Desafio dos 90 dias

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As três festas dos judeus
1.Guarda o mês de abibe e celebra a Páscoa do SENHOR, teu Deus; porque, no mês de abibe, o SENHOR, teu Deus, te tirou do Egito, de noite.
2.Então, sacrificarás como oferta de Páscoa ao SENHOR, teu Deus, do rebanho e do gado, no lugar que o SENHOR escolher para ali fazer habitar o seu nome.
3.Nela, não comerás levedado; sete dias, nela, comerás pães asmos, pão de aflição ( porquanto, apressadamente, saíste da terra do Egito ), para que te lembres, todos os dias da tua vida, do dia em que saíste da terra do Egito.
4.Fermento não se achará contigo por sete dias, em todo o teu território; também da carne que sacrificares à tarde, no primeiro dia, nada ficará até pela manhã.
5.Não poderás sacrificar a Páscoa em nenhuma das tuas cidades que te dá o SENHOR, teu Deus,
6.senão no lugar que o SENHOR, teu Deus, escolher para fazer habitar o seu nome, ali sacrificarás a Páscoa à tarde, ao pôr-do-sol, ao tempo em que saíste do Egito.
7.Então, a cozerás e comerás no lugar que o SENHOR, teu Deus, escolher; sairás pela manhã e voltarás às tuas tendas.
8.Seis dias comerás pães asmos, e, no sétimo dia, é solenidade ao SENHOR, teu Deus; nenhuma obra farás.
9.Sete semanas contarás; quando a foice começar na seara, entrarás a contar as sete semanas.
10.E celebrarás a Festa das Semanas ao SENHOR, teu Deus, com ofertas voluntárias da tua mão, segundo o SENHOR, teu Deus, te houver abençoado.
11.Alegrar-te-ás perante o SENHOR, teu Deus, tu, e o teu filho, e a tua filha, e o teu servo, e a tua serva, e o levita que está dentro da tua cidade, e o estrangeiro, e o órfão, e a viúva que estão no meio de ti, no lugar que o SENHOR, teu Deus, escolher para ali fazer habitar o seu nome.
12.Lembrar-te-ás de que foste servo no Egito, e guardarás estes estatutos, e os cumprirás.
13.A Festa dos Tabernáculos, celebrá-la-ás por sete dias, quando houveres recolhido da tua eira e do teu lagar.
14.Alegrar-te-ás, na tua festa, tu, e o teu filho, e a tua filha, e o teu servo, e a tua serva, e o levita, e o estrangeiro, e o órfão, e a viúva que estão dentro das tuas cidades.
15.Sete dias celebrarás a festa ao SENHOR, teu Deus, no lugar que o SENHOR escolher, porque o SENHOR, teu Deus, há de abençoar-te em toda a tua colheita e em toda obra das tuas mãos, pelo que de todo te alegrarás.
16.Três vezes no ano, todo varão entre ti aparecerá perante o SENHOR, teu Deus, no lugar que escolher, na Festa dos Pães Asmos, e na Festa das Semanas, e na Festa dos Tabernáculos; porém não aparecerá de mãos vazias perante o SENHOR;
17.cada um oferecerá na proporção em que possa dar, segundo a bênção que o SENHOR, seu Deus, lhe houver concedido.
Deveres dos juízes
18.Juízes e oficiais constituirás em todas as tuas cidades que o SENHOR, teu Deus, te der entre as tuas tribos, para que julguem o povo com reto juízo.
19.Não torcerás a justiça, não farás acepção de pessoas, nem tomarás suborno; porquanto o suborno cega os olhos dos sábios e subverte a causa dos justos.
20.A justiça seguirás, somente a justiça, para que vivas e possuas em herança a terra que te dá o SENHOR, teu Deus.
21.Não estabelecerás poste-ídolo, plantando qualquer árvore junto ao altar do SENHOR, teu Deus, que fizeres para ti.
22.Nem levantarás coluna, a qual o SENHOR, teu Deus, odeia.
O castigo da idolatria
1.Não sacrificarás ao SENHOR, teu Deus, novilho ou ovelha em que haja imperfeição ou algum defeito grave; pois é abominação ao SENHOR, teu Deus.
2.Quando no meio de ti, em alguma das tuas cidades que te dá o SENHOR, teu Deus, se achar algum homem ou mulher que proceda mal aos olhos do SENHOR, teu Deus, transgredindo a sua aliança,
3.que vá, e sirva a outros deuses, e os adore, ou ao sol, ou à lua, ou a todo o exército do céu, o que eu não ordenei;
4.e te seja denunciado, e o ouvires; então, indagarás bem; e eis que, sendo verdade e certo que se fez tal abominação em Israel,
5.então, levarás o homem ou a mulher que fez este malefício às tuas portas e os apedrejarás, até que morram.
6.Por depoimento de duas ou três testemunhas, será morto o que houver de morrer; por depoimento de uma só testemunha, não morrerá.
7.A mão das testemunhas será a primeira contra ele, para matá-lo; e, depois, a mão de todo o povo; assim, eliminarás o mal do meio de ti.
Julgamento de questões difíceis
8.Quando alguma coisa te for difícil demais em juízo, entre caso e caso de homicídio, e de demanda e demanda, e de violência e violência, e outras questões de litígio, então, te levantarás e subirás ao lugar que o SENHOR, teu Deus, escolher.
9.Virás aos levitas sacerdotes e ao juiz que houver naqueles dias; inquirirás, e te anunciarão a sentença do juízo.
10.E farás segundo o mandado da palavra que te anunciarem do lugar que o SENHOR escolher; e terás cuidado de fazer consoante tudo o que te ensinarem.
11.Segundo o mandado da lei que te ensinarem e de acordo com o juízo que te disserem, farás; da sentença que te anunciarem não te desviarás, nem para a direita nem para a esquerda.
12.O homem, pois, que se houver soberbamente, não dando ouvidos ao sacerdote, que está ali para servir ao SENHOR, teu Deus, nem ao juiz, esse morrerá; e eliminarás o mal de Israel,
13.para que todo o povo o ouça, tema e jamais se ensoberbeça.
A eleição e os deveres de um rei
14.Quando entrares na terra que te dá o SENHOR, teu Deus, e a possuíres, e nela habitares, e disseres: Estabelecerei sobre mim um rei, como todas as nações que se acham em redor de mim,
15.estabelecerás, com efeito, sobre ti como rei aquele que o SENHOR, teu Deus, escolher; homem estranho, que não seja dentre os teus irmãos, não estabelecerás sobre ti, e sim um dentre eles.
16.Porém este não multiplicará para si cavalos, nem fará voltar o povo ao Egito, para multiplicar cavalos; pois o SENHOR vos disse: Nunca mais voltareis por este caminho.
17.Tampouco para si multiplicará mulheres, para que o seu coração se não desvie; nem multiplicará muito para si prata ou ouro.
18.Também, quando se assentar no trono do seu reino, escreverá para si um traslado desta lei num livro, do que está diante dos levitas sacerdotes.
19.E o terá consigo e nele lerá todos os dias da sua vida, para que aprenda a temer o SENHOR, seu Deus, a fim de guardar todas as palavras desta lei e estes estatutos, para os cumprir.
