Desafio dos 90 dias

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Contra inimigos e perfídias
1.Livra-me, SENHOR, do homem perverso, guarda-me do homem violento,
2.cujo coração maquina iniqüidades e vive forjando contendas.
3.Aguçam a língua como a serpente; sob os lábios têm veneno de áspide.
4.Guarda-me, SENHOR, da mão dos ímpios, preserva-me do homem violento, os quais se empenham por me desviar os passos.
5.Os soberbos ocultaram armadilhas e cordas contra mim, estenderam-me uma rede à beira do caminho, armaram ciladas contra mim.
6.Digo ao SENHOR: tu és o meu Deus; acode, SENHOR, à voz das minhas súplicas.
7.Ó SENHOR, força da minha salvação, tu me protegeste a cabeça no dia da batalha.
8.Não concedas, SENHOR, ao ímpio os seus desejos; não permitas que vingue o seu mau propósito.
9.Se exaltam a cabeça os que me cercam, cubra-os a maldade dos seus lábios.
10.Caiam sobre eles brasas vivas, sejam atirados ao fogo, lançados em abismos para que não mais se levantem.
11.O caluniador não se estabelecerá na terra; ao homem violento, o mal o perseguirá com golpe sobre golpe.
12.Sei que o SENHOR manterá a causa do oprimido e o direito do necessitado.
13.Assim, os justos renderão graças ao teu nome; os retos habitarão na tua presença.
Oração vespertina por santificação e proteção
1.SENHOR, a ti clamo, dá-te pressa em me acudir; inclina os ouvidos à minha voz, quando te invoco.
2.Suba à tua presença a minha oração, como incenso, e seja o erguer de minhas mãos como oferenda vespertina.
3.Põe guarda, SENHOR, à minha boca; vigia a porta dos meus lábios.
4.Não permitas que meu coração se incline para o mal, para a prática da perversidade na companhia de homens que são malfeitores; e não coma eu das suas iguarias.
5.Fira-me o justo, será isso mercê; repreenda-me, será como óleo sobre a minha cabeça, a qual não há de rejeitá-lo. Continuarei a orar enquanto os perversos praticam maldade.
6.Os seus juízes serão precipitados penha abaixo, mas ouvirão as minhas palavras, que são agradáveis,
7.ainda que sejam espalhados os meus ossos à boca da sepultura, quando se lavra e sulca a terra.
8.Pois em ti, SENHOR Deus, estão fitos os meus olhos: em ti confio; não desampares a minha alma.
9.Guarda-me dos laços que me armaram e das armadilhas dos que praticam iniqüidade.
10.Caiam os ímpios nas suas próprias redes, enquanto eu, nesse meio tempo, me salvo incólume.
1.Ao SENHOR ergo a minha voz e clamo, com a minha voz suplico ao SENHOR.
2.Derramo perante ele a minha queixa, à sua presença exponho a minha tribulação.
3.Quando dentro de mim me esmorece o espírito, conheces a minha vereda. No caminho em que ando, me ocultam armadilha.
4.Olha à minha direita e vê, pois não há quem me reconheça, nenhum lugar de refúgio, ninguém que por mim se interesse.
5.A ti clamo, SENHOR, e digo: tu és o meu refúgio, o meu quinhão na terra dos viventes.
6.Atende o meu clamor, pois me vejo muito fraco. Livra-me dos meus perseguidores, porque são mais fortes do que eu.
7.Tira a minha alma do cárcere, para que eu dê graças ao teu nome; os justos me rodearão, quando me fizeres esse bem.
Súplica por libertação
1.Atende, SENHOR, a minha oração, dá ouvidos às minhas súplicas. Responde-me, segundo a tua fidelidade, segundo a tua justiça.
2.Não entres em juízo com o teu servo, porque à tua vista não há justo nenhum vivente.
3.Pois o inimigo me tem perseguido a alma; tem arrojado por terra a minha vida; tem-me feito habitar na escuridão, como aqueles que morreram há muito.
