A majestade e o poder de Deus
1.Conhecido é Deus em Judá; grande, o seu nome em Israel.
2.Em Salém, está o seu tabernáculo, e, em Sião, a sua morada.
3.Ali, despedaçou ele os relâmpagos do arco, o escudo, a espada e a batalha.
4.Tu és ilustre e mais glorioso do que os montes eternos.
5.Despojados foram os de ânimo forte; jazem a dormir o seu sono, e nenhum dos valentes pode valer-se das próprias mãos.
6.Ante a tua repreensão, ó Deus de Jacó, paralisaram carros e cavalos.
7.Tu, sim, tu és terrível; se te iras, quem pode subsistir à tua vista?
8.Desde os céus fizeste ouvir o teu juízo; tremeu a terra e se aquietou,
9.ao levantar-se Deus para julgar e salvar todos os humildes da terra.
10.Pois até a ira humana há de louvar-te; e do resíduo das iras te cinges.
11.Fazei votos e pagai-os ao SENHOR, vosso Deus; tragam presentes todos os que o rodeiam, àquele que deve ser temido.
12.Ele quebranta o orgulho dos príncipes; é tremendo aos reis da terra.
As grandes obras e a misericórdia de Deus
1.Elevo a Deus a minha voz e clamo, elevo a Deus a minha voz, para que me atenda.
2.No dia da minha angústia, procuro o Senhor; erguem-se as minhas mãos durante a noite e não se cansam; a minha alma recusa consolar-se.
3.Lembro-me de Deus e passo a gemer; medito, e me desfalece o espírito.
4.Não me deixas pregar os olhos; tão perturbado estou, que nem posso falar.
5.Penso nos dias de outrora, trago à lembrança os anos de passados tempos.
6.De noite indago o meu íntimo, e o meu espírito perscruta.
7.Rejeita o Senhor para sempre? Acaso, não torna a ser propício?
8.Cessou perpetuamente a sua graça? Caducou a sua promessa para todas as gerações?
9.Esqueceu-se Deus de ser benigno? Ou, na sua ira, terá ele reprimido as suas misericórdias?
10.Então, disse eu: isto é a minha aflição; mudou-se a destra do Altíssimo.
11.Recordo os feitos do SENHOR, pois me lembro das tuas maravilhas da antiguidade.
12.Considero também nas tuas obras todas e cogito dos teus prodígios.
13.O teu caminho, ó Deus, é de santidade. Que deus é tão grande como o nosso Deus?
14.Tu és o Deus que operas maravilhas e, entre os povos, tens feito notório o teu poder.
15.Com o teu braço remiste o teu povo, os filhos de Jacó e de José.
16.Viram-te as águas, ó Deus; as águas te viram e temeram, até os abismos se abalaram.
17.Grossas nuvens se desfizeram em água; houve trovões nos espaços; também as suas setas cruzaram de uma parte para outra.
18.O ribombar do teu trovão ecoou na redondeza; os relâmpagos alumiaram o mundo; a terra se abalou e tremeu.
19.Pelo mar foi o teu caminho; as tuas veredas, pelas grandes águas; e não se descobrem os teus vestígios.
20.O teu povo, tu o conduziste, como rebanho, pelas mãos de Moisés e de Arão.
A providência divina na história do seu povo
1.Escutai, povo meu, a minha lei; prestai ouvidos às palavras da minha boca.
2.Abrirei os lábios em parábolas e publicarei enigmas dos tempos antigos.
3.O que ouvimos e aprendemos, o que nos contaram nossos pais,
4.não o encobriremos a seus filhos; contaremos à vindoura geração os louvores do SENHOR, e o seu poder, e as maravilhas que fez.
5.Ele estabeleceu um testemunho em Jacó, e instituiu uma lei em Israel, e ordenou a nossos pais que os transmitissem a seus filhos,
6.a fim de que a nova geração os conhecesse, filhos que ainda hão de nascer se levantassem e por sua vez os referissem aos seus descendentes;
7.para que pusessem em Deus a sua confiança e não se esquecessem dos feitos de Deus, mas lhe observassem os mandamentos;
8.e que não fossem, como seus pais, geração obstinada e rebelde, geração de coração inconstante, e cujo espírito não foi fiel a Deus.