20.Isto fará para que o seu coração não se eleve sobre os seus irmãos e não se aparte do mandamento, nem para a direita nem para a esquerda; de sorte que prolongue os dias no seu reino, ele e seus filhos no meio de Israel.
A herança e os direitos dos sacerdotes e dos levitas
1.Os sacerdotes levitas e toda a tribo de Levi não terão parte nem herança em Israel; das ofertas queimadas ao SENHOR e daquilo que lhes é devido comerão.
2.Pelo que não terão herança no meio de seus irmãos; o SENHOR é a sua herança, como lhes tem dito.
3.Será este, pois, o direito devido aos sacerdotes, da parte do povo, dos que oferecerem sacrifício, seja gado ou rebanho: que darão ao sacerdote a espádua, e as queixadas, e o bucho.
4.Dar-lhe-ás as primícias do teu cereal, do teu vinho e do teu azeite e as primícias da tosquia das tuas ovelhas.
5.Porque o SENHOR, teu Deus, o escolheu de entre todas as tuas tribos para ministrar em o nome do SENHOR, ele e seus filhos, todos os dias.
6.Quando vier um levita de alguma das tuas cidades de todo o Israel, onde ele habita, e vier com todo o desejo da sua alma ao lugar que o SENHOR escolheu,
7.e ministrar em o nome do SENHOR, seu Deus, como também todos os seus irmãos, os levitas, que assistem ali perante o SENHOR,
8.porção igual à deles terá para comer, além das vendas do seu patrimônio.
Contra os adivinhos e os feiticeiros
9.Quando entrares na terra que o SENHOR, teu Deus, te der, não aprenderás a fazer conforme as abominações daqueles povos.
10.Não se achará entre ti quem faça passar pelo fogo o seu filho ou a sua filha, nem adivinhador, nem prognosticador, nem agoureiro, nem feiticeiro;
11.nem encantador, nem necromante, nem mágico, nem quem consulte os mortos;
12.pois todo aquele que faz tal coisa é abominação ao SENHOR; e por estas abominações o SENHOR, teu Deus, os lança de diante de ti.
13.Perfeito serás para com o SENHOR, teu Deus.
14.Porque estas nações que hás de possuir ouvem os prognosticadores e os adivinhadores; porém a ti o SENHOR, teu Deus, não permitiu tal coisa.
A promessa do grande profeta
15.O SENHOR, teu Deus, te suscitará um profeta do meio de ti, de teus irmãos, semelhante a mim; a ele ouvirás,
16.segundo tudo o que pediste ao SENHOR, teu Deus, em Horebe, quando reunido o povo: Não ouvirei mais a voz do SENHOR, meu Deus, nem mais verei este grande fogo, para que não morra.
17.Então, o SENHOR me disse: Falaram bem aquilo que disseram.
18.Suscitar-lhes-ei um profeta do meio de seus irmãos, semelhante a ti, em cuja boca porei as minhas palavras, e ele lhes falará tudo o que eu lhe ordenar.
19.De todo aquele que não ouvir as minhas palavras, que ele falar em meu nome, disso lhe pedirei contas.
20.Porém o profeta que presumir de falar alguma palavra em meu nome, que eu lhe não mandei falar, ou o que falar em nome de outros deuses, esse profeta será morto.
21.Se disseres no teu coração: Como conhecerei a palavra que o SENHOR não falou?
22.Sabe que, quando esse profeta falar em nome do SENHOR, e a palavra dele se não cumprir, nem suceder, como profetizou, esta é palavra que o SENHOR não disse; com soberba, a falou o tal profeta; não tenhas temor dele.
Seis cidades de refúgio
1.Quando o SENHOR, teu Deus, eliminar as nações cuja terra te dará o SENHOR, teu Deus, e as desapossares e morares nas suas cidades e nas suas casas,
2.três cidades separarás no meio da tua terra que te dará o SENHOR, teu Deus, para a possuíres.
3.Preparar-te-ás o caminho e os limites da tua terra que te fará possuir o SENHOR, teu Deus, dividirás em três; e isto será para que nelas se acolha todo homicida.
Privilégios oferecidos pelas cidades de refúgio
4.Este é o caso tocante ao homicida que nelas se acolher, para que viva: aquele que, sem o querer, ferir o seu próximo, a quem não aborrecia dantes.
5.Assim, aquele que entrar com o seu próximo no bosque, para cortar lenha, e, manejando com impulso o machado para cortar a árvore, o ferro saltar do cabo e atingir o seu próximo, e este morrer, o tal se acolherá em uma destas cidades e viverá;
6.para que o vingador do sangue não persiga o homicida, quando se lhe enfurecer o coração, e o alcance, por ser comprido o caminho, e lhe tire a vida, porque não é culpado de morte, pois não o aborrecia dantes.
7.Portanto, te ordeno: três cidades separarás.
8.Se o SENHOR, teu Deus, dilatar os teus limites, como jurou a teus pais, e te der toda a terra que lhes prometeu,
9.desde que guardes todos estes mandamentos que hoje te ordeno, para cumpri-los, amando o SENHOR, teu Deus, e andando nos seus caminhos todos os dias, então, acrescentarás outras três cidades além destas três,
10.para que o sangue inocente se não derrame no meio da tua terra que o SENHOR, teu Deus, te dá por herança, pois haveria sangue sobre ti.
Execução do homicida
11.Mas, havendo alguém que aborrece a seu próximo, e lhe arma ciladas, e se levanta contra ele, e o fere de golpe mortal, e se acolhe em uma dessas cidades,
12.os anciãos da sua cidade enviarão a tirá-lo dali e a entregá-lo na mão do vingador do sangue, para que morra.
13.Não o olharás com piedade; antes, exterminarás de Israel a culpa do sangue inocente, para que te vá bem.
Acerca dos limites e das testemunhas
14.Não mudes os marcos do teu próximo, que os antigos fixaram na tua herança, na terra que o SENHOR, teu Deus, te dá para a possuíres.
15.Uma só testemunha não se levantará contra alguém por qualquer iniqüidade ou por qualquer pecado, seja qual for que cometer; pelo depoimento de duas ou três testemunhas, se estabelecerá o fato.
16.Quando se levantar testemunha falsa contra alguém, para o acusar de algum transvio,
17.então, os dois homens que tiverem a demanda se apresentarão perante o SENHOR, diante dos sacerdotes e dos juízes que houver naqueles dias.
18.Os juízes indagarão bem; se a testemunha for falsa e tiver testemunhado falsamente contra seu irmão,
19.far-lhe-eis como cuidou fazer a seu irmão; e, assim, exterminarás o mal do meio de ti;
20.para que os que ficarem o ouçam, e temam, e nunca mais tornem a fazer semelhante mal no meio de ti.
21.Não o olharás com piedade: vida por vida, olho por olho, dente por dente, mão por mão, pé por pé.
Acerca da guerra
1.Quando saíres à peleja contra os teus inimigos e vires cavalos, e carros, e povo maior em número do que tu, não os temerás; pois o SENHOR, teu Deus, que te fez sair da terra do Egito, está contigo.
