Desafio dos 90 dias

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A vaidade do homem
1.Povos todos, escutai isto; dai ouvidos, moradores todos da terra,
2.tanto plebeus como os de fina estirpe, todos juntamente, ricos e pobres.
3.Os meus lábios falarão sabedoria, e o meu coração terá pensamentos judiciosos.
4.Inclinarei os ouvidos a uma parábola, decifrarei o meu enigma ao som da harpa.
5.Por que hei de eu temer nos dias da tribulação, quando me salteia a iniqüidade dos que me perseguem,
6.dos que confiam nos seus bens e na sua muita riqueza se gloriam?
7.Ao irmão, verdadeiramente, ninguém o pode remir, nem pagar por ele a Deus o seu resgate
8.( Pois a redenção da alma deles é caríssima, e cessará a tentativa para sempre. ),
9.para que continue a viver perpetuamente e não veja a cova;
10.porquanto vê-se morrerem os sábios e perecerem tanto o estulto como o inepto, os quais deixam a outros as suas riquezas.
11.O seu pensamento íntimo é que as suas casas serão perpétuas e, as suas moradas, para todas as gerações; chegam a dar seu próprio nome às suas terras.
12.Todavia, o homem não permanece em sua ostentação; é, antes, como os animais, que perecem.
13.Tal proceder é estultícia deles; assim mesmo os seus seguidores aplaudem o que eles dizem.
14.Como ovelhas são postos na sepultura; a morte é o seu pastor; eles descem diretamente para a cova, onde a sua formosura se consome; a sepultura é o lugar em que habitam.
15.Mas Deus remirá a minha alma do poder da morte, pois ele me tomará para si.
16.Não temas, quando alguém se enriquecer, quando avultar a glória de sua casa;
17.pois, em morrendo, nada levará consigo, a sua glória não o acompanhará.
18.Ainda que durante a vida ele se tenha lisonjeado, e ainda que o louvem quando faz o bem a si mesmo,
19.irá ter com a geração de seus pais, os quais já não verão a luz.
20.O homem, revestido de honrarias, mas sem entendimento, é, antes, como os animais, que perecem.
A essência do culto a Deus
1.Fala o Poderoso, o SENHOR Deus, e chama a terra desde o Levante até ao Poente.
2.Desde Sião, excelência de formosura, resplandece Deus.
3.Vem o nosso Deus e não guarda silêncio; perante ele arde um fogo devorador, ao seu redor esbraveja grande tormenta.
4.Intima os céus lá em cima e a terra, para julgar o seu povo.
5.Congregai os meus santos, os que comigo fizeram aliança por meio de sacrifícios.
6.Os céus anunciam a sua justiça, porque é o próprio Deus que julga.
7.Escuta, povo meu, e eu falarei; ó Israel, e eu testemunharei contra ti. Eu sou Deus, o teu Deus.
8.Não te repreendo pelos teus sacrifícios, nem pelos teus holocaustos continuamente perante mim.
9.De tua casa não aceitarei novilhos, nem bodes, dos teus apriscos.
10.Pois são meus todos os animais do bosque e as alimárias aos milhares sobre as montanhas.
11.Conheço todas as aves dos montes, e são meus todos os animais que pululam no campo.
12.Se eu tivesse fome, não to diria, pois o mundo é meu e quanto nele se contém.
13.Acaso, como eu carne de touros? Ou bebo sangue de cabritos?
14.Oferece a Deus sacrifício de ações de graças e cumpre os teus votos para com o Altíssimo;
15.invoca-me no dia da angústia; eu te livrarei, e tu me glorificarás.
16.Mas ao ímpio diz Deus: De que te serve repetires os meus preceitos e teres nos lábios a minha aliança,
17.uma vez que aborreces a disciplina e rejeitas as minhas palavras?
18.Se vês um ladrão, tu te comprazes nele e aos adúlteros te associas.
19.Soltas a boca para o mal, e a tua língua trama enganos.