9.Os filhos de Efraim, embora armados de arco, bateram em retirada no dia do combate.
10.Não guardaram a aliança de Deus, não quiseram andar na sua lei;
11.esqueceram-se das suas obras e das maravilhas que lhes mostrara.
12.Prodígios fez na presença de seus pais na terra do Egito, no campo de Zoã.
13.Dividiu o mar e fê-los seguir; aprumou as águas como num dique.
14.Guiou-os de dia com uma nuvem e durante a noite com um clarão de fogo.
15.No deserto, fendeu rochas e lhes deu a beber abundantemente como de abismos.
16.Da pedra fez brotar torrentes, fez manar água como rios.
17.Mas, ainda assim, prosseguiram em pecar contra ele e se rebelaram, no deserto, contra o Altíssimo.
18.Tentaram a Deus no seu coração, pedindo alimento que lhes fosse do gosto.
19.Falaram contra Deus, dizendo: Pode, acaso, Deus preparar-nos mesa no deserto?
20.Com efeito, feriu ele a rocha, e dela manaram águas, transbordaram caudais. Pode ele dar-nos pão também? Ou fornecer carne para o seu povo?
21.Ouvindo isto, o SENHOR ficou indignado; acendeu-se fogo contra Jacó, e também se levantou o seu furor contra Israel;
22.porque não creram em Deus, nem confiaram na sua salvação.
23.Nada obstante, ordenou às alturas e abriu as portas dos céus;
24.fez chover maná sobre eles, para alimentá-los, e lhes deu cereal do céu.
25.Comeu cada qual o pão dos anjos; enviou-lhes ele comida a fartar.
26.Fez soprar no céu o vento do Oriente e pelo seu poder conduziu o vento do Sul.
27.Também fez chover sobre eles carne como poeira e voláteis como areia dos mares.
28.Fê-los cair no meio do arraial deles, ao redor de suas tendas.
29.Então, comeram e se fartaram a valer; pois lhes fez o que desejavam.
30.Porém não reprimiram o apetite. Tinham ainda na boca o alimento,
31.quando se elevou contra eles a ira de Deus, e entre os seus mais robustos semeou a morte, e prostrou os jovens de Israel.
32.Sem embargo disso, continuaram a pecar e não creram nas suas maravilhas.
33.Por isso, ele fez que os seus dias se dissipassem num sopro e os seus anos, em súbito terror.
34.Quando os fazia morrer, então, o buscavam; arrependidos, procuravam a Deus.
35.Lembravam-se de que Deus era a sua rocha e o Deus Altíssimo, o seu redentor.
36.Lisonjeavam-no, porém de boca, e com a língua lhe mentiam.
37.Porque o coração deles não era firme para com ele, nem foram fiéis à sua aliança.
38.Ele, porém, que é misericordioso, perdoa a iniqüidade e não destrói; antes, muitas vezes desvia a sua ira e não dá largas a toda a sua indignação.
39.Lembra-se de que eles são carne, vento que passa e já não volta.
40.Quantas vezes se rebelaram contra ele no deserto e na solidão o provocaram!
41.Tornaram a tentar a Deus, agravaram o Santo de Israel.
42.Não se lembraram do poder dele, nem do dia em que os resgatou do adversário;
43.de como no Egito operou ele os seus sinais e os seus prodígios, no campo de Zoã;
44.e converteu em sangue os rios deles, para que das suas correntes não bebessem.
45.Enviou contra eles enxames de moscas que os devorassem e rãs que os destruíssem.
46.Entregou às larvas as suas colheitas e aos gafanhotos, o fruto do seu trabalho.
47.Com chuvas de pedra lhes destruiu as vinhas e os seus sicômoros, com geada.
48.Entregou à saraiva o gado deles e aos raios, os seus rebanhos.
49.Lançou contra eles o furor da sua ira: cólera, indignação e calamidade, legião de anjos portadores de males.
50.Deu livre curso à sua ira; não poupou da morte a alma deles, mas entregou-lhes a vida à pestilência.
