu que dormes, levanta-te de entre os mortos, e Cristo te iluminará.
15.Portanto, vede prudentemente como andais, não como néscios, e sim como sábios,
16.remindo o tempo, porque os dias são maus.
17.Por esta razão, não vos torneis insensatos, mas procurai compreender qual a vontade do Senhor.
18.E não vos embriagueis com vinho, no qual há dissolução, mas enchei-vos do Espírito,
19.falando entre vós com salmos, entoando e louvando de coração ao Senhor com hinos e cânticos espirituais,
20.dando sempre graças por tudo a nosso Deus e Pai, em nome de nosso Senhor Jesus Cristo,
21.sujeitando-vos uns aos outros no temor de Cristo.
O lar cristão: marido e mulher
22.As mulheres sejam submissas ao seu próprio marido, como ao Senhor;
23.porque o marido é o cabeça da mulher, como também Cristo é o cabeça da igreja, sendo este mesmo o salvador do corpo.
24.Como, porém, a igreja está sujeita a Cristo, assim também as mulheres sejam em tudo submissas ao seu marido.
25.Maridos, amai vossa mulher, como também Cristo amou a igreja e a si mesmo se entregou por ela,
26.para que a santificasse, tendo-a purificado por meio da lavagem de água pela palavra,
27.para a apresentar a si mesmo igreja gloriosa, sem mácula, nem ruga, nem coisa semelhante, porém santa e sem defeito.
28.Assim também os maridos devem amar a sua mulher como ao próprio corpo. Quem ama a esposa a si mesmo se ama.
29.Porque ninguém jamais odiou a própria carne; antes, a alimenta e dela cuida, como também Cristo o faz com a igreja;
30.porque somos membros do seu corpo.
31.Eis por que deixará o homem a seu pai e a sua mãe e se unirá à sua mulher, e se tornarão os dois uma só carne.
32.Grande é este mistério, mas eu me refiro a Cristo e à igreja.
33.Não obstante, vós, cada um de per si também ame a própria esposa como a si mesmo, e a esposa respeite ao marido.
O lar cristão: filhos e pais
1.Filhos, obedecei a vossos pais no Senhor, pois isto é justo.
2.Honra a teu pai e a tua mãe ( que é o primeiro mandamento com promessa,
3.para que te vá bem, e sejas de longa vida sobre a terra.
4.E vós, pais, não provoqueis vossos filhos à ira, mas criai-os na disciplina e na admoestação do Senhor.
O lar cristão: servos e senhores
5.Quanto a vós outros, servos, obedecei a vosso senhor segundo a carne com temor e tremor, na sinceridade do vosso coração, como a Cristo,
6.não servindo à vista, como para agradar a homens, mas como servos de Cristo, fazendo, de coração, a vontade de Deus;
7.servindo de boa vontade, como ao Senhor e não como a homens,
8.certos de que cada um, se fizer alguma coisa boa, receberá isso outra vez do Senhor, quer seja servo, quer livre.
9.E vós, senhores, de igual modo procedei para com eles, deixando as ameaças, sabendo que o Senhor, tanto deles como vosso, está nos céus e que para com ele não há acepção de pessoas.
A armadura de Deus
10.Quanto ao mais, sede fortalecidos no Senhor e na força do seu poder.
11.Revesti-vos de toda a armadura de Deus, para poderdes ficar firmes contra as ciladas do diabo;
12.porque a nossa luta não é contra o sangue e a carne, e sim contra os principados e potestades, contra os dominadores deste mundo tenebroso, contra as forças espirituais do mal, nas regiões celestes.
13.Portanto, tomai toda a armadura de Deus, para que possais resistir no dia mau e, depois de terdes vencido tudo, permanecer inabaláveis.
14.Estai, pois, firmes, cingindo-vos com a verdade e vestindo-vos da couraça da justiça.
15.Calçai os pés com a preparação do evangelho da paz;
16.embraçando sempre o escudo da fé, com o qual podereis apagar todos os dardos inflamados do Maligno.