20.Sentas-te para falar contra teu irmão e difamas o filho de tua mãe.
21.Tens feito estas coisas, e eu me calei; pensavas que eu era teu igual; mas eu te argüirei e porei tudo à tua vista.
22.Considerai, pois, nisto, vós que vos esqueceis de Deus, para que não vos despedace, sem haver quem vos livre.
23.O que me oferece sacrifício de ações de graças, esse me glorificará; e ao que prepara o seu caminho, dar-lhe-ei que veja a salvação de Deus.
1.Compadece-te de mim, ó Deus, segundo a tua benignidade; e, segundo a multidão das tuas misericórdias, apaga as minhas transgressões.
2.Lava-me completamente da minha iniqüidade e purifica-me do meu pecado.
3.Pois eu conheço as minhas transgressões, e o meu pecado está sempre diante de mim.
4.Pequei contra ti, contra ti somente, e fiz o que é mal perante os teus olhos, de maneira que serás tido por justo no teu falar e puro no teu julgar.
5.Eu nasci na iniqüidade, e em pecado me concebeu minha mãe.
6.Eis que te comprazes na verdade no íntimo e no recôndito me fazes conhecer a sabedoria.
7.Purifica-me com hissopo, e ficarei limpo; lava-me, e ficarei mais alvo que a neve.
8.Faze-me ouvir júbilo e alegria, para que exultem os ossos que esmagaste.
9.Esconde o rosto dos meus pecados e apaga todas as minhas iniqüidades.
10.Cria em mim, ó Deus, um coração puro e renova dentro de mim um espírito inabalável.
11.Não me repulses da tua presença, nem me retires o teu Santo Espírito.
12.Restitui-me a alegria da tua salvação e sustenta-me com um espírito voluntário.
13.Então, ensinarei aos transgressores os teus caminhos, e os pecadores se converterão a ti.
14.Livra-me dos crimes de sangue, ó Deus, Deus da minha salvação, e a minha língua exaltará a tua justiça.
15.Abre, Senhor, os meus lábios, e a minha boca manifestará os teus louvores.
16.Pois não te comprazes em sacrifícios; do contrário, eu tos daria; e não te agradas de holocaustos.
17.Sacrifícios agradáveis a Deus são o espírito quebrantado; coração compungido e contrito, não o desprezarás, ó Deus.
18.Faze bem a Sião, segundo a tua boa vontade; edifica os muros de Jerusalém.
19.Então, te agradarás dos sacrifícios de justiça, dos holocaustos e das ofertas queimadas; e sobre o teu altar se oferecerão novilhos.
1.Por que te glorias na maldade, ó homem poderoso? Pois a bondade de Deus dura para sempre.
2.A tua língua urde planos de destruição; é qual navalha afiada, ó praticadora de enganos!
3.Amas o mal antes que o bem; preferes mentir a falar retamente.
4.Amas todas as palavras devoradoras, ó língua fraudulenta!
5.Também Deus te destruirá para sempre; há de arrebatar-te e arrancar-te da tua tenda e te extirpará da terra dos viventes.
6.Os justos hão de ver tudo isso, temerão e se rirão dele, dizendo:
7.Eis o homem que não fazia de Deus a sua fortaleza; antes, confiava na abundância dos seus próprios bens e na sua perversidade se fortalecia.
8.Quanto a mim, porém, sou como a oliveira verdejante, na Casa de Deus; confio na misericórdia de Deus para todo o sempre.
9.Dar-te-ei graças para sempre, porque assim o fizeste; na presença dos teus fiéis, esperarei no teu nome, porque é bom.
A corrupção do pecador e sua redenção
1.Diz o insensato no seu coração: Não há Deus. Corrompem-se e praticam iniqüidade; já não há quem faça o bem.
2.Do céu, olha Deus para os filhos dos homens, para ver se há quem entenda, se há quem busque a Deus.