4.Por isso, dentro de mim esmorece o meu espírito, e o coração se vê turbado.
5.Lembro-me dos dias de outrora, penso em todos os teus feitos e considero nas obras das tuas mãos.
6.A ti levanto as mãos; a minha alma anseia por ti, como terra sedenta.
7.Dá-te pressa, SENHOR, em responder-me; o espírito me desfalece; não me escondas a tua face, para que eu não me torne como os que baixam à cova.
8.Faze-me ouvir, pela manhã, da tua graça, pois em ti confio; mostra-me o caminho por onde devo andar, porque a ti elevo a minha alma.
9.Livra-me, SENHOR, dos meus inimigos; pois em ti é que me refugio.
10.Ensina-me a fazer a tua vontade, pois tu és o meu Deus; guie-me o teu bom Espírito por terreno plano.
11.Vivifica-me, SENHOR, por amor do teu nome; por amor da tua justiça, tira da tribulação a minha alma.
12.E, por tua misericórdia, dá cabo dos meus inimigos e destrói todos os que me atribulam a alma, pois eu sou teu servo.
Ações de graças pela proteção de Deus
1.Bendito seja o SENHOR, rocha minha, que me adestra as mãos para a batalha e os dedos, para a guerra;
2.minha misericórdia e fortaleza minha, meu alto refúgio e meu libertador, meu escudo, aquele em quem confio e quem me submete o meu povo.
3.SENHOR, que é o homem para que dele tomes conhecimento? E o filho do homem, para que o estimes?
4.O homem é como um sopro; os seus dias, como a sombra que passa.
5.Abaixa, SENHOR, os teus céus e desce; toca os montes, e fumegarão.
6.Despede relâmpagos e dispersa os meus inimigos; arremessa as tuas flechas e desbarata-os.
7.Estende a mão lá do alto; livra-me e arrebata-me das muitas águas e do poder de estranhos,
8.cuja boca profere mentiras, e cuja direita é direita de falsidade.
9.A ti, ó Deus, entoarei novo cântico; no saltério de dez cordas, te cantarei louvores.
10.É ele quem dá aos reis a vitória; quem livra da espada maligna a Davi, seu servo.
11.Livra-me e salva-me do poder de estranhos, cuja boca profere mentiras, e cuja direita é direita de falsidade.
12.Que nossos filhos sejam, na sua mocidade, como plantas viçosas, e nossas filhas, como pedras angulares, lavradas como colunas de palácio;
13.que transbordem os nossos celeiros, atulhados de toda sorte de provisões; que os nossos rebanhos produzam a milhares e a dezenas de milhares, em nossos campos;
14.que as nossas vacas andem pejadas, não lhes haja rotura, nem mau sucesso. Não haja gritos de lamento em nossas praças.
15.Bem-aventurado o povo a quem assim sucede! Sim, bem-aventurado é o povo cujo Deus é o SENHOR!
A bondade, grandeza e providência de Deus
1.Exaltar-te-ei, ó Deus meu e Rei; bendirei o teu nome para todo o sempre.
2.Todos os dias te bendirei e louvarei o teu nome para todo o sempre.
3.Grande é o SENHOR e mui digno de ser louvado; a sua grandeza é insondável.
4.Uma geração louvará a outra geração as tuas obras e anunciará os teus poderosos feitos.
5.Meditarei no glorioso esplendor da tua majestade e nas tuas maravilhas.
6.Falar-se-á do poder dos teus feitos tremendos, e contarei a tua grandeza.
7.Divulgarão a memória de tua muita bondade e com júbilo celebrarão a tua justiça.
8.Benigno e misericordioso é o SENHOR, tardio em irar-se e de grande clemência.
9.O SENHOR é bom para todos, e as suas ternas misericórdias permeiam todas as suas obras.
10.Todas as tuas obras te renderão graças, SENHOR; e os teus santos te bendirão.