17.Tomai também o capacete da salvação e a espada do Espírito, que é a palavra de Deus;
18.com toda oração e súplica, orando em todo tempo no Espírito e para isto vigiando com toda perseverança e súplica por todos os santos
19.e também por mim; para que me seja dada, no abrir da minha boca, a palavra, para, com intrepidez, fazer conhecido o mistério do evangelho,
20.pelo qual sou embaixador em cadeias, para que, em Cristo, eu seja ousado para falar, como me cumpre fazê-lo.
Tíquico
21.E, para que saibais também a meu respeito e o que faço, de tudo vos informará Tíquico, o irmão amado e fiel ministro do Senhor.
22.Foi para isso que eu vo-lo enviei, para que saibais a nosso respeito, e ele console o vosso coração.
A bênção
23.paz seja com os irmãos e amor com fé, da parte de Deus Pai e do Senhor Jesus Cristo.
24.A graça seja com todos os que amam sinceramente a nosso Senhor Jesus Cristo.
Prefácio e saudação
1.Paulo e Timóteo, servos de Cristo Jesus, a todos os santos em Cristo Jesus, inclusive bispos e diáconos que vivem em Filipos,
2.graça e paz a vós outros, da parte de Deus, nosso Pai, e do Senhor Jesus Cristo.
Ação de graças e súplicas em favor dos filipenses
3.Dou graças ao meu Deus por tudo que recordo de vós,
4.fazendo sempre, com alegria, súplicas por todos vós, em todas as minhas orações,
5.pela vossa cooperação no evangelho, desde o primeiro dia até agora.
6.Estou plenamente certo de que aquele que começou boa obra em vós há de completá-la até ao Dia de Cristo Jesus.
7.Aliás, é justo que eu assim pense de todos vós, porque vos trago no coração, seja nas minhas algemas, seja na defesa e confirmação do evangelho, pois todos sois participantes da graça comigo.
8.Pois minha testemunha é Deus, da saudade que tenho de todos vós, na terna misericórdia de Cristo Jesus.
9.E também faço esta oração: que o vosso amor aumente mais e mais em pleno conhecimento e toda a percepção,
10.para aprovardes as coisas excelentes e serdes sinceros e inculpáveis para o Dia de Cristo,
11.cheios do fruto de justiça, o qual é mediante Jesus Cristo, para a glória e louvor de Deus.
A situação do apóstolo contribui para o progresso do evangelho
12.Quero ainda, irmãos, cientificar-vos de que as coisas que me aconteceram têm, antes, contribuído para o progresso do evangelho;
13.de maneira que as minhas cadeias, em Cristo, se tornaram conhecidas de toda a guarda pretoriana e de todos os demais;
14.e a maioria dos irmãos, estimulados no Senhor por minhas algemas, ousam falar com mais desassombro a palavra de Deus.
15.Alguns, efetivamente, proclamam a Cristo por inveja e porfia; outros, porém, o fazem de boa vontade;
16.estes, por amor, sabendo que estou incumbido da defesa do evangelho;
17.aqueles, contudo, pregam a Cristo, por discórdia, insinceramente, julgando suscitar tribulação às minhas cadeias.
18.Todavia, que importa? Uma vez que Cristo, de qualquer modo, está sendo pregado, quer por pretexto, quer por verdade, também com isto me regozijo, sim, sempre me regozijarei.
19.Porque estou certo de que isto mesmo, pela vossa súplica e pela provisão do Espírito de Jesus Cristo, me redundará em libertação,
20.segundo a minha ardente expectativa e esperança de que em nada serei envergonhado; antes, com toda a ousadia, como sempre, também agora, será Cristo engrandecido no meu corpo, quer pela vida, quer pela morte.
21.Porquanto, para mim, o viver é Cristo, e o morrer é lucro.
22.Entretanto, se o viver na carne traz fruto para o meu trabalho, já não sei o que hei de escolher.
23.Ora, de um e outro lado, estou constrangido, tendo o desejo de partir e estar com Cristo, o que é incomparavelmente melhor.
24.Mas, por vossa causa, é mais necessário permanecer na carne.