3.Todos se extraviaram e juntamente se corromperam; não há quem faça o bem, não há nem sequer um.
4.Acaso, não entendem os obreiros da iniqüidade? Esses, que devoram o meu povo como quem come pão? Eles não invocam a Deus.
5.Tomam-se de grande pavor, onde não há a quem temer; porque Deus dispersa os ossos daquele que te sitia; tu os envergonhas, porque Deus os rejeita.
6.Quem me dera que de Sião viesse já o livramento de Israel! Quando Deus restaurar a sorte do seu povo, então, exultará Jacó, e Israel se alegrará.
1.Ó Deus, salva-me, pelo teu nome, e faze-me justiça, pelo teu poder.
2.Escuta, ó Deus, a minha oração, dá ouvidos às palavras da minha boca.
3.Pois contra mim se levantam os insolentes, e os violentos procuram tirar-me a vida; não têm Deus diante de si.
4.Eis que Deus é o meu ajudador, o SENHOR é quem me sustenta a vida.
5.Ele retribuirá o mal aos meus opressores; por tua fidelidade dá cabo deles.
6.Oferecer-te-ei voluntariamente sacrifícios; louvarei o teu nome, ó SENHOR, porque é bom.
7.Pois me livrou de todas as tribulações; e os meus olhos se enchem com a ruína dos meus inimigos.
Que os traidores sejam destruídos
1.Dá ouvidos, ó Deus, à minha oração; não te escondas da minha súplica.
2.Atende-me e responde-me; sinto-me perplexo em minha queixa e ando perturbado,
3.por causa do clamor do inimigo e da opressão do ímpio; pois sobre mim lançam calamidade e furiosamente me hostilizam.
4.Estremece-me no peito o coração, terrores de morte me salteiam;
5.temor e tremor me sobrevêm, e o horror se apodera de mim.
6.Então, disse eu: quem me dera asas como de pomba! Voaria e acharia pouso.
7.Eis que fugiria para longe e ficaria no deserto.
8.Dar-me-ia pressa em abrigar-me do vendaval e da procela.
9.Destrói, Senhor, e confunde os seus conselhos, porque vejo violência e contenda na cidade.
10.Dia e noite giram nas suas muralhas, e, muros a dentro, campeia a perversidade e a malícia;
11.há destruição no meio dela; das suas praças não se apartam a opressão e o engano.
12.Com efeito, não é inimigo que me afronta; se o fosse, eu o suportaria; nem é o que me odeia quem se exalta contra mim, pois dele eu me esconderia;
13.mas és tu, homem meu igual, meu companheiro e meu íntimo amigo.
14.Juntos andávamos, juntos nos entretínhamos e íamos com a multidão à Casa de Deus.
15.A morte os assalte, e vivos desçam à cova! Porque há maldade nas suas moradas e no seu íntimo.
16.Eu, porém, invocarei a Deus, e o SENHOR me salvará.
17.À tarde, pela manhã e ao meio-dia, farei as minhas queixas e lamentarei; e ele ouvirá a minha voz.
18.Livra-me a alma, em paz, dos que me perseguem; pois são muitos contra mim.
19.Deus ouvirá e lhes responderá, ele, que preside desde a eternidade, porque não há neles mudança nenhuma, e não temem a Deus.
20.Tal homem estendeu as mãos contra os que tinham paz com ele; corrompeu a sua aliança.
21.A sua boca era mais macia que a manteiga, porém no coração havia guerra; as suas palavras eram mais brandas que o azeite; contudo, eram espadas desembainhadas.
22.Confia os teus cuidados ao SENHOR, e ele te susterá; jamais permitirá que o justo seja abalado.
23.Tu, porém, ó Deus, os precipitarás à cova profunda; homens sanguinários e fraudulentos não chegarão à metade dos seus dias; eu, todavia, confiarei em ti.
1.Tem misericórdia de mim, ó Deus, porque o homem procura ferir-me; e me oprime pelejando todo o dia.