11.Falarão da glória do teu reino e confessarão o teu poder,
12.para que aos filhos dos homens se façam notórios os teus poderosos feitos e a glória da majestade do teu reino.
13.O teu reino é o de todos os séculos, e o teu domínio subsiste por todas as gerações. O SENHOR é fiel em todas as suas palavras e santo em todas as suas obras.
14.O SENHOR sustém os que vacilam e apruma todos os prostrados.
15.Em ti esperam os olhos de todos, e tu, a seu tempo, lhes dás o alimento.
16.Abres a mão e satisfazes de benevolência a todo vivente.
17.Justo é o SENHOR em todos os seus caminhos, benigno em todas as suas obras.
18.Perto está o SENHOR de todos os que o invocam, de todos os que o invocam em verdade.
19.Ele acode à vontade dos que o temem; atende-lhes o clamor e os salva.
20.O SENHOR guarda a todos os que o amam; porém os ímpios serão exterminados.
21.Profira a minha boca louvores ao SENHOR, e toda carne louve o seu santo nome, para todo o sempre.
A fraqueza do homem e a fidelidade de Deus
1.Aleluia! Louva, ó minha alma, ao SENHOR.
2.Louvarei ao SENHOR durante a minha vida; cantarei louvores ao meu Deus, enquanto eu viver.
3.Não confieis em príncipes, nem nos filhos dos homens, em quem não há salvação.
4.Sai-lhes o espírito, e eles tornam ao pó; nesse mesmo dia, perecem todos os seus desígnios.
5.Bem-aventurado aquele que tem o Deus de Jacó por seu auxílio, cuja esperança está no SENHOR, seu Deus,
6.que fez os céus e a terra, o mar e tudo o que neles há e mantém para sempre a sua fidelidade.
7.Que faz justiça aos oprimidos e dá pão aos que têm fome. O SENHOR liberta os encarcerados.
8.O SENHOR abre os olhos aos cegos, o SENHOR levanta os abatidos, o SENHOR ama os justos.
9.O SENHOR guarda o peregrino, ampara o órfão e a viúva, porém transtorna o caminho dos ímpios.
10.O SENHOR reina para sempre; o teu Deus, ó Sião, reina de geração em geração. Aleluia!
Louvor ao Deus Todo-Poderoso
1.Louvai ao SENHOR, porque é bom e amável cantar louvores ao nosso Deus; fica-lhe bem o cântico de louvor.
2.O SENHOR edifica Jerusalém e congrega os dispersos de Israel;
3.sara os de coração quebrantado e lhes pensa as feridas.
4.Conta o número das estrelas, chamando-as todas pelo seu nome.
5.Grande é o Senhor nosso e mui poderoso; o seu entendimento não se pode medir.
6.O SENHOR ampara os humildes e dá com os ímpios em terra.
7.Cantai ao SENHOR com ações de graças; entoai louvores, ao som da harpa, ao nosso Deus,
8.que cobre de nuvens os céus, prepara a chuva para a terra, faz brotar nos montes a erva
9.e dá o alimento aos animais e aos filhos dos corvos, quando clamam.
10.Não faz caso da força do cavalo, nem se compraz nos músculos do guerreiro.
11.Agrada-se o SENHOR dos que o temem e dos que esperam na sua misericórdia.
12.Louva, Jerusalém, ao SENHOR; louva, Sião, ao teu Deus.
13.Pois ele reforçou as trancas das tuas portas e abençoou os teus filhos, dentro de ti;
14.estabeleceu a paz nas tuas fronteiras e te farta com o melhor do trigo.
15.Ele envia as suas ordens à terra, e sua palavra corre velozmente;
16.dá a neve como lã e espalha a geada como cinza.
17.Ele arroja o seu gelo em migalhas; quem resiste ao seu frio?
18.Manda a sua palavra e o derrete; faz soprar o vento, e as águas correm.
19.Mostra a sua palavra a Jacó, as suas leis e os seus preceitos, a Israel.