25.E, convencido disto, estou certo de que ficarei e permanecerei com todos vós, para o vosso progresso e gozo da fé,
26.a fim de que aumente, quanto a mim, o motivo de vos gloriardes em Cristo Jesus, pela minha presença, de novo, convosco.
A unidade cristã na luta
27.Vivei, acima de tudo, por modo digno do evangelho de Cristo, para que, ou indo ver-vos ou estando ausente, ouça, no tocante a vós outros, que estais firmes em um só espírito, como uma só alma, lutando juntos pela fé evangélica;
28.e que em nada estais intimidados pelos adversários. Pois o que é para eles prova evidente de perdição é, para vós outros, de salvação, e isto da parte de Deus.
29.Porque vos foi concedida a graça de padecerdes por Cristo e não somente de crerdes nele,
30.pois tendes o mesmo combate que vistes em mim e, ainda agora, ouvis que é o meu.
Exortação ao amor fraternal e à humildade
1.Se há, pois, alguma exortação em Cristo, alguma consolação de amor, alguma comunhão do Espírito, se há entranhados afetos e misericórdias,
2.completai a minha alegria, de modo que penseis a mesma coisa, tenhais o mesmo amor, sejais unidos de alma, tendo o mesmo sentimento.
3.Nada façais por partidarismo ou vanglória, mas por humildade, considerando cada um os outros superiores a si mesmo.
4.Não tenha cada um em vista o que é propriamente seu, senão também cada qual o que é dos outros.
O exemplo de Cristo na humilhação
5.Tende em vós o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus,
6.pois ele, subsistindo em forma de Deus, não julgou como usurpação o ser igual a Deus;
7.antes, a si mesmo se esvaziou, assumindo a forma de servo, tornando-se em semelhança de homens; e, reconhecido em figura humana,
8.a si mesmo se humilhou, tornando-se obediente até à morte e morte de cruz.
9.Pelo que também Deus o exaltou sobremaneira e lhe deu o nome que está acima de todo nome,
10.para que ao nome de Jesus se dobre todo joelho, nos céus, na terra e debaixo da terra,
11.e toda língua confesse que Jesus Cristo é Senhor, para glória de Deus Pai.
O desenvolvimento da salvação
12.Assim, pois, amados meus, como sempre obedecestes, não só na minha presença, porém, muito mais agora, na minha ausência, desenvolvei a vossa salvação com temor e tremor;
13.porque Deus é quem efetua em vós tanto o querer como o realizar, segundo a sua boa vontade.
14.Fazei tudo sem murmurações nem contendas,
15.para que vos torneis irrepreensíveis e sinceros, filhos de Deus inculpáveis no meio de uma geração pervertida e corrupta, na qual resplandeceis como luzeiros no mundo,
16.preservando a palavra da vida, para que, no Dia de Cristo, eu me glorie de que não corri em vão, nem me esforcei inutilmente.
17.Entretanto, mesmo que seja eu oferecido por libação sobre o sacrifício e serviço da vossa fé, alegro-me e, com todos vós, me congratulo.
18.Assim, vós também, pela mesma razão, alegrai-vos e congratulai-vos comigo.
Paulo e seus companheiros Timóteo e Epafrodito
19.Espero, porém, no Senhor Jesus, mandar-vos Timóteo, o mais breve possível, a fim de que eu me sinta animado também, tendo conhecimento da vossa situação.
20.Porque a ninguém tenho de igual sentimento que, sinceramente, cuide dos vossos interesses;
21.pois todos eles buscam o que é seu próprio, não o que é de Cristo Jesus.
22.E conheceis o seu caráter provado, pois serviu ao evangelho, junto comigo, como filho ao pai.
23.Este, com efeito, é quem espero enviar, tão logo tenha eu visto a minha situação.
24.E estou persuadido no Senhor de que também eu mesmo, brevemente, irei.
25.Julguei, todavia, necessário mandar até vós Epafrodito, por um lado, meu irmão, cooperador e companheiro de lutas; e, por outro, vosso mensageiro e vosso auxiliar nas minhas necessidades;
26.visto que ele tinha saudade de todos vós e estava angustiado porque ouvistes que adoeceu.