2.Quando vos achegardes à peleja, o sacerdote se adiantará, e falará ao povo,
3.e dir-lhe-á: Ouvi, ó Israel, hoje, vos achegais à peleja contra os vossos inimigos; que não desfaleça o vosso coração; não tenhais medo, não tremais, nem vos aterrorizeis diante deles,
4.pois o SENHOR, vosso Deus, é quem vai convosco a pelejar por vós contra os vossos inimigos, para vos salvar.
5.Os oficiais falarão ao povo, dizendo: Qual o homem que edificou casa nova e ainda não a consagrou? Vá, torne-se para casa, para que não morra na peleja, e outrem a consagre.
6.Qual o homem que plantou uma vinha e ainda não a desfrutou? Vá, torne-se para casa, para que não morra na peleja, e outrem a desfrute.
7.Qual o homem que está desposado com alguma mulher e ainda não a recebeu? Vá, torne-se para casa, para que não morra na peleja, e outro homem a receba.
8.E continuarão os oficiais a falar ao povo, dizendo: Qual o homem medroso e de coração tímido? Vá, torne-se para casa, para que o coração de seus irmãos se não derreta como o seu coração.
9.Quando os oficiais tiverem falado ao povo, designarão os capitães dos exércitos para a dianteira do povo.
10.Quando te aproximares de alguma cidade para pelejar contra ela, oferecer-lhe-ás a paz.
11.Se a sua resposta é de paz, e te abrir as portas, todo o povo que nela se achar será sujeito a trabalhos forçados e te servirá.
12.Porém, se ela não fizer paz contigo, mas te fizer guerra, então, a sitiarás.
13.E o SENHOR, teu Deus, a dará na tua mão; e todos os do sexo masculino que houver nela passarás a fio de espada;
14.mas as mulheres, e as crianças, e os animais, e tudo o que houver na cidade, todo o seu despojo, tomarás para ti; e desfrutarás o despojo dos inimigos que o SENHOR, teu Deus, te deu.
15.Assim farás a todas as cidades que estiverem mui longe de ti, que não forem das cidades destes povos.
16.Porém, das cidades destas nações que o SENHOR, teu Deus, te dá em herança, não deixarás com vida tudo o que tem fôlego.
17.Antes, como te ordenou o SENHOR, teu Deus, destruí-las-ás totalmente: os heteus, os amorreus, os cananeus, os ferezeus, os heveus e os jebuseus,
18.para que não vos ensinem a fazer segundo todas as suas abominações, que fizeram a seus deuses, pois pecaríeis contra o SENHOR, vosso Deus.
19.Quando sitiares uma cidade por muito tempo, pelejando contra ela para a tomar, não destruirás o seu arvoredo, metendo nele o machado, porque dele comerás; pelo que não o cortarás, pois será a árvore do campo algum homem, para que fosse sitiada por ti?
20.Mas as árvores cujos frutos souberes não se comem, destruí-las-ás, cortando-as; e, contra a cidade que guerrear contra ti, edificarás baluartes, até que seja derribada.
Expiação por morte cujo autor é desconhecido
1.Quando na terra que te der o SENHOR, teu Deus, para possuí-la se achar alguém morto, caído no campo, sem que se saiba quem o matou,
2.sairão os teus anciãos e os teus juízes e medirão a distância até às cidades que estiverem em redor do morto.
3.Os anciãos da cidade mais próxima do morto tomarão uma novilha da manada, que não tenha trabalhado, nem puxado com o jugo,
4.e a trarão a um vale de águas correntes, que não foi lavrado, nem semeado; e ali, naquele vale, desnucarão a novilha.
5.Chegar-se-ão os sacerdotes, filhos de Levi, porque o SENHOR, teu Deus, os escolheu para o servirem, para abençoarem em nome do SENHOR e, por sua palavra, decidirem toda demanda e todo caso de violência.
6.Todos os anciãos desta cidade, mais próximos do morto, lavarão as mãos sobre a novilha desnucada no vale
7.e dirão: As nossas mãos não derramaram este sangue, e os nossos olhos o não viram derramar-se.
8.Sê propício ao teu povo de Israel, que tu, ó SENHOR, resgataste, e não ponhas a culpa do sangue inocente no meio do teu povo de Israel. E a culpa daquele sangue lhe será perdoada.
9.Assim, eliminarás a culpa do sangue inocente do meio de ti, pois farás o que é reto aos olhos do SENHOR.
Acerca da mulher prisioneira
10.Quando saíres à peleja contra os teus inimigos, e o SENHOR, teu Deus, os entregar nas tuas mãos, e tu deles levares cativos,
11.e vires entre eles uma mulher formosa, e te afeiçoares a ela, e a quiseres tomar por mulher,
12.então, a levarás para casa, e ela rapará a cabeça, e cortará as unhas,
13.e despirá o vestido do seu cativeiro, e ficará na tua casa, e chorará a seu pai e a sua mãe durante um mês. Depois disto, a tomarás; tu serás seu marido, e ela, tua mulher.
14.E, se não te agradares dela, deixá-la-ás ir à sua própria vontade; porém, de nenhuma sorte, a venderás por dinheiro, nem a tratarás mal, pois a tens humilhado.
O direito do primogênito
15.Se um homem tiver duas mulheres, uma a quem ama e outra a quem aborrece, e uma e outra lhe derem filhos, e o primogênito for da aborrecida,
16.no dia em que fizer herdar a seus filhos aquilo que possuir, não poderá dar a primogenitura ao filho da amada, preferindo-o ao filho da aborrecida, que é o primogênito.
17.Mas ao filho da aborrecida reconhecerá por primogênito, dando-lhe dobrada porção de tudo quanto possuir, porquanto aquele é o primogênito do seu vigor; o direito da primogenitura é dele.
Acerca dos filhos desobedientes
18.Se alguém tiver um filho contumaz e rebelde, que não obedece à voz de seu pai e à de sua mãe e, ainda castigado, não lhes dá ouvidos,
19.seu pai e sua mãe o pegarão, e o levarão aos anciãos da cidade, à sua porta,
20.e lhes dirão: Este nosso filho é rebelde e contumaz, não dá ouvidos à nossa voz, é dissoluto e beberrão.
21.Então, todos os homens da sua cidade o apedrejarão até que morra; assim, eliminarás o mal do meio de ti; todo o Israel ouvirá e temerá.
Os cadáveres serão tirados do patíbulo
22.Se alguém houver pecado, passível da pena de morte, e tiver sido morto, e o pendurares num madeiro,
23.o seu cadáver não permanecerá no madeiro durante a noite, mas, certamente, o enterrarás no mesmo dia; porquanto o que for pendurado no madeiro é maldito de Deus; assim, não contaminarás a terra que o SENHOR, teu Deus, te dá em herança.
Acerca do que se perdeu
1.Vendo extraviado o boi ou a ovelha de teu irmão, não te furtarás a eles; restituí-los-ás, sem falta, a teu irmão.
2.Se teu irmão não for teu vizinho ou tu o não conheceres, recolhê-los-ás na tua casa, para que fiquem contigo até que teu irmão os busque, e tu lhos restituas.
