Plano Anual

81 / 365
Número e ofício dos levitas
1.São estas, pois, as gerações de Arão e de Moisés, no dia em que o SENHOR falou com Moisés no monte Sinai.
2.E são estes os nomes dos filhos de Arão: o primogênito, Nadabe; depois, Abiú, Eleazar e Itamar.
3.Estes são os nomes dos filhos de Arão, os sacerdotes ungidos, consagrados para oficiar como sacerdotes.
4.Mas Nadabe e Abiú morreram perante o SENHOR, quando ofereciam fogo estranho perante o SENHOR, no deserto do Sinai, e não tiveram filhos; porém Eleazar e Itamar oficiaram como sacerdotes diante de Arão, seu pai.
5.Disse o SENHOR a Moisés:
6.Faze chegar a tribo de Levi e põe-na diante de Arão, o sacerdote, para que o sirvam
7.e cumpram seus deveres para com ele e para com todo o povo, diante da tenda da congregação, para ministrarem no tabernáculo.
8.Terão cuidado de todos os utensílios da tenda da congregação e cumprirão o seu dever para com os filhos de Israel, no ministrar no tabernáculo.
9.Darás, pois, os levitas a Arão e a seus filhos; dentre os filhos de Israel lhe são dados.
10.Mas a Arão e a seus filhos ordenarás que se dediquem só ao seu sacerdócio, e o estranho que se aproximar morrerá.
11.Disse o SENHOR a Moisés:
12.Eis que tenho eu tomado os levitas do meio dos filhos de Israel, em lugar de todo primogênito que abre a madre, entre os filhos de Israel; e os levitas serão meus.
13.Porque todo primogênito é meu; desde o dia em que feri a todo primogênito na terra do Egito, consagrei para mim todo primogênito em Israel, desde o homem até ao animal; serão meus. Eu sou o SENHOR.
14.Falou o SENHOR a Moisés no deserto do Sinai, dizendo:
15.Conta os filhos de Levi, segundo a casa de seus pais, pelas suas famílias; contarás todo homem da idade de um mês para cima.
16.E Moisés os contou segundo o mandado do SENHOR, como lhe fora ordenado.
17.São estes os filhos de Levi pelos seus nomes: Gérson, Coate e Merari.
18.E estes são os nomes dos filhos de Gérson pelas suas famílias: Libni e Simei.
19.E os filhos de Coate pelas suas famílias: Anrão, Izar, Hebrom e Uziel.
20.E os filhos de Merari pelas suas famílias: Mali e Musi; são estas as famílias dos levitas, segundo a casa de seus pais.
21.De Gérson é a família dos libnitas e a dos simeítas; são estas as famílias dos gersonitas.
22.Todos os homens que deles foram contados, cada um nominalmente, de um mês para cima, foram sete mil e quinhentos.
23.As famílias dos gersonitas se acamparão atrás do tabernáculo, ao ocidente.
24.O príncipe da casa paterna dos gersonitas será Eliasafe, filho de Lael.
25.Os filhos de Gérson terão a seu cargo, na tenda da congregação, o tabernáculo, a tenda e sua coberta, o reposteiro para a porta da tenda da congregação,
26.as cortinas do pátio, o reposteiro da porta do pátio, que rodeia o tabernáculo e o altar, as suas cordas e todo o serviço a eles devido.
27.De Coate é a família dos anramitas, e a dos izaritas, e a dos hebronitas, e a dos uzielitas; são estas as famílias dos coatitas.
28.Contados todos os homens, da idade de um mês para cima, foram oito mil e seiscentos, que tinham a seu cargo o santuário.
29.As famílias dos filhos de Coate se acamparão ao lado do tabernáculo, do lado sul.
30.O príncipe da casa paterna das famílias dos coatitas será Elisafã, filho de Uziel.
31.Terão eles a seu cargo a arca, a mesa, o candelabro, os altares, os utensílios do santuário com que ministram, o reposteiro e todo o serviço a eles devido.
32.O príncipe dos príncipes de Levi será Eleazar, filho de Arão, o sacerdote; terá a superintendência dos que têm a seu cargo o santuário.
33.De Merari é a família dos malitas e a dos musitas; são estas as famílias de Merari.
34.Todos os homens que deles foram contados, de um mês para cima, foram seis mil e duzentos.
35.O príncipe da casa paterna das famílias de Merari será Zuriel, filho de Abiail; acampar-se-ão ao lado do tabernáculo, do lado norte.
36.Os filhos de Merari, por designação, terão a seu cargo as tábuas do tabernáculo, as suas travessas, as suas colunas, as suas bases, todos os seus utensílios e todo o serviço a eles devido;
37.também as colunas do pátio em redor, as suas bases, as suas estacas e as suas cordas.
38.Os que se acamparão diante do tabernáculo, ao oriente, diante da tenda da congregação, para o lado do nascente, serão Moisés e Arão, com seus filhos, tendo a seu cargo os ritos do santuário, para cumprirem seus deveres prescritos, em prol dos filhos de Israel; o estranho que se aproximar morrerá.