2.Os que me espreitam continuamente querem ferir-me; e são muitos os que atrevidamente me combatem.
3.Em me vindo o temor, hei de confiar em ti.
4.Em Deus, cuja palavra eu exalto, neste Deus ponho a minha confiança e nada temerei. Que me pode fazer um mortal?
5.Todo o dia torcem as minhas palavras; os seus pensamentos são todos contra mim para o mal.
6.Ajuntam-se, escondem-se, espionam os meus passos, como aguardando a hora de me darem cabo da vida.
7.Dá-lhes a retribuição segundo a sua iniqüidade. Derriba os povos, ó Deus, na tua ira!
8.Contaste os meus passos quando sofri perseguições; recolheste as minhas lágrimas no teu odre; não estão elas inscritas no teu livro?
9.No dia em que eu te invocar, baterão em retirada os meus inimigos; bem sei isto: que Deus é por mim.
10.Em Deus, cuja palavra eu louvo, no SENHOR, cuja palavra eu louvo,
11.neste Deus ponho a minha confiança e nada temerei. Que me pode fazer o homem?
12.Os votos que fiz, eu os manterei, ó Deus; render-te-ei ações de graças.
13.Pois da morte me livraste a alma, sim, livraste da queda os meus pés, para que eu ande na presença de Deus, na luz da vida.
1.Tem misericórdia de mim, ó Deus, tem misericórdia, pois em ti a minha alma se refugia; à sombra das tuas asas me abrigo, até que passem as calamidades.
2.Clamarei ao Deus Altíssimo, ao Deus que por mim tudo executa.
3.Ele dos céus me envia o seu auxílio e me livra; cobre de vergonha os que me ferem. Envia a sua misericórdia e a sua fidelidade.
4.Acha-se a minha alma entre leões, ávidos de devorar os filhos dos homens; lanças e flechas são os seus dentes, espada afiada, a sua língua.
5.Sê exaltado, ó Deus, acima dos céus; e em toda a terra esplenda a tua glória.
6.Armaram rede aos meus passos, a minha alma está abatida; abriram cova diante de mim, mas eles mesmos caíram nela.
7.Firme está o meu coração, ó Deus, o meu coração está firme; cantarei e entoarei louvores.
8.Desperta, ó minha alma! Despertai, lira e harpa! Quero acordar a alva.
9.Render-te-ei graças entre os povos; cantar-te-ei louvores entre as nações.
10.Pois a tua misericórdia se eleva até aos céus, e a tua fidelidade, até às nuvens.
11.Sê exaltado, ó Deus, acima dos céus; e em toda a terra esplenda a tua glória.
A sorte dos ímpios
1.Falais verdadeiramente justiça, ó juízes? Julgais com retidão os filhos dos homens?
2.Longe disso; antes, no íntimo engendrais iniqüidades e distribuís na terra a violência de vossas mãos.
3.Desviam-se os ímpios desde a sua concepção; nascem e já se desencaminham, proferindo mentiras.
4.Têm peçonha semelhante à peçonha da serpente; são como a víbora surda, que tapa os ouvidos,
5.para não ouvir a voz dos encantadores, do mais fascinante em encantamentos.
6.Ó Deus, quebra-lhes os dentes na boca; arranca, SENHOR, os queixais aos leõezinhos.
7.Desapareçam como águas que se escoam; ao dispararem flechas, fiquem elas embotadas.
8.Sejam como a lesma, que passa diluindo-se; como o aborto de mulher, não vejam nunca o sol.
9.Como espinheiros, antes que vossas panelas sintam deles o calor, tanto os verdes como os que estão em brasa serão arrebatados como por um redemoinho.
10.Alegrar-se-á o justo quando vir a vingança; banhará os pés no sangue do ímpio.
11.Então, se dirá: Na verdade, há recompensa para o justo; há um Deus, com efeito, que julga na terra.
1.Livra-me, Deus meu, dos meus inimigos; põe-me acima do alcance dos meus adversários.