3.Assim também farás com o seu jumento e assim farás com as suas vestes; o mesmo farás com toda coisa que se perder de teu irmão, e tu achares; não te poderás furtar a ela.
4.O jumento que é de teu irmão ou o seu boi não verás caído no caminho e a eles te furtarás; sem falta o ajudarás a levantá-lo.
Diversas leis
5.A mulher não usará roupa de homem, nem o homem, veste peculiar à mulher; porque qualquer que faz tais coisas é abominável ao SENHOR, teu Deus.
6.Se de caminho encontrares algum ninho de ave, nalguma árvore ou no chão, com passarinhos, ou ovos, e a mãe sobre os passarinhos ou sobre os ovos, não tomarás a mãe com os filhotes;
7.deixarás ir, livremente, a mãe e os filhotes tomarás para ti, para que te vá bem, e prolongues os teus dias.
8.Quando edificares uma casa nova, far-lhe-ás, no terraço, um parapeito, para que nela não ponhas culpa de sangue, se alguém de algum modo cair dela.
9.Não semearás a tua vinha com duas espécies de semente, para que não degenere o fruto da semente que semeaste e a messe da vinha.
10.Não lavrarás com junta de boi e jumento.
11.Não te vestirás de estofos de lã e linho juntamente.
A lei acerca das borlas
12.Farás borlas nos quatro cantos do manto com que te cobrires.
Leis da castidade e do casamento
13.Se um homem casar com uma mulher, e, depois de coabitar com ela, a aborrecer,
14.e lhe atribuir atos vergonhosos, e contra ela divulgar má fama, dizendo: Casei com esta mulher e me cheguei a ela, porém não a achei virgem,
15.então, o pai da moça e sua mãe tomarão as provas da virgindade da moça e as levarão aos anciãos da cidade, à porta.
16.O pai da moça dirá aos anciãos: Dei minha filha por mulher a este homem; porém ele a aborreceu;
17.e eis que lhe atribuiu atos vergonhosos, dizendo: Não achei virgem a tua filha; todavia, eis aqui as provas da virgindade de minha filha. E estenderão a roupa dela diante dos anciãos da cidade,
18.os quais tomarão o homem, e o açoitarão,
19.e o condenarão a cem siclos de prata, e o darão ao pai da moça, porquanto divulgou má fama sobre uma virgem de Israel. Ela ficará sendo sua mulher, e ele não poderá mandá-la embora durante a sua vida.
20.Porém, se isto for verdade, que se não achou na moça a virgindade,
21.então, a levarão à porta da casa de seu pai, e os homens de sua cidade a apedrejarão até que morra, pois fez loucura em Israel, prostituindo-se na casa de seu pai; assim, eliminarás o mal do meio de ti.
22.Se um homem for achado deitado com uma mulher que tem marido, então, ambos morrerão, o homem que se deitou com a mulher e a mulher; assim, eliminarás o mal de Israel.
23.Se houver moça virgem, desposada, e um homem a achar na cidade e se deitar com ela,
24.então, trareis ambos à porta daquela cidade e os apedrejareis até que morram; a moça, porque não gritou na cidade, e o homem, porque humilhou a mulher do seu próximo; assim, eliminarás o mal do meio de ti.
25.Porém, se algum homem no campo achar moça desposada, e a forçar, e se deitar com ela, então, morrerá só o homem que se deitou com ela;
26.à moça não farás nada; ela não tem culpa de morte, porque, como o homem que se levanta contra o seu próximo e lhe tira a vida, assim também é este caso.
27.Pois a achou no campo; a moça desposada gritou, e não houve quem a livrasse.
28.Se um homem achar moça virgem, que não está desposada, e a pegar, e se deitar com ela, e forem apanhados,
29.então, o homem que se deitou com ela dará ao pai da moça cinqüenta siclos de prata; e, uma vez que a humilhou, lhe será por mulher; não poderá mandá-la embora durante a sua vida.
30.Nenhum homem tomará sua madrasta e não profanará o leito de seu pai.
Pessoas excluídas das assembleias santas
1.Aquele a quem forem trilhados os testículos ou cortado o membro viril não entrará na assembléia do SENHOR.
2.Nenhum bastardo entrará na assembléia do SENHOR; nem ainda a sua décima geração entrará nela.
3.Nenhum amonita ou moabita entrará na assembléia do SENHOR; nem ainda a sua décima geração entrará na assembléia do SENHOR, eternamente.
4.Porquanto não foram ao vosso encontro com pão e água, no caminho, quando saíeis do Egito; e porque alugaram contra ti Balaão, filho de Beor, de Petor, da Mesopotâmia, para te amaldiçoar.
5.Porém o SENHOR, teu Deus, não quis ouvir a Balaão; antes, trocou em bênção a maldição, porquanto o SENHOR, teu Deus, te amava.
6.Não lhes procurarás nem paz nem bem em todos os teus dias, para sempre.
7.Não aborrecerás o edomita, pois é teu irmão; nem aborrecerás o egípcio, pois estrangeiro foste na sua terra.
8.Os filhos que lhes nascerem na terceira geração, cada um deles entrará na assembléia do SENHOR.
Limpeza do acampamento
9.Quando sair o exército contra os teus inimigos, então, te guardarás de toda coisa má.
10.Se houver entre vós alguém que, por motivo de polução noturna, não esteja limpo, sairá do acampamento; não permanecerá nele.
11.Porém, em declinando a tarde, lavar-se-á em água; e, posto o sol, entrará para o meio do acampamento.
12.Também haverá um lugar fora do acampamento, para onde irás.
13.Dentre as tuas armas terás um porrete; e, quando te abaixares fora, cavarás com ele e, volvendo-te, cobrirás o que defecaste.
14.Porquanto o SENHOR, teu Deus, anda no meio do teu acampamento para te livrar e para entregar-te os teus inimigos; portanto, o teu acampamento será santo, para que ele não veja em ti coisa indecente e se aparte de ti.
Acerca de fugitivos, prostitutas e usura
15.Não entregarás ao seu senhor o escravo que, tendo fugido dele, se acolher a ti.
16.Contigo ficará, no meio de ti, no lugar que escolher, em alguma de tuas cidades onde lhe agradar; não o oprimirás.
17.Das filhas de Israel não haverá quem se prostitua no serviço do templo, nem dos filhos de Israel haverá quem o faça.
18.Não trarás salário de prostituição nem preço de sodomita à Casa do SENHOR, teu Deus, por qualquer voto; porque uma e outra coisa são igualmente abomináveis ao SENHOR, teu Deus.
19.A teu irmão não emprestarás com juros, seja dinheiro, seja comida ou qualquer coisa que é costume se emprestar com juros.
20.Ao estrangeiro emprestarás com juros, porém a teu irmão não emprestarás com juros, para que o SENHOR, teu Deus, te abençoe em todos os teus empreendimentos na terra a qual passas a possuir.
Acerca de votos
21.Quando fizeres algum voto ao SENHOR, teu Deus, não tardarás em cumpri-lo; porque o SENHOR, teu Deus, certamente, o requererá de ti, e em ti haverá pecado.
22.Porém, abstendo-te de fazer o voto, não haverá pecado em ti.