39.Todos os que foram contados dos levitas, contados por Moisés e Arão, por mandado do SENHOR, segundo as suas famílias, todo homem de um mês para cima, foram vinte e dois mil.
O resgate dos primogênitos
40.Disse o SENHOR a Moisés: Conta todo primogênito varão dos filhos de Israel, cada um nominalmente, de um mês para cima,
41.e para mim tomarás os levitas ( eu sou o SENHOR ) em lugar de todo primogênito dos filhos de Israel e os animais dos levitas em lugar de todo primogênito entre os animais dos filhos de Israel.
42.Contou Moisés, como o SENHOR lhe ordenara, todo primogênito entre os filhos de Israel.
43.Todos os primogênitos varões, contados nominalmente, de um mês para cima, segundo o censo, foram vinte e dois mil duzentos e setenta e três.
44.Disse o SENHOR a Moisés:
45.Toma os levitas em lugar de todo primogênito entre os filhos de Israel e os animais dos levitas em lugar dos animais dos filhos de Israel, porquanto os levitas serão meus. Eu sou o SENHOR.
46.Pelo resgate dos duzentos e setenta e três dos primogênitos dos filhos de Israel, que excedem o número dos levitas,
47.tomarás por cabeça cinco siclos; segundo o siclo do santuário, os tomarás, a vinte geras o siclo.
48.E darás a Arão e a seus filhos o dinheiro com o qual são resgatados os que são demais entre eles.
49.Então, Moisés tomou o dinheiro do resgate dos que excederam os que foram resgatados pelos levitas.
50.Dos primogênitos dos filhos de Israel tomou o dinheiro, mil trezentos e sessenta e cinco siclos, segundo o siclo do santuário.
51.E deu Moisés o dinheiro dos resgatados a Arão e a seus filhos, segundo o mandado do SENHOR, como o SENHOR ordenara a Moisés.
Um coro de aleluias
1.Aleluia! Louvai ao SENHOR do alto dos céus, louvai-o nas alturas.
2.Louvai-o, todos os seus anjos; louvai-o, todas as suas legiões celestes.
3.Louvai-o, sol e lua; louvai-o, todas as estrelas luzentes.
4.Louvai-o, céus dos céus e as águas que estão acima do firmamento.
5.Louvem o nome do SENHOR, pois mandou ele, e foram criados.
6.E os estabeleceu para todo o sempre; fixou-lhes uma ordem que não passará.
7.Louvai ao SENHOR da terra, monstros marinhos e abismos todos;
8.fogo e saraiva, neve e vapor e ventos procelosos que lhe executam a palavra;
9.montes e todos os outeiros, árvores frutíferas e todos os cedros;
10.feras e gados, répteis e voláteis;
11.reis da terra e todos os povos, príncipes e todos os juízes da terra;
12.rapazes e donzelas, velhos e crianças.
13.Louvem o nome do SENHOR, porque só o seu nome é excelso; a sua majestade é acima da terra e do céu.
14.Ele exalta o poder do seu povo, o louvor de todos os seus santos, dos filhos de Israel, povo que lhe é chegado. Aleluia!
Os fiéis louvam a Deus
1.Aleluia! Cantai ao SENHOR um novo cântico e o seu louvor, na assembléia dos santos.
2.Regozije-se Israel no seu Criador, exultem no seu Rei os filhos de Sião.
3.Louvem-lhe o nome com flauta; cantem-lhe salmos com adufe e harpa.
4.Porque o SENHOR se agrada do seu povo e de salvação adorna os humildes.
5.Exultem de glória os santos, no seu leito cantem de júbilo.
6.Nos seus lábios estejam os altos louvores de Deus, nas suas mãos, espada de dois gumes,
7.para exercer vingança entre as nações e castigo sobre os povos;
8.para meter os seus reis em cadeias e os seus nobres, em grilhões de ferro;
9.para executar contra eles a sentença escrita, o que será honra para todos os seus santos. Aleluia!
Doxologia final
1.Aleluia! Louvai a Deus no seu santuário; louvai-o no firmamento, obra do seu poder.
2.Louvai-o pelos seus poderosos feitos; louvai-o consoante a sua muita grandeza.
3.Louvai-o ao som da trombeta; louvai-o com saltério e com harpa.
4.Louvai-o com adufes e danças; louvai-o com instrumentos de cordas e com flautas.
5.Louvai-o com címbalos sonoros; louvai-o com címbalos retumbantes.
6.Todo ser que respira louve ao SENHOR. Aleluia!
A morte dos galileus e a queda da torre de Siloé
1.Naquela mesma ocasião, chegando alguns, falavam a Jesus a respeito dos galileus cujo sangue Pilatos misturara com os sacrifícios que os mesmos realizavam.
2.Ele, porém, lhes disse: Pensais que esses galileus eram mais pecadores do que todos os outros galileus, por terem padecido estas coisas?