27.Com efeito, adoeceu mortalmente; Deus, porém, se compadeceu dele e não somente dele, mas também de mim, para que eu não tivesse tristeza sobre tristeza.
28.Por isso, tanto mais me apresso em mandá-lo, para que, vendo-o novamente, vos alegreis, e eu tenha menos tristeza.
29.Recebei-o, pois, no Senhor, com toda a alegria, e honrai sempre a homens como esse;
30.visto que, por causa da obra de Cristo, chegou ele às portas da morte e se dispôs a dar a própria vida, para suprir a vossa carência de socorro para comigo.
A exortação referente à alegria cristã
1.Quanto ao mais, irmãos meus, alegrai-vos no Senhor. A mim, não me desgosta e é segurança para vós outros que eu escreva as mesmas coisas.
O aviso contra os falsos mestres
2.Acautelai-vos dos cães! Acautelai-vos dos maus obreiros! Acautelai-vos da falsa circuncisão!
3.Porque nós é que somos a circuncisão, nós que adoramos a Deus no Espírito, e nos gloriamos em Cristo Jesus, e não confiamos na carne.
4.Bem que eu poderia confiar também na carne. Se qualquer outro pensa que pode confiar na carne, eu ainda mais:
5.circuncidado ao oitavo dia, da linhagem de Israel, da tribo de Benjamim, hebreu de hebreus; quanto à lei, fariseu,
6.quanto ao zelo, perseguidor da igreja; quanto à justiça que há na lei, irrepreensível.
7.Mas o que, para mim, era lucro, isto considerei perda por causa de Cristo.
8.Sim, deveras considero tudo como perda, por causa da sublimidade do conhecimento de Cristo Jesus, meu Senhor; por amor do qual perdi todas as coisas e as considero como refugo, para ganhar a Cristo
9.e ser achado nele, não tendo justiça própria, que procede de lei, senão a que é mediante a fé em Cristo, a justiça que procede de Deus, baseada na fé;
10.para o conhecer, e o poder da sua ressurreição, e a comunhão dos seus sofrimentos, conformando-me com ele na sua morte;
11.para, de algum modo, alcançar a ressurreição dentre os mortos.
A soberana vocação
12.Não que eu o tenha já recebido ou tenha já obtido a perfeição; mas prossigo para conquistar aquilo para o que também fui conquistado por Cristo Jesus.
13.Irmãos, quanto a mim, não julgo havê-lo alcançado; mas uma coisa faço: esquecendo-me das coisas que para trás ficam e avançando para as que diante de mim estão,
14.prossigo para o alvo, para o prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus.
15.Todos, pois, que somos perfeitos, tenhamos este sentimento; e, se, porventura, pensais doutro modo, também isto Deus vos esclarecerá.
16.Todavia, andemos de acordo com o que já alcançamos.
Os inimigos da cruz de Cristo
17.Irmãos, sede imitadores meus e observai os que andam segundo o modelo que tendes em nós.
18.Pois muitos andam entre nós, dos quais, repetidas vezes, eu vos dizia e, agora, vos digo, até chorando, que são inimigos da cruz de Cristo.
19.O destino deles é a perdição, o deus deles é o ventre, e a glória deles está na sua infâmia, visto que só se preocupam com as coisas terrenas.
20.Pois a nossa pátria está nos céus, de onde também aguardamos o Salvador, o Senhor Jesus Cristo,
21.o qual transformará o nosso corpo de humilhação, para ser igual ao corpo da sua glória, segundo a eficácia do poder que ele tem de até subordinar a si todas as coisas.
1.Portanto, meus irmãos, amados e mui saudosos, minha alegria e coroa, sim, amados, permanecei, deste modo, firmes no Senhor.
Apelo de Paulo para Evódia e Síntique. Regozijo e oração
2.Rogo a Evódia e rogo a Síntique pensem concordemente, no Senhor.