51.Feriu todos os primogênitos no Egito, as primícias da virilidade nas tendas de Cam.
52.Fez sair o seu povo como ovelhas e o guiou pelo deserto, como um rebanho.
53.Dirigiu-o com segurança, e não temeram, ao passo que o mar submergiu os seus inimigos.
54.Levou-os até à sua terra santa, até ao monte que a sua destra adquiriu.
55.Da presença deles expulsou as nações, cuja região repartiu com eles por herança; e nas suas tendas fez habitar as tribos de Israel.
56.Ainda assim, tentaram o Deus Altíssimo, e a ele resistiram, e não lhe guardaram os testemunhos.
57.Tornaram atrás e se portaram aleivosamente como seus pais; desviaram-se como um arco enganoso.
58.Pois o provocaram com os seus altos e o incitaram a zelos com as suas imagens de escultura.
59.Deus ouviu isso, e se indignou, e sobremodo se aborreceu de Israel.
60.Por isso, abandonou o tabernáculo de Siló, a tenda de sua morada entre os homens,
61.e passou a arca da sua força ao cativeiro, e a sua glória, à mão do adversário.
62.Entregou o seu povo à espada e se encolerizou contra a sua própria herança.
63.O fogo devorou os jovens deles, e as suas donzelas não tiveram canto nupcial.
64.Os seus sacerdotes caíram à espada, e as suas viúvas não fizeram lamentações.
65.Então, o Senhor despertou como de um sono, como um valente que grita excitado pelo vinho;
66.fez recuar a golpes os seus adversários e lhes cominou perpétuo desprezo.
67.Além disso, rejeitou a tenda de José e não elegeu a tribo de Efraim.
68.Escolheu, antes, a tribo de Judá, o monte Sião, que ele amava.
69.E construiu o seu santuário durável como os céus e firme como a terra que fundou para sempre.
70.Também escolheu a Davi, seu servo, e o tomou dos redis das ovelhas;
71.tirou-o do cuidado das ovelhas e suas crias, para ser o pastor de Jacó, seu povo, e de Israel, sua herança.
72.E ele os apascentou consoante a integridade do seu coração e os dirigiu com mãos precavidas.
O povo pede castigo contra os inimigos
1.Ó Deus, as nações invadiram a tua herança, profanaram o teu santo templo, reduziram Jerusalém a um montão de ruínas.
2.Deram os cadáveres dos teus servos por cibo às aves dos céus e a carne dos teus santos, às feras da terra.
3.Derramaram como água o sangue deles ao redor de Jerusalém, e não houve quem lhes desse sepultura.
4.Tornamo-nos o opróbrio dos nossos vizinhos, o escárnio e a zombaria dos que nos rodeiam.
5.Até quando, SENHOR? Será para sempre a tua ira? Arderá como fogo o teu zelo?
6.Derrama o teu furor sobre as nações que te não conhecem e sobre os reinos que não invocam o teu nome.
7.Porque eles devoraram a Jacó e lhe assolaram as moradas.
8.Não recordes contra nós as iniqüidades de nossos pais; apressem-se ao nosso encontro as tuas misericórdias, pois estamos sobremodo abatidos.
9.Assiste-nos, ó Deus e Salvador nosso, pela glória do teu nome; livra-nos e perdoa-nos os pecados, por amor do teu nome.
10.Por que diriam as nações: Onde está o seu Deus? Seja, à nossa vista, manifesta entre as nações a vingança do sangue que dos teus servos é derramado.
11.Chegue à tua presença o gemido do cativo; consoante a grandeza do teu poder, preserva os sentenciados à morte.
12.Retribui, Senhor, aos nossos vizinhos, sete vezes tanto, o opróbrio com que te vituperaram.
13.Quanto a nós, teu povo e ovelhas do teu pasto, para sempre te daremos graças; de geração em geração proclamaremos os teus louvores.
Pedindo restaurações
1.Dá ouvidos, ó pastor de Israel, tu que conduzes a José como um rebanho; tu que estás entronizado acima dos querubins, mostra o teu esplendor.