23.O que proferiram os teus lábios, isso guardarás e o farás, porque votaste livremente ao SENHOR, teu Deus, o que falaste com a tua boca.
24.Quando entrares na vinha do teu próximo, comerás uvas segundo o teu desejo, até te fartares, porém não as levarás no cesto.
25.Quando entrares na seara do teu próximo, com as mãos arrancarás as espigas; porém na seara não meterás a foice.
Acerca do divórcio
1.Se um homem tomar uma mulher e se casar com ela, e se ela não for agradável aos seus olhos, por ter ele achado coisa indecente nela, e se ele lhe lavrar um termo de divórcio, e lho der na mão, e a despedir de casa;
2.e se ela, saindo da sua casa, for e se casar com outro homem;
3.e se este a aborrecer, e lhe lavrar termo de divórcio, e lho der na mão, e a despedir da sua casa ou se este último homem, que a tomou para si por mulher, vier a morrer,
4.então, seu primeiro marido, que a despediu, não poderá tornar a desposá-la para que seja sua mulher, depois que foi contaminada, pois é abominação perante o SENHOR; assim, não farás pecar a terra que o SENHOR, teu Deus, te dá por herança.
Leis de caráter humanitário
5.Homem recém-casado não sairá à guerra, nem se lhe imporá qualquer encargo; por um ano ficará livre em casa e promoverá felicidade à mulher que tomou.
6.Não se tomarão em penhor as duas mós, nem apenas a de cima, pois se penhoraria, assim, a vida.
7.Se se achar alguém que, tendo roubado um dentre os seus irmãos, dos filhos de Israel, o trata como escravo ou o vende, esse ladrão morrerá. Assim, eliminarás o mal do meio de ti.
8.Guarda-te da praga da lepra e tem diligente cuidado de fazer segundo tudo o que te ensinarem os sacerdotes levitas; como lhes tenho ordenado, terás cuidado de o fazer.
9.Lembra-te do que o SENHOR, teu Deus, fez a Miriã no caminho, quando saíste do Egito.
10.Se emprestares alguma coisa ao teu próximo, não entrarás em sua casa para lhe tirar o penhor.
11.Ficarás do lado de fora, e o homem, a quem emprestaste, aí te trará o penhor.
12.Porém, se for homem pobre, não usarás de noite o seu penhor;
13.em se pondo o sol, restituir-lhe-ás, sem falta, o penhor para que durma no seu manto e te abençoe; isto te será justiça diante do SENHOR, teu Deus.
14.Não oprimirás o jornaleiro pobre e necessitado, seja ele teu irmão ou estrangeiro que está na tua terra e na tua cidade.
15.No seu dia, lhe darás o seu salário, antes do pôr-do-sol, porquanto é pobre, e disso depende a sua vida; para que não clame contra ti ao SENHOR, e haja em ti pecado.
16.Os pais não serão mortos em lugar dos filhos, nem os filhos, em lugar dos pais; cada qual será morto pelo seu pecado.
17.Não perverterás o direito do estrangeiro e do órfão; nem tomarás em penhor a roupa da viúva.
18.Lembrar-te-ás de que foste escravo no Egito e de que o SENHOR te livrou dali; pelo que te ordeno que faças isso.
19.Quando, no teu campo, segares a messe e, nele, esqueceres um feixe de espigas, não voltarás a tomá-lo; para o estrangeiro, para o órfão e para a viúva será; para que o SENHOR, teu Deus, te abençoe em toda obra das tuas mãos.
20.Quando sacudires a tua oliveira, não voltarás a colher o fruto dos ramos; para o estrangeiro, para o órfão e para a viúva será.
21.Quando vindimares a tua vinha, não tornarás a rebuscá-la; para o estrangeiro, para o órfão e para a viúva será o restante.
22.Lembrar-te-ás de que foste escravo na terra do Egito; pelo que te ordeno que faças isso.
A pena de açoites
1.Em havendo contenda entre alguns, e vierem a juízo, os juízes os julgarão, justificando ao justo e condenando ao culpado.
2.Se o culpado merecer açoites, o juiz o fará deitar-se e o fará açoitar, na sua presença, com o número de açoites segundo a sua culpa.
3.Quarenta açoites lhe fará dar, não mais; para que, porventura, se lhe fizer dar mais do que estes, teu irmão não fique aviltado aos teus olhos.
4.Não atarás a boca ao boi quando debulha.
O levirato
5.Se irmãos morarem juntos, e um deles morrer sem filhos, então, a mulher do que morreu não se casará com outro estranho, fora da família; seu cunhado a tomará, e a receberá por mulher, e exercerá para com ela a obrigação de cunhado.
6.O primogênito que ela lhe der será sucessor do nome do seu irmão falecido, para que o nome deste não se apague em Israel.
7.Porém, se o homem não quiser tomar sua cunhada, subirá esta à porta, aos anciãos, e dirá: Meu cunhado recusa suscitar a seu irmão nome em Israel; não quer exercer para comigo a obrigação de cunhado.
8.Então, os anciãos da sua cidade devem chamá-lo e falar-lhe; e, se ele persistir e disser: Não quero tomá-la,
9.então, sua cunhada se chegará a ele na presença dos anciãos, e lhe descalçará a sandália do pé, e lhe cuspirá no rosto, e protestará, e dirá: Assim se fará ao homem que não quer edificar a casa de seu irmão;
10.e o nome de sua casa se chamará em Israel: A casa do descalçado.
11.Quando brigarem dois homens, um contra o outro, e a mulher de um chegar para livrar o marido da mão do que o fere, e ela estender a mão, e o pegar pelas suas vergonhas,
12.cortar-lhe-ás a mão; não a olharás com piedade.
Pesos e medidas justos
13.Na tua bolsa, não terás pesos diversos, um grande e um pequeno.
14.Na tua casa, não terás duas sortes de efa, um grande e um pequeno.
15.Terás peso integral e justo, efa integral e justo; para que se prolonguem os teus dias na terra que te dá o SENHOR, teu Deus.
16.Porque é abominação ao SENHOR, teu Deus, todo aquele que pratica tal injustiça.
Amaleque será destruído
17.Lembra-te do que te fez Amaleque no caminho, quando saías do Egito;
18.como te veio ao encontro no caminho e te atacou na retaguarda todos os desfalecidos que iam após ti, quando estavas abatido e afadigado; e não temeu a Deus.
19.Quando, pois, o SENHOR, teu Deus, te houver dado sossego de todos os teus inimigos em redor, na terra que o SENHOR, teu Deus, te dá por herança, para a possuíres, apagarás a memória de Amaleque de debaixo do céu; não te esqueças.
As primícias da terra
1.Ao entrares na terra que o SENHOR, teu Deus, te dá por herança, ao possuí-la e nela habitares,
2.tomarás das primícias de todos os frutos do solo que recolheres da terra que te dá o SENHOR, teu Deus, e as porás num cesto, e irás ao lugar que o SENHOR, teu Deus, escolher para ali fazer habitar o seu nome.
3.Virás ao que, naqueles dias, for sacerdote e lhe dirás: Hoje, declaro ao SENHOR, teu Deus, que entrei na terra que o SENHOR, sob juramento, prometeu dar a nossos pais.