3.A ti, fiel companheiro de jugo, também peço que as auxilies, pois juntas se esforçaram comigo no evangelho, também com Clemente e com os demais cooperadores meus, cujos nomes se encontram no Livro da Vida.
4.Alegrai-vos sempre no Senhor; outra vez digo: alegrai-vos.
5.Seja a vossa moderação conhecida de todos os homens. Perto está o Senhor.
6.Não andeis ansiosos de coisa alguma; em tudo, porém, sejam conhecidas, diante de Deus, as vossas petições, pela oração e pela súplica, com ações de graças.
7.E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará o vosso coração e a vossa mente em Cristo Jesus.
O em que pensar
8.Finalmente, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é respeitável, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se alguma virtude há e se algum louvor existe, seja isso o que ocupe o vosso pensamento.
9.O que também aprendestes, e recebestes, e ouvistes, e vistes em mim, isso praticai; e o Deus da paz será convosco.
A gratidão de Paulo para com os filipenses
10.Alegrei-me, sobremaneira, no Senhor porque, agora, uma vez mais, renovastes a meu favor o vosso cuidado; o qual também já tínheis antes, mas vos faltava oportunidade.
11.Digo isto, não por causa da pobreza, porque aprendi a viver contente em toda e qualquer situação.
12.Tanto sei estar humilhado como também ser honrado; de tudo e em todas as circunstâncias, já tenho experiência, tanto de fartura como de fome; assim de abundância como de escassez;
13.tudo posso naquele que me fortalece.
14.Todavia, fizestes bem, associando-vos na minha tribulação.
15.E sabeis também vós, ó filipenses, que, no início do evangelho, quando parti da Macedônia, nenhuma igreja se associou comigo no tocante a dar e receber, senão unicamente vós outros;
16.porque até para Tessalônica mandastes não somente uma vez, mas duas, o bastante para as minhas necessidades.
17.Não que eu procure o donativo, mas o que realmente me interessa é o fruto que aumente o vosso crédito.
18.Recebi tudo e tenho abundância; estou suprido, desde que Epafrodito me passou às mãos o que me veio de vossa parte como aroma suave, como sacrifício aceitável e aprazível a Deus.
19.E o meu Deus, segundo a sua riqueza em glória, há de suprir, em Cristo Jesus, cada uma de vossas necessidades.
20.Ora, a nosso Deus e Pai seja a glória pelos séculos dos séculos. Amém!
Saudações e bênção
21.Saudai cada um dos santos em Cristo Jesus. Os irmãos que se acham comigo vos saúdam.
22.Todos os santos vos saúdam, especialmente os da casa de César.
23.A graça do Senhor Jesus Cristo seja com o vosso espírito.
Prefácio e saudação
1.Paulo, apóstolo de Cristo Jesus, por vontade de Deus, e o irmão Timóteo,
2.aos santos e fiéis irmãos em Cristo que se encontram em Colossos, graça e paz a vós outros, da parte de Deus, nosso Pai.
Ação de graças
3.Damos sempre graças a Deus, Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, quando oramos por vós,
4.desde que ouvimos da vossa fé em Cristo Jesus e do amor que tendes para com todos os santos;
5.por causa da esperança que vos está preservada nos céus, da qual antes ouvistes pela palavra da verdade do evangelho,
6.que chegou até vós; como também, em todo o mundo, está produzindo fruto e crescendo, tal acontece entre vós, desde o dia em que ouvistes e entendestes a graça de Deus na verdade;
7.segundo fostes instruídos por Epafras, nosso amado conservo e, quanto a vós outros, fiel ministro de Cristo,
8.o qual também nos relatou do vosso amor no Espírito.
Paulo ora pelos colossenses
9.Por esta razão, também nós, desde o dia em que o ouvimos, não cessamos de orar por vós e de pedir que transbordeis de pleno conhecimento da sua vontade, em toda a sabedoria e entendimento espiritual;
10.a fim de viverdes de modo digno do Senhor, para o seu inteiro agrado, frutificando em toda boa obra e crescendo no pleno conhecimento de Deus;
11.sendo fortalecidos com todo o poder, segundo a força da sua glória, em toda a perseverança e longanimidade; com alegria,
12.dando graças ao Pai, que vos fez idôneos à parte que vos cabe da herança dos santos na luz.