2.Perante Efraim, Benjamim e Manassés, desperta o teu poder e vem salvar-nos.
3.Restaura-nos, ó Deus; faze resplandecer o teu rosto, e seremos salvos.
4.Ó SENHOR, Deus dos Exércitos, até quando estarás indignado contra a oração do teu povo?
5.Dás-lhe a comer pão de lágrimas e a beber copioso pranto.
6.Constituis-nos em contendas para os nossos vizinhos, e os nossos inimigos zombam de nós a valer.
7.Restaura-nos, ó Deus dos Exércitos; faze resplandecer o teu rosto, e seremos salvos.
8.Trouxeste uma videira do Egito, expulsaste as nações e a plantaste.
9.Dispuseste-lhe o terreno, ela deitou profundas raízes e encheu a terra.
10.Com a sombra dela os montes se cobriram, e, com os seus sarmentos, os cedros de Deus.
11.Estendeu ela a sua ramagem até ao mar e os seus rebentos, até ao rio.
12.Por que lhe derribaste as cercas, de sorte que a vindimam todos os que passam pelo caminho?
13.O javali da selva a devasta, e nela se repastam os animais que pululam no campo.
14.Ó Deus dos Exércitos, volta-te, nós te rogamos, olha do céu, e vê, e visita esta vinha;
15.protege o que a tua mão direita plantou, o sarmento que para ti fortaleceste.
16.Está queimada, está decepada. Pereçam os nossos inimigos pela repreensão do teu rosto.
17.Seja a tua mão sobre o povo da tua destra, sobre o filho do homem que fortaleceste para ti.
18.E assim não nos apartaremos de ti; vivifica-nos, e invocaremos o teu nome.
19.Restaura-nos, ó SENHOR, Deus dos Exércitos, faze resplandecer o teu rosto, e seremos salvos.
Exortação a louvor e obediência
1.Cantai de júbilo a Deus, força nossa; celebrai o Deus de Jacó.
2.Salmodiai e fazei soar o tamboril, a suave harpa com o saltério.
3.Tocai a trombeta na Festa da Lua Nova, na lua cheia, dia da nossa festa.
4.É preceito para Israel, é prescrição do Deus de Jacó.
5.Ele o ordenou, como lei, a José, ao sair contra a terra do Egito. Ouço uma linguagem que eu não conhecera.
6.Livrei os seus ombros do peso, e suas mãos foram livres dos cestos.
7.Clamaste na angústia, e te livrei; do recôndito do trovão eu te respondi e te experimentei junto às águas de Meribá.
8.Ouve, povo meu, quero exortar-te. Ó Israel, se me escutasses!
9.Não haja no meio de ti deus alheio, nem te prostres ante deus estranho.
10.Eu sou o SENHOR, teu Deus, que te tirei da terra do Egito. Abre bem a boca, e ta encherei.
11.Mas o meu povo não me quis escutar a voz, e Israel não me atendeu.
12.Assim, deixei-o andar na teimosia do seu coração; siga os seus próprios conselhos.
13.Ah! Se o meu povo me escutasse, se Israel andasse nos meus caminhos!
14.Eu, de pronto, lhe abateria o inimigo e deitaria mão contra os seus adversários.
15.Os que aborrecem ao SENHOR se lhe submeteriam, e isto duraria para sempre.
16.Eu o sustentaria com o trigo mais fino e o saciaria com o mel que escorre da rocha.
Julgamento de Deus contra as nações inimigas
1.Ó Deus, não te cales; não te emudeças, nem fiques inativo, ó Deus!
2.Os teus inimigos se alvoroçam, e os que te odeiam levantam a cabeça.
3.Tramam astutamente contra o teu povo e conspiram contra os teus protegidos.
4.Dizem: Vinde, risquemo-los de entre as nações; e não haja mais memória do nome de Israel.
5.Pois tramam concordemente e firmam aliança contra ti
6.as tendas de Edom e os ismaelitas, Moabe e os hagarenos,
7.Gebal, Amom e Amaleque, a Filístia como os habitantes de Tiro;
8.também a Assíria se alia com eles, e se constituem braço forte aos filhos de Ló.