4.O sacerdote tomará o cesto da tua mão e o porá diante do altar do SENHOR, teu Deus.
5.Então, testificarás perante o SENHOR, teu Deus, e dirás: Arameu prestes a perecer foi meu pai, e desceu para o Egito, e ali viveu como estrangeiro com pouca gente; e ali veio a ser nação grande, forte e numerosa.
6.Mas os egípcios nos maltrataram, e afligiram, e nos impuseram dura servidão.
7.Clamamos ao SENHOR, Deus de nossos pais; e o SENHOR ouviu a nossa voz e atentou para a nossa angústia, para o nosso trabalho e para a nossa opressão;
8.e o SENHOR nos tirou do Egito com poderosa mão, e com braço estendido, e com grande espanto, e com sinais, e com milagres;
9.e nos trouxe a este lugar e nos deu esta terra, terra que mana leite e mel.
10.Eis que, agora, trago as primícias dos frutos da terra que tu, ó SENHOR, me deste. Então, as porás perante o SENHOR, teu Deus, e te prostrarás perante ele.
11.Alegrar-te-ás por todo o bem que o SENHOR, teu Deus, te tem dado a ti e a tua casa, tu, e o levita, e o estrangeiro que está no meio de ti.
Os dízimos
12.Quando acabares de separar todos os dízimos da tua messe no ano terceiro, que é o dos dízimos, então, os darás ao levita, ao estrangeiro, ao órfão e à viúva, para que comam dentro das tuas cidades e se fartem.
13.Dirás perante o SENHOR, teu Deus: Tirei de minha casa o que é consagrado e dei também ao levita, e ao estrangeiro, e ao órfão, e à viúva, segundo todos os teus mandamentos que me tens ordenado; nada transgredi dos teus mandamentos, nem deles me esqueci.
14.Dos dízimos não comi no meu luto e deles nada tirei estando imundo, nem deles dei para a casa de algum morto; obedeci à voz do SENHOR, meu Deus; segundo tudo o que me ordenaste, tenho feito.
15.Olha desde a tua santa habitação, desde o céu, e abençoa o teu povo, a Israel, e a terra que nos deste, como juraste a nossos pais, terra que mana leite e mel.
Exortação à obediência
16.Hoje, o SENHOR, teu Deus, te manda cumprir estes estatutos e juízos; guarda-os, pois, e cumpre-os de todo o teu coração e de toda a tua alma.
17.Hoje, fizeste o SENHOR declarar que te será por Deus, e que andarás nos seus caminhos, e guardarás os seus estatutos, e os seus mandamentos, e os seus juízos, e darás ouvidos à sua voz.
18.E o SENHOR, hoje, te fez dizer que lhe serás por povo seu próprio, como te disse, e que guardarás todos os seus mandamentos.
19.Para, assim, te exaltar em louvor, renome e glória sobre todas as nações que fez e para que sejas povo santo ao SENHOR, teu Deus, como tem dito.
Solene promulgação da lei
1.Moisés e os anciãos de Israel deram ordem ao povo, dizendo: Guarda todos estes mandamentos que, hoje, te ordeno.
2.No dia em que passares o Jordão à terra que te der o SENHOR, teu Deus, levantar-te-ás pedras grandes e as caiarás.
3.Havendo-o passado, escreverás, nelas, todas as palavras desta lei, para entrares na terra que te dá o SENHOR, teu Deus, terra que mana leite e mel, como te prometeu o SENHOR, Deus de teus pais.
4.Quando houveres passado o Jordão, levantarás estas pedras, que hoje te ordeno, no monte Ebal, e as caiarás.
5.Ali, edificarás um altar ao SENHOR, teu Deus, altar de pedras, sobre as quais não manejarás instrumento de ferro.
6.De pedras toscas edificarás o altar do SENHOR, teu Deus; e sobre ele lhe oferecerás holocaustos.
7.Também sacrificarás ofertas pacíficas; ali, comerás e te alegrarás perante o SENHOR, teu Deus.
8.Nestas pedras, escreverás, mui distintamente, as palavras todas desta lei.
9.Falou mais Moisés, juntamente com os sacerdotes levitas, a todo o Israel, dizendo: Guarda silêncio e ouve, ó Israel! Hoje, vieste a ser povo do SENHOR, teu Deus.
10.Portanto, obedecerás à voz do SENHOR, teu Deus, e lhe cumprirás os mandamentos e os estatutos que hoje te ordeno.
Maldições do monte Ebal
11.Moisés deu ordem, naquele dia, ao povo, dizendo:
12.Quando houveres passado o Jordão, estarão sobre o monte Gerizim, para abençoarem o povo, estes: Simeão, Levi, Judá, Issacar, José e Benjamim.
13.E estes, para amaldiçoar, estarão sobre o monte Ebal: Rúben, Gade, Aser, Zebulom, Dã e Naftali.
14.Os levitas testificarão a todo o povo de Israel em alta voz e dirão:
15.Maldito o homem que fizer imagem de escultura ou de fundição, abominável ao SENHOR, obra de artífice, e a puser em lugar oculto. E todo o povo responderá: Amém!
16.Maldito aquele que desprezar a seu pai ou a sua mãe. E todo o povo dirá: Amém!
17.Maldito aquele que mudar os marcos do seu próximo. E todo o povo dirá: Amém!
18.Maldito aquele que fizer o cego errar o caminho. E todo o povo dirá: Amém!
19.Maldito aquele que perverter o direito do estrangeiro, do órfão e da viúva. E todo o povo dirá: Amém!
20.Maldito aquele que se deitar com a madrasta, porquanto profanaria o leito de seu pai. E todo o povo dirá: Amém!
21.Maldito aquele que se ajuntar com animal. E todo o povo dirá: Amém!
22.Maldito aquele que se deitar com sua irmã, filha de seu pai ou filha de sua mãe. E todo o povo dirá: Amém!
23.Maldito aquele que se deitar com sua sogra. E todo o povo dirá: Amém!
24.Maldito aquele que ferir o seu próximo em oculto. E todo o povo dirá: Amém!
25.Maldito aquele que aceitar suborno para matar pessoa inocente. E todo o povo dirá: Amém!
26.Maldito aquele que não confirmar as palavras desta lei, não as cumprindo. E todo o povo dirá: Amém!
As bênçãos decorrentes da obediência
1.Se atentamente ouvires a voz do SENHOR, teu Deus, tendo cuidado de guardar todos os seus mandamentos que hoje te ordeno, o SENHOR, teu Deus, te exaltará sobre todas as nações da terra.
2.Se ouvires a voz do SENHOR, teu Deus, virão sobre ti e te alcançarão todas estas bênçãos:
3.Bendito serás tu na cidade e bendito serás no campo.
4.Bendito o fruto do teu ventre, e o fruto da tua terra, e o fruto dos teus animais, e as crias das tuas vacas e das tuas ovelhas.
5.Bendito o teu cesto e a tua amassadeira.
6.Bendito serás ao entrares e bendito, ao saíres.
7.O SENHOR fará que sejam derrotados na tua presença os inimigos que se levantarem contra ti; por um caminho, sairão contra ti, mas, por sete caminhos, fugirão da tua presença.