A excelência da pessoa e da obra de Cristo
13.Ele nos libertou do império das trevas e nos transportou para o reino do Filho do seu amor,
14.no qual temos a redenção, a remissão dos pecados.
15.Este é a imagem do Deus invisível, o primogênito de toda a criação;
16.pois, nele, foram criadas todas as coisas, nos céus e sobre a terra, as visíveis e as invisíveis, sejam tronos, sejam soberanias, quer principados, quer potestades. Tudo foi criado por meio dele e para ele.
17.Ele é antes de todas as coisas. Nele, tudo subsiste.
18.Ele é a cabeça do corpo, da igreja. Ele é o princípio, o primogênito de entre os mortos, para em todas as coisas ter a primazia,
19.porque aprouve a Deus que, nele, residisse toda a plenitude
20.e que, havendo feito a paz pelo sangue da sua cruz, por meio dele, reconciliasse consigo mesmo todas as coisas, quer sobre a terra, quer nos céus.
21.E a vós outros também que, outrora, éreis estranhos e inimigos no entendimento pelas vossas obras malignas,
22.agora, porém, vos reconciliou no corpo da sua carne, mediante a sua morte, para apresentar-vos perante ele santos, inculpáveis e irrepreensíveis,
23.se é que permaneceis na fé, alicerçados e firmes, não vos deixando afastar da esperança do evangelho que ouvistes e que foi pregado a toda criatura debaixo do céu, e do qual eu, Paulo, me tornei ministro.
A missão de Paulo. O mistério do evangelho
24.Agora, me regozijo nos meus sofrimentos por vós; e preencho o que resta das aflições de Cristo, na minha carne, a favor do seu corpo, que é a igreja;
25.da qual me tornei ministro de acordo com a dispensação da parte de Deus, que me foi confiada a vosso favor, para dar pleno cumprimento à palavra de Deus:
26.o mistério que estivera oculto dos séculos e das gerações; agora, todavia, se manifestou aos seus santos;
27.aos quais Deus quis dar a conhecer qual seja a riqueza da glória deste mistério entre os gentios, isto é, Cristo em vós, a esperança da glória;
28.o qual nós anunciamos, advertindo a todo homem e ensinando a todo homem em toda a sabedoria, a fim de que apresentemos todo homem perfeito em Cristo;
29.para isso é que eu também me afadigo, esforçando-me o mais possível, segundo a sua eficácia que opera eficientemente em mim.
O interesse de Paulo pelos colossenses
1.Gostaria, pois, que soubésseis quão grande luta venho mantendo por vós, pelos laodicenses e por quantos não me viram face a face;
2.para que o coração deles seja confortado e vinculado juntamente em amor, e eles tenham toda a riqueza da forte convicção do entendimento, para compreenderem plenamente o mistério de Deus, Cristo,
3.em quem todos os tesouros da sabedoria e do conhecimento estão ocultos.
4.Assim digo para que ninguém vos engane com raciocínios falazes.
5.Pois, embora ausente quanto ao corpo, contudo, em espírito, estou convosco, alegrando-me e verificando a vossa boa ordem e a firmeza da vossa fé em Cristo.
O desejo de Paulo pelo progresso espiritual dos colossenses
6.Ora, como recebestes Cristo Jesus, o Senhor, assim andai nele,
7.nele radicados, e edificados, e confirmados na fé, tal como fostes instruídos, crescendo em ações de graças.
A advertência contra falsos ensinos. A divindade de Cristo e a sua obra redentora
8.Cuidado que ninguém vos venha a enredar com sua filosofia e vãs sutilezas, conforme a tradição dos homens, conforme os rudimentos do mundo e não segundo Cristo;
9.porquanto, nele, habita, corporalmente, toda a plenitude da Divindade.
10.Também, nele, estais aperfeiçoados. Ele é o cabeça de todo principado e potestade.