20.Não fez assim a nenhuma outra nação; todas ignoram os seus preceitos. Aleluia!
Um coro de aleluias
1.Aleluia! Louvai ao SENHOR do alto dos céus, louvai-o nas alturas.
2.Louvai-o, todos os seus anjos; louvai-o, todas as suas legiões celestes.
3.Louvai-o, sol e lua; louvai-o, todas as estrelas luzentes.
4.Louvai-o, céus dos céus e as águas que estão acima do firmamento.
5.Louvem o nome do SENHOR, pois mandou ele, e foram criados.
6.E os estabeleceu para todo o sempre; fixou-lhes uma ordem que não passará.
7.Louvai ao SENHOR da terra, monstros marinhos e abismos todos;
8.fogo e saraiva, neve e vapor e ventos procelosos que lhe executam a palavra;
9.montes e todos os outeiros, árvores frutíferas e todos os cedros;
10.feras e gados, répteis e voláteis;
11.reis da terra e todos os povos, príncipes e todos os juízes da terra;
12.rapazes e donzelas, velhos e crianças.
13.Louvem o nome do SENHOR, porque só o seu nome é excelso; a sua majestade é acima da terra e do céu.
14.Ele exalta o poder do seu povo, o louvor de todos os seus santos, dos filhos de Israel, povo que lhe é chegado. Aleluia!
Os fiéis louvam a Deus
1.Aleluia! Cantai ao SENHOR um novo cântico e o seu louvor, na assembléia dos santos.
2.Regozije-se Israel no seu Criador, exultem no seu Rei os filhos de Sião.
3.Louvem-lhe o nome com flauta; cantem-lhe salmos com adufe e harpa.
4.Porque o SENHOR se agrada do seu povo e de salvação adorna os humildes.
5.Exultem de glória os santos, no seu leito cantem de júbilo.
6.Nos seus lábios estejam os altos louvores de Deus, nas suas mãos, espada de dois gumes,
7.para exercer vingança entre as nações e castigo sobre os povos;
8.para meter os seus reis em cadeias e os seus nobres, em grilhões de ferro;
9.para executar contra eles a sentença escrita, o que será honra para todos os seus santos. Aleluia!
Doxologia final
1.Aleluia! Louvai a Deus no seu santuário; louvai-o no firmamento, obra do seu poder.
2.Louvai-o pelos seus poderosos feitos; louvai-o consoante a sua muita grandeza.
3.Louvai-o ao som da trombeta; louvai-o com saltério e com harpa.
4.Louvai-o com adufes e danças; louvai-o com instrumentos de cordas e com flautas.
5.Louvai-o com címbalos sonoros; louvai-o com címbalos retumbantes.
6.Todo ser que respira louve ao SENHOR. Aleluia!
Uso dos provérbios
1.Provérbios de Salomão, filho de Davi, o rei de Israel.
2.Para aprender a sabedoria e o ensino; para entender as palavras de inteligência;
3.para obter o ensino do bom proceder, a justiça, o juízo e a eqüidade;
4.para dar aos simples prudência e aos jovens, conhecimento e bom siso.
5.Ouça o sábio e cresça em prudência; e o instruído adquira habilidade
6.para entender provérbios e parábolas, as palavras e enigmas dos sábios.
7.O temor do SENHOR é o princípio do saber, mas os loucos desprezam a sabedoria e o ensino.
Contra as seduções dos pecadores
8.Filho meu, ouve o ensino de teu pai e não deixes a instrução de tua mãe.
9.Porque serão diadema de graça para a tua cabeça e colares, para o teu pescoço.
10.Filho meu, se os pecadores querem seduzir-te, não o consintas.
11.Se disserem: Vem conosco, embosquemo-nos para derramar sangue, espreitemos, ainda que sem motivo, os inocentes;
12.traguemo-los vivos, como o abismo, e inteiros, como os que descem à cova;
13.acharemos toda sorte de bens preciosos; encheremos de despojos a nossa casa;
14.lança a tua sorte entre nós; teremos todos uma só bolsa.