8.O SENHOR determinará que a bênção esteja nos teus celeiros e em tudo o que colocares a mão; e te abençoará na terra que te dá o SENHOR, teu Deus.
9.O SENHOR te constituirá para si em povo santo, como te tem jurado, quando guardares os mandamentos do SENHOR, teu Deus, e andares nos seus caminhos.
10.E todos os povos da terra verão que és chamado pelo nome do SENHOR e terão medo de ti.
11.O SENHOR te dará abundância de bens no fruto do teu ventre, no fruto dos teus animais e no fruto do teu solo, na terra que o SENHOR, sob juramento a teus pais, prometeu dar-te.
12.O SENHOR te abrirá o seu bom tesouro, o céu, para dar chuva à tua terra no seu tempo e para abençoar toda obra das tuas mãos; emprestarás a muitas gentes, porém tu não tomarás emprestado.
13.O SENHOR te porá por cabeça e não por cauda; e só estarás em cima e não debaixo, se obedeceres aos mandamentos do SENHOR, teu Deus, que hoje te ordeno, para os guardar e cumprir.
14.Não te desviarás de todas as palavras que hoje te ordeno, nem para a direita nem para a esquerda, seguindo outros deuses, para os servires.
Os castigos da desobediência
15.Será, porém, que, se não deres ouvidos à voz do SENHOR, teu Deus, não cuidando em cumprir todos os seus mandamentos e os seus estatutos que, hoje, te ordeno, então, virão todas estas maldições sobre ti e te alcançarão:
16.Maldito serás tu na cidade e maldito serás no campo.
17.Maldito o teu cesto e a tua amassadeira.
18.Maldito o fruto do teu ventre, e o fruto da tua terra, e as crias das tuas vacas e das tuas ovelhas.
19.Maldito serás ao entrares e maldito, ao saíres.
20.O SENHOR mandará sobre ti a maldição, a confusão e a ameaça em tudo quanto empreenderes, até que sejas destruído e repentinamente pereças, por causa da maldade das tuas obras, com que me abandonaste.
21.O SENHOR fará que a pestilência te pegue a ti, até que te consuma a terra a que passas para possuí-la.
22.O SENHOR te ferirá com a tísica, e a febre, e a inflamação, e com o calor ardente, e a secura, e com o crestamento, e a ferrugem; e isto te perseguirá até que pereças.
23.Os teus céus sobre a tua cabeça serão de bronze; e a terra debaixo de ti será de ferro.
24.Por chuva da tua terra, o SENHOR te dará pó e cinza; dos céus, descerá sobre ti, até que sejas destruído.
25.O SENHOR te fará cair diante dos teus inimigos; por um caminho, sairás contra eles, e, por sete caminhos, fugirás diante deles, e serás motivo de horror para todos os reinos da terra.
26.O teu cadáver servirá de pasto a todas as aves dos céus e aos animais da terra; e ninguém haverá que os espante.
27.O SENHOR te ferirá com as úlceras do Egito, com tumores, com sarna e com prurido de que não possas curar-te.
28.O SENHOR te ferirá com loucura, com cegueira e com perturbação do espírito.
29.Apalparás ao meio-dia, como o cego apalpa nas trevas, e não prosperarás nos teus caminhos; porém somente serás oprimido e roubado todos os teus dias; e ninguém haverá que te salve.
30.Desposar-te-ás com uma mulher, porém outro homem dormirá com ela; edificarás casa, porém não morarás nela; plantarás vinha, porém não a desfrutarás.
31.O teu boi será morto aos teus olhos, porém dele não comerás; o teu jumento será roubado diante de ti e não voltará a ti; as tuas ovelhas serão dadas aos teus inimigos; e ninguém haverá que te salve.
32.Teus filhos e tuas filhas serão dados a outro povo; os teus olhos o verão e desfalecerão de saudades todo o dia; porém a tua mão nada poderá fazer.
33.O fruto da tua terra e todo o teu trabalho, comê-los-á um povo que nunca conheceste; e tu serás oprimido e quebrantado todos os dias;
34.e te enlouquecerás pelo que vires com os teus olhos.
35.O SENHOR te ferirá com úlceras malignas nos joelhos e nas pernas, das quais não te possas curar, desde a planta do pé até ao alto da cabeça.
36.O SENHOR te levará e o teu rei que tiveres constituído sobre ti a uma gente que não conheceste, nem tu, nem teus pais; e ali servirás a outros deuses, feitos de madeira e de pedra.
37.Virás a ser pasmo, provérbio e motejo entre todos os povos a que o SENHOR te levará.
38.Lançarás muita semente ao campo; porém colherás pouco, porque o gafanhoto a consumirá.
39.Plantarás e cultivarás muitas vinhas, porém do seu vinho não beberás, nem colherás as uvas, porque o verme as devorará.
40.Em todos os teus limites terás oliveiras; porém não te ungirás com azeite, porque as tuas azeitonas cairão.
41.Gerarás filhos e filhas, porém não ficarão contigo, porque serão levados ao cativeiro.
42.Todo o teu arvoredo e o fruto da tua terra o gafanhoto os consumirá.
43.O estrangeiro que está no meio de ti se elevará mais e mais, e tu mais e mais descerás.
44.Ele te emprestará a ti, porém tu não lhe emprestarás a ele; ele será por cabeça, e tu serás por cauda.
45.Todas estas maldições virão sobre ti, e te perseguirão, e te alcançarão, até que sejas destruído, porquanto não ouviste a voz do SENHOR, teu Deus, para guardares os mandamentos e os estatutos que te ordenou.
46.Serão, no teu meio, por sinal e por maravilha, como também entre a tua descendência, para sempre.
47.Porquanto não serviste ao SENHOR, teu Deus, com alegria e bondade de coração, não obstante a abundância de tudo.
48.Assim, com fome, com sede, com nudez e com falta de tudo, servirás aos inimigos que o SENHOR enviará contra ti; sobre o teu pescoço porá um jugo de ferro, até que te haja destruído.
49.O SENHOR levantará contra ti uma nação de longe, da extremidade da terra virá, como o vôo impetuoso da águia, nação cuja língua não entenderás;
50.nação feroz de rosto, que não respeitará ao velho, nem se apiedará do moço.
51.Ela comerá o fruto dos teus animais e o fruto da tua terra, até que sejas destruído; e não te deixará cereal, mosto, nem azeite, nem as crias das tuas vacas e das tuas ovelhas, até que te haja consumido.
52.Sitiar-te-á em todas as tuas cidades, até que venham a cair, em toda a tua terra, os altos e fortes muros em que confiavas; e te sitiará em todas as tuas cidades, em toda a terra que o SENHOR, teu Deus, te deu.
53.Comerás o fruto do teu ventre, a carne de teus filhos e de tuas filhas, que te der o SENHOR, teu Deus, na angústia e no aperto com que os teus inimigos te apertarão.
54.O mais mimoso dos homens e o mais delicado do teu meio será mesquinho para com seu irmão, e para com a mulher do seu amor, e para com os demais de seus filhos que ainda lhe restarem;
55.de sorte que não dará a nenhum deles da carne de seus filhos, que ele comer; porquanto nada lhe ficou de resto na angústia e no aperto com que o teu inimigo te apertará em todas as tuas cidades.