9.Faze-lhes como fizeste a Midiã, como a Sísera, como a Jabim na ribeira de Quisom;
10.os quais pereceram em En-Dor; tornaram-se adubo para a terra.
11.Sejam os seus nobres como Orebe e como Zeebe, e os seus príncipes, como Zeba e como Zalmuna,
12.que disseram: Apoderemo-nos das habitações de Deus.
13.Deus meu, faze-os como folhas impelidas por um remoinho, como a palha ao léu do vento.
14.Como o fogo devora um bosque e a chama abrasa os montes,
15.assim, persegue-os com a tua tempestade e amedronta-os com o teu vendaval.
16.Enche-lhes o rosto de ignomínia, para que busquem o teu nome, SENHOR.
17.Sejam envergonhados e confundidos perpetuamente; perturbem-se e pereçam.
18.E reconhecerão que só tu, cujo nome é SENHOR, és o Altíssimo sobre toda a terra.
Pede-se o perdão de Deus
1.Favoreceste, SENHOR, a tua terra; restauraste a prosperidade de Jacó.
2.Perdoaste a iniqüidade de teu povo, encobriste os seus pecados todos.
3.A tua indignação, reprimiste-a toda, do furor da tua ira te desviaste.
4.Restabelece-nos, ó Deus da nossa salvação, e retira de sobre nós a tua ira.
5.Estarás para sempre irado contra nós? Prolongarás a tua ira por todas as gerações?
6.Porventura, não tornarás a vivificar-nos, para que em ti se regozije o teu povo?
7.Mostra-nos, SENHOR, a tua misericórdia e concede-nos a tua salvação.
8.Escutarei o que Deus, o SENHOR, disser, pois falará de paz ao seu povo e aos seus santos; e que jamais caiam em insensatez.
9.Próxima está a sua salvação dos que o temem, para que a glória assista em nossa terra.
10.Encontraram-se a graça e a verdade, a justiça e a paz se beijaram.
11.Da terra brota a verdade, dos céus a justiça baixa o seu olhar.
12.Também o SENHOR dará o que é bom, e a nossa terra produzirá o seu fruto.
13.A justiça irá adiante dele, cujas pegadas ela transforma em caminhos.
Súplica e confiança
1.Inclina, SENHOR, os ouvidos e responde-me, pois estou aflito e necessitado.
2.Preserva a minha alma, pois eu sou piedoso; tu, ó Deus meu, salva o teu servo que em ti confia.
3.Compadece-te de mim, ó Senhor, pois a ti clamo de contínuo.
4.Alegra a alma do teu servo, porque a ti, Senhor, elevo a minha alma.
5.Pois tu, Senhor, és bom e compassivo; abundante em benignidade para com todos os que te invocam.
6.Escuta, SENHOR, a minha oração e atende à voz das minhas súplicas.
7.No dia da minha angústia, clamo a ti, porque me respondes.
8.Não há entre os deuses semelhante a ti, Senhor; e nada existe que se compare às tuas obras.
9.Todas as nações que fizeste virão, prostrar-se-ão diante de ti, Senhor, e glorificarão o teu nome.
10.Pois tu és grande e operas maravilhas; só tu és Deus!
11.Ensina-me, SENHOR, o teu caminho, e andarei na tua verdade; dispõe-me o coração para só temer o teu nome.
12.Dar-te-ei graças, Senhor, Deus meu, de todo o coração, e glorificarei para sempre o teu nome.
13.Pois grande é a tua misericórdia para comigo, e me livraste a alma do mais profundo poder da morte.
14.Ó Deus, os soberbos se têm levantado contra mim, e um bando de violentos atenta contra a minha vida; eles não te consideram.
15.Mas tu, Senhor, és Deus compassivo e cheio de graça, paciente e grande em misericórdia e em verdade.
16.Volta-te para mim e compadece-te de mim; concede a tua força ao teu servo e salva o filho da tua serva.
17.Mostra-me um sinal do teu favor, para que o vejam e se envergonhem os que me aborrecem; pois tu, SENHOR, me ajudas e me consolas.
Almeida Revista e Atualizada, ARA © Copyright 1993
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