15.Filho meu, não te ponhas a caminho com eles; guarda das suas veredas os pés;
16.porque os seus pés correm para o mal e se apressam a derramar sangue.
17.Pois debalde se estende a rede à vista de qualquer ave.
18.Estes se emboscam contra o seu próprio sangue e a sua própria vida espreitam.
19.Tal é a sorte de todo ganancioso; e este espírito de ganância tira a vida de quem o possui.
Clama a Sabedoria
20.Grita na rua a Sabedoria, nas praças, levanta a voz;
21.do alto dos muros clama, à entrada das portas e nas cidades profere as suas palavras:
22.Até quando, ó néscios, amareis a necedade? E vós, escarnecedores, desejareis o escárnio? E vós, loucos, aborrecereis o conhecimento?
23.Atentai para a minha repreensão; eis que derramarei copiosamente para vós outros o meu espírito e vos farei saber as minhas palavras.
24.Mas, porque clamei, e vós recusastes; porque estendi a mão, e não houve quem atendesse;
25.antes, rejeitastes todo o meu conselho e não quisestes a minha repreensão;
26.também eu me rirei na vossa desventura, e, em vindo o vosso terror, eu zombarei,
27.em vindo o vosso terror como a tempestade, em vindo a vossa perdição como o redemoinho, quando vos chegar o aperto e a angústia.
28.Então, me invocarão, mas eu não responderei; procurar-me-ão, porém não me hão de achar.
29.Porquanto aborreceram o conhecimento e não preferiram o temor do SENHOR;
30.não quiseram o meu conselho e desprezaram toda a minha repreensão.
31.Portanto, comerão do fruto do seu procedimento e dos seus próprios conselhos se fartarão.
32.Os néscios são mortos por seu desvio, e aos loucos a sua impressão de bem-estar os leva à perdição.
33.Mas o que me der ouvidos habitará seguro, tranqüilo e sem temor do mal.
A excelência da sabedoria
1.Filho meu, se aceitares as minhas palavras e esconderes contigo os meus mandamentos,
2.para fazeres atento à sabedoria o teu ouvido e para inclinares o coração ao entendimento,
3.e, se clamares por inteligência, e por entendimento alçares a voz,
4.se buscares a sabedoria como a prata e como a tesouros escondidos a procurares,
5.então, entenderás o temor do SENHOR e acharás o conhecimento de Deus.
6.Porque o SENHOR dá a sabedoria, e da sua boca vem a inteligência e o entendimento.
7.Ele reserva a verdadeira sabedoria para os retos; é escudo para os que caminham na sinceridade,
8.guarda as veredas do juízo e conserva o caminho dos seus santos.
9.Então, entenderás justiça, juízo e eqüidade, todas as boas veredas.
10.Porquanto a sabedoria entrará no teu coração, e o conhecimento será agradável à tua alma.
11.O bom siso te guardará, e a inteligência te conservará;
12.para te livrar do caminho do mal e do homem que diz coisas perversas;
13.dos que deixam as veredas da retidão, para andarem pelos caminhos das trevas;
14.que se alegram de fazer o mal, folgam com as perversidades dos maus,
15.seguem veredas tortuosas e se desviam nos seus caminhos;
16.para te livrar da mulher adúltera, da estrangeira, que lisonjeia com palavras,
17.a qual deixa o amigo da sua mocidade e se esquece da aliança do seu Deus;
18.porque a sua casa se inclina para a morte, e as suas veredas, para o reino das sombras da morte;
19.todos os que se dirigem a essa mulher não voltarão e não atinarão com as veredas da vida.
20.Assim, andarás pelo caminho dos homens de bem e guardarás as veredas dos justos.
21.Porque os retos habitarão a terra, e os íntegros permanecerão nela.
22.Mas os perversos serão eliminados da terra, e os aleivosos serão dela desarraigados.
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