11.Nele, também fostes circuncidados, não por intermédio de mãos, mas no despojamento do corpo da carne, que é a circuncisão de Cristo,
12.tendo sido sepultados, juntamente com ele, no batismo, no qual igualmente fostes ressuscitados mediante a fé no poder de Deus que o ressuscitou dentre os mortos.
13.E a vós outros, que estáveis mortos pelas vossas transgressões e pela incircuncisão da vossa carne, vos deu vida juntamente com ele, perdoando todos os nossos delitos;
14.tendo cancelado o escrito de dívida, que era contra nós e que constava de ordenanças, o qual nos era prejudicial, removeu- o inteiramente, encravando-o na cruz;
15.e, despojando os principados e as potestades, publicamente os expôs ao desprezo, triunfando deles na cruz.
O cerimonialismo, sombra de coisas futuras
16.Ninguém, pois, vos julgue por causa de comida e bebida, ou dia de festa, ou lua nova, ou sábados,
17.porque tudo isso tem sido sombra das coisas que haviam de vir; porém o corpo é de Cristo.
18.Ninguém se faça árbitro contra vós outros, pretextando humildade e culto dos anjos, baseando-se em visões, enfatuado, sem motivo algum, na sua mente carnal,
19.e não retendo a cabeça, da qual todo o corpo, suprido e bem vinculado por suas juntas e ligamentos, cresce o crescimento que procede de Deus.
A obediência a tais práticas não vence o pecado
20.Se morrestes com Cristo para os rudimentos do mundo, por que, como se vivêsseis no mundo, vos sujeitais a ordenanças:
21.não manuseies isto, não proves aquilo, não toques aquiloutro,
22.segundo os preceitos e doutrinas dos homens? Pois que todas estas coisas, com o uso, se destroem.
23.Tais coisas, com efeito, têm aparência de sabedoria, como culto de si mesmo, e de falsa humildade, e de rigor ascético; todavia, não têm valor algum contra a sensualidade.
A união com Cristo glorificado
1.Portanto, se fostes ressuscitados juntamente com Cristo, buscai as coisas lá do alto, onde Cristo vive, assentado à direita de Deus.
2.Pensai nas coisas lá do alto, não nas que são aqui da terra;
3.porque morrestes, e a vossa vida está oculta juntamente com Cristo, em Deus.
4.Quando Cristo, que é a nossa vida, se manifestar, então, vós também sereis manifestados com ele, em glória.
Os resultados dessa união. Os vícios devem ser abandonados
5.Fazei, pois, morrer a vossa natureza terrena: prostituição, impureza, paixão lasciva, desejo maligno e a avareza, que é idolatria;
6.por estas coisas é que vem a ira de Deus sobre os filhos da desobediência.
7.Ora, nessas mesmas coisas andastes vós também, noutro tempo, quando vivíeis nelas.
8.Agora, porém, despojai-vos, igualmente, de tudo isto: ira, indignação, maldade, maledicência, linguagem obscena do vosso falar.
9.Não mintais uns aos outros, uma vez que vos despistes do velho homem com os seus feitos
10.e vos revestistes do novo homem que se refaz para o pleno conhecimento, segundo a imagem daquele que o criou;
11.no qual não pode haver grego nem judeu, circuncisão nem incircuncisão, bárbaro, cita, escravo, livre; porém Cristo é tudo em todos.
As virtudes devem ser cultivadas
12.Revesti-vos, pois, como eleitos de Deus, santos e amados, de ternos afetos de misericórdia, de bondade, de humildade, de mansidão, de longanimidade.
13.Suportai-vos uns aos outros, perdoai-vos mutuamente, caso alguém tenha motivo de queixa contra outrem. Assim como o Senhor vos perdoou, assim também perdoai vós;
14.acima de tudo isto, porém, esteja o amor, que é o vínculo da perfeição.
15.Seja a paz de Cristo o árbitro em vosso coração, à qual, também, fostes chamados em um só corpo; e sede agradecidos.
16.Habite, ricamente, em vós a palavra de Cristo; instruí-vos e aconselhai-vos mutuamente em toda a sabedoria, louvando a Deus, com salmos, e hinos, e cânticos espirituais, com gratidão, em vosso coração.