56.A mais mimosa das mulheres e a mais delicada do teu meio, que de mimo e delicadeza não tentaria pôr a planta do pé sobre a terra, será mesquinha para com o marido de seu amor, e para com seu filho, e para com sua filha;
57.mesquinha da placenta que lhe saiu dentre os pés e dos filhos que tiver, porque os comerá às escondidas pela falta de tudo, na angústia e no aperto com que o teu inimigo te apertará nas tuas cidades.
58.Se não tiveres cuidado de guardar todas as palavras desta lei, escritas neste livro, para temeres este nome glorioso e terrível, o SENHOR, teu Deus,
59.então, o SENHOR fará terríveis as tuas pragas e as pragas de tua descendência, grandes e duradouras pragas, e enfermidades graves e duradouras;
60.fará voltar contra ti todas as moléstias do Egito, que temeste; e se apegarão a ti.
61.Também o SENHOR fará vir sobre ti toda enfermidade e toda praga que não estão escritas no livro desta Lei, até que sejas destruído.
62.Ficareis poucos em número, vós que éreis como as estrelas dos céus em multidão, porque não destes ouvidos à voz do SENHOR, vosso Deus.
63.Assim como o SENHOR se alegrava em vós outros, em fazer-vos bem e multiplicar-vos, da mesma sorte o SENHOR se alegrará em vos fazer perecer e vos destruir; sereis desarraigados da terra à qual passais para possuí-la.
64.O SENHOR vos espalhará entre todos os povos, de uma até à outra extremidade da terra. Servirás ali a outros deuses que não conheceste, nem tu, nem teus pais; servirás à madeira e à pedra.
65.Nem ainda entre estas nações descansarás, nem a planta de teu pé terá repouso, porquanto o SENHOR ali te dará coração tremente, olhos mortiços e desmaio de alma.
66.A tua vida estará suspensa como por um fio diante de ti; terás pavor de noite e de dia e não crerás na tua vida.
67.Pela manhã dirás: Ah! Quem me dera ver a noite! E, à noitinha, dirás: Ah! Quem me dera ver a manhã! Isso pelo pavor que sentirás no coração e pelo espetáculo que terás diante dos olhos.
68.O SENHOR te fará voltar ao Egito em navios, pelo caminho de que te disse: Nunca jamais o verás; sereis ali oferecidos para venda como escravos e escravas aos vossos inimigos, mas não haverá quem vos compre.
Deus faz nova aliança com o povo
1.São estas as palavras da aliança que o SENHOR ordenou a Moisés fizesse com os filhos de Israel na terra de Moabe, além da aliança que fizera com eles em Horebe.
2.Chamou Moisés a todo o Israel e disse-lhe: Tendes visto tudo quanto o SENHOR fez na terra do Egito, perante vós, a Faraó, e a todos os seus servos, e a toda a sua terra;
3.as grandes provas que os vossos olhos viram, os sinais e grandes maravilhas;
4.porém o SENHOR não vos deu coração para entender, nem olhos para ver, nem ouvidos para ouvir, até ao dia de hoje.
5.Quarenta anos vos conduzi pelo deserto; não envelheceram sobre vós as vossas vestes, nem se gastou no vosso pé a sandália.
6.Pão não comestes e não bebestes vinho nem bebida forte, para que soubésseis que eu sou o SENHOR, vosso Deus.
7.Quando viestes a este lugar, Seom, rei de Hesbom, e Ogue, rei de Basã, nos saíram ao encontro, à peleja, e nós os ferimos;
8.tomamos-lhes a terra e a demos por herança aos rubenitas, e aos gaditas, e à meia tribo dos manassitas.
9.Guardai, pois, as palavras desta aliança e cumpri-as, para que prospereis em tudo quanto fizerdes.
10.Vós estais, hoje, todos perante o SENHOR, vosso Deus: os cabeças de vossas tribos, vossos anciãos e os vossos oficiais, todos os homens de Israel,
11.os vossos meninos, as vossas mulheres e o estrangeiro que está no meio do vosso arraial, desde o vosso rachador de lenha até ao vosso tirador de água,
12.para que entres na aliança do SENHOR, teu Deus, e no juramento que, hoje, o SENHOR, teu Deus, faz contigo;
13.para que, hoje, te estabeleça por seu povo, e ele te seja por Deus, como te tem prometido, como jurou a teus pais, Abraão, Isaque e Jacó.
14.Não é somente convosco que faço esta aliança e este juramento,
15.porém com aquele que, hoje, aqui, está conosco perante o SENHOR, nosso Deus, e também com aquele que não está aqui, hoje, conosco.
16.Porque vós sabeis como habitamos na terra do Egito e como passamos pelo meio das nações pelas quais viestes a passar;
17.vistes as suas abominações e os seus ídolos, feitos de madeira e de pedra, bem como vistes a prata e o ouro que havia entre elas;
18.para que, entre vós, não haja homem, nem mulher, nem família, nem tribo cujo coração, hoje, se desvie do SENHOR, nosso Deus, e vá servir aos deuses destas nações; para que não haja entre vós raiz que produza erva venenosa e amarga,
19.ninguém que, ouvindo as palavras desta maldição, se abençoe no seu íntimo, dizendo: Terei paz, ainda que ande na perversidade do meu coração, para acrescentar à sede a bebedice.
20.O SENHOR não lhe quererá perdoar; antes, fumegará a ira do SENHOR e o seu zelo sobre tal homem, e toda maldição escrita neste livro jazerá sobre ele; e o SENHOR lhe apagará o nome de debaixo do céu.
21.O SENHOR o separará de todas as tribos de Israel para calamidade, segundo todas as maldições da aliança escrita neste Livro da Lei.
22.Então, dirá a geração vindoura, os vossos filhos, que se levantarem depois de vós, e o estrangeiro que virá de terras longínquas, vendo as pragas desta terra e as suas doenças, com que o SENHOR a terá afligido,
23.e toda a sua terra abrasada com enxofre e sal, de sorte que não será semeada, e nada produzirá, nem crescerá nela erva alguma, assim como foi a destruição de Sodoma e de Gomorra, de Admá e de Zeboim, que o SENHOR destruiu na sua ira e no seu furor,
24.isto é, todas as nações dirão: Por que fez o SENHOR assim com esta terra? Qual foi a causa do furor de tamanha ira?
25.Então, se dirá: Porque desprezaram a aliança que o SENHOR, Deus de seus pais, fez com eles, quando os tirou do Egito;
26.e se foram, e serviram a outros deuses, e os adoraram; deuses que não conheceram e que ele não lhes havia designado.
27.Pelo que a ira do SENHOR se acendeu contra esta terra, trazendo sobre ela toda a maldição que está escrita neste livro.
28.O SENHOR os arrancou, com ira, de sua terra, mas também com indignação e grande furor, e os lançou para outra terra, como hoje se vê.
29.As coisas encobertas pertencem ao SENHOR, nosso Deus, porém as reveladas nos pertencem, a nós e a nossos filhos, para sempre, para que cumpramos todas as palavras desta lei.
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