2.Livra-me dos que praticam a iniqüidade e salva-me dos homens sanguinários,
3.pois que armam ciladas à minha alma; contra mim se reúnem os fortes, sem transgressão minha, ó SENHOR, ou pecado meu.
4.Sem culpa minha, eles se apressam e investem; desperta, vem ao meu encontro e vê.
5.Tu, SENHOR, Deus dos Exércitos, és o Deus de Israel; desperta, pois, e vem de encontro a todas as nações; não te compadeças de nenhum dos que traiçoeiramente praticam a iniqüidade.
6.Ao anoitecer, uivam como cães, à volta da cidade.
7.Alardeiam de boca; em seus lábios há espadas. Pois dizem eles: Quem há que nos escute?
8.Mas tu, SENHOR, te rirás deles; zombarás de todas as nações.
9.Em ti, força minha, esperarei; pois Deus é meu alto refúgio.
10.Meu Deus virá ao meu encontro com a sua benignidade, Deus me fará ver o meu desejo sobre os meus inimigos.
11.Não os mates, para que o meu povo não se esqueça; dispersa-os pelo teu poder e abate-os, ó Senhor, escudo nosso.
12.Pelo pecado de sua boca, pelas palavras dos seus lábios, na sua própria soberba sejam enredados e pela abominação e mentiras que proferem.
13.Consome-os com indignação, consome-os, de sorte que jamais existam e se saiba que reina Deus em Jacó, até aos confins da terra.
14.Ao anoitecer, uivam como cães, à volta da cidade.
15.Vagueiam à procura de comida e, se não se fartam, então, rosnam.
16.Eu, porém, cantarei a tua força; pela manhã louvarei com alegria a tua misericórdia; pois tu me tens sido alto refúgio e proteção no dia da minha angústia.
17.A ti, força minha, cantarei louvores, porque Deus é meu alto refúgio, é o Deus da minha misericórdia.
1.Ó Deus, tu nos rejeitaste e nos dispersaste; tens estado indignado; oh! Restabelece-nos!
2.Abalaste a terra, fendeste-a; repara-lhe as brechas, pois ela ameaça ruir.
3.Fizeste o teu povo experimentar reveses e nos deste a beber vinho que atordoa.
4.Deste um estandarte aos que te temem, para fugirem de diante do arco.
5.Para que os teus amados sejam livres, salva com a tua destra e responde-nos.
6.Falou Deus na sua santidade: Exultarei; dividirei Siquém e medirei o vale de Sucote.
7.Meu é Gileade, meu é Manassés; Efraim é a defesa de minha cabeça; Judá é o meu cetro.
8.Moabe, porém, é a minha bacia de lavar; sobre Edom atirarei a minha sandália; sobre a Filístia jubilarei.
9.Quem me conduzirá à cidade fortificada? Quem me guiará até Edom?
10.Não nos rejeitaste, ó Deus? Tu não sais, ó Deus, com os nossos exércitos!
11.Presta-nos auxílio na angústia, pois vão é o socorro do homem.
12.Em Deus faremos proezas, porque ele mesmo calca aos pés os nossos adversários.
Oração pelo rei
1.Ouve, ó Deus, a minha súplica; atende à minha oração.
2.Desde os confins da terra clamo por ti, no abatimento do meu coração. Leva-me para a rocha que é alta demais para mim;
3.pois tu me tens sido refúgio e torre forte contra o inimigo.
4.Assista eu no teu tabernáculo, para sempre; no esconderijo das tuas asas, eu me abrigo.
5.Pois ouviste, ó Deus, os meus votos e me deste a herança dos que temem o teu nome.
6.Dias sobre dias acrescentas ao rei; duram os seus anos gerações após gerações.
7.Permaneça para sempre diante de Deus; concede-lhe que a bondade e a fidelidade o preservem.
8.Assim, salmodiarei o teu nome para sempre, para cumprir, dia após dia, os meus votos.
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