17.E tudo o que fizerdes, seja em palavra, seja em ação, fazei-o em nome do Senhor Jesus, dando por ele graças a Deus Pai.
Os deveres da família
18.Esposas, sede submissas ao próprio marido, como convém no Senhor.
19.Maridos, amai vossa esposa e não a trateis com amargura.
20.Filhos, em tudo obedecei a vossos pais; pois fazê-lo é grato diante do Senhor.
21.Pais, não irriteis os vossos filhos, para que não fiquem desanimados.
22.Servos, obedecei em tudo ao vosso senhor segundo a carne, não servindo apenas sob vigilância, visando tão-somente agradar homens, mas em singeleza de coração, temendo ao Senhor.
23.Tudo quanto fizerdes, fazei-o de todo o coração, como para o Senhor e não para homens,
24.cientes de que recebereis do Senhor a recompensa da herança. A Cristo, o Senhor, é que estais servindo;
25.pois aquele que faz injustiça receberá em troco a injustiça feita; e nisto não há acepção de pessoas.
1.Senhores, tratai os servos com justiça e com eqüidade, certos de que também vós tendes Senhor no céu.
A oração e a prudência
2.Perseverai na oração, vigiando com ações de graças.
3.Suplicai, ao mesmo tempo, também por nós, para que Deus nos abra porta à palavra, a fim de falarmos do mistério de Cristo, pelo qual também estou algemado;
4.para que eu o manifeste, como devo fazer.
5.Portai-vos com sabedoria para com os que são de fora; aproveitai as oportunidades.
6.A vossa palavra seja sempre agradável, temperada com sal, para saberdes como deveis responder a cada um.
Tíquico e Onésimo
7.Quanto à minha situação, Tíquico, irmão amado, e fiel ministro, e conservo no Senhor, de tudo vos informará.
8.Eu vo-lo envio com o expresso propósito de vos dar conhecimento da nossa situação e de alentar o vosso coração.
9.Em sua companhia, vos envio Onésimo, o fiel e amado irmão, que é do vosso meio. Eles vos farão saber tudo o que por aqui ocorre.
As saudações finais
10.Saúda-vos Aristarco, prisioneiro comigo, e Marcos, primo de Barnabé ( sobre quem recebestes instruções; se ele for ter convosco, acolhei-o ),
11.e Jesus, conhecido por Justo, os quais são os únicos da circuncisão que cooperam pessoalmente comigo pelo reino de Deus. Eles têm sido o meu lenitivo.
12.Saúda-vos Epafras, que é dentre vós, servo de Cristo Jesus, o qual se esforça sobremaneira, continuamente, por vós nas orações, para que vos conserveis perfeitos e plenamente convictos em toda a vontade de Deus.
13.E dele dou testemunho de que muito se preocupa por vós, pelos de Laodicéia e pelos de Hierápolis.
14.Saúda-vos Lucas, o médico amado, e também Demas.
15.Saudai os irmãos de Laodicéia, e Ninfa, e à igreja que ela hospeda em sua casa.
16.E, uma vez lida esta epístola perante vós, providenciai por que seja também lida na igreja dos laodicenses; e a dos de Laodicéia, lede-a igualmente perante vós.
17.Também dizei a Arquipo: atenta para o ministério que recebeste no Senhor, para o cumprires.
Saudação pessoal. A bênção
18.A saudação é de próprio punho: Paulo. Lembrai-vos das minhas algemas. A graça seja convosco.
Almeida Revista e Atualizada, ARA © Copyright 1993
Sociedade Bíblica do Brasil.
Todos os direitos reservados.
Saiba mais sobre a Sociedade Bíblica do Brasil em sbb.org.br.
A Sociedade Bíblica do Brasil trabalha para que a Bíblia esteja, efetivamente, ao alcance de todos e seja lida por todos.
A SBB é uma entidade sem fins lucrativos, dedicada a promover o desenvolvimento integral do ser humano.
Você também pode ajudar a causa da Bíblia!