3.Não eram, eu vo-lo afirmo; se, porém, não vos arrependerdes, todos igualmente perecereis.
4.Ou cuidais que aqueles dezoito sobre os quais desabou a torre de Siloé e os matou eram mais culpados que todos os outros habitantes de Jerusalém?
5.Não eram, eu vo-lo afirmo; mas, se não vos arrependerdes, todos igualmente perecereis.
A parábola da figueira estéril
6.Então, Jesus proferiu a seguinte parábola: Certo homem tinha uma figueira plantada na sua vinha e, vindo procurar fruto nela, não achou.
7.Pelo que disse ao viticultor: Há três anos venho procurar fruto nesta figueira e não acho; podes cortá-la; para que está ela ainda ocupando inutilmente a terra?
8.Ele, porém, respondeu: Senhor, deixa-a ainda este ano, até que eu escave ao redor dela e lhe ponha estrume.
9.Se vier a dar fruto, bem está; se não, mandarás cortá-la.
A cura de uma enferma
10.Ora, ensinava Jesus no sábado numa das sinagogas.
11.E veio ali uma mulher possessa de um espírito de enfermidade, havia já dezoito anos; andava ela encurvada, sem de modo algum poder endireitar-se.
12.Vendo-a Jesus, chamou-a e disse-lhe: Mulher, estás livre da tua enfermidade;
13.e, impondo-lhe as mãos, ela imediatamente se endireitou e dava glória a Deus.
14.O chefe da sinagoga, indignado de ver que Jesus curava no sábado, disse à multidão: Seis dias há em que se deve trabalhar; vinde, pois, nesses dias para serdes curados e não no sábado.
15.Disse-lhe, porém, o Senhor: Hipócritas, cada um de vós não desprende da manjedoura, no sábado, o seu boi ou o seu jumento, para levá-lo a beber?
16.Por que motivo não se devia livrar deste cativeiro, em dia de sábado, esta filha de Abraão, a quem Satanás trazia presa há dezoito anos?
17.Tendo ele dito estas palavras, todos os seus adversários se envergonharam. Entretanto, o povo se alegrava por todos os gloriosos feitos que Jesus realizava.
A parábola do grão de mostarda
18.E dizia: A que é semelhante o reino de Deus, e a que o compararei?
19.É semelhante a um grão de mostarda que um homem plantou na sua horta; e cresceu e fez-se árvore; e as aves do céu aninharam-se nos seus ramos.
A parábola do fermento
20.Disse mais: A que compararei o reino de Deus?
21.É semelhante ao fermento que uma mulher tomou e escondeu em três medidas de farinha, até ficar tudo levedado.
A porta estreita
22.Passava Jesus por cidades e aldeias, ensinando e caminhando para Jerusalém.
23.E alguém lhe perguntou: Senhor, são poucos os que são salvos?
24.Respondeu-lhes: Esforçai-vos por entrar pela porta estreita, pois eu vos digo que muitos procurarão entrar e não poderão.
25.Quando o dono da casa se tiver levantado e fechado a porta, e vós, do lado de fora, começardes a bater, dizendo: Senhor, abre-nos a porta, ele vos responderá: Não sei donde sois.
26.Então, direis: Comíamos e bebíamos na tua presença, e ensinavas em nossas ruas.
27.Mas ele vos dirá: Não sei donde vós sois; apartai-vos de mim, vós todos os que praticais iniqüidades.
28.Ali haverá choro e ranger de dentes, quando virdes, no reino de Deus, Abraão, Isaque, Jacó e todos os profetas, mas vós, lançados fora.
29.Muitos virão do Oriente e do Ocidente, do Norte e do Sul e tomarão lugares à mesa no reino de Deus.
30.Contudo, há últimos que virão a ser primeiros, e primeiros que serão últimos.
A mensagem de Jesus a Herodes. O lamento sobre Jerusalém
31.Naquela mesma hora, alguns fariseus vieram para dizer-lhe: Retira-te e vai-te daqui, porque Herodes quer matar-te.
32.Ele, porém, lhes respondeu: Ide dizer a essa raposa que, hoje e amanhã, expulso demônios e curo enfermos e, no terceiro dia, terminarei.
33.Importa, contudo, caminhar hoje, amanhã e depois, porque não se espera que um profeta morra fora de Jerusalém.
34.Jerusalém, Jerusalém, que matas os profetas e apedrejas os que te foram enviados! Quantas vezes quis eu reunir teus filhos como a galinha ajunta os do seu próprio ninho debaixo das asas, e vós não o quisestes!
35.Eis que a vossa casa vos ficará deserta. E em verdade vos digo que não mais me vereis até que venhais a dizer: Bendito o que vem em nome do Senhor!
A cura de um hidrópico
1.Aconteceu que, ao entrar ele num sábado na casa de um dos principais fariseus para comer pão, eis que o estavam observando.
2.Ora, diante dele se achava um homem hidrópico.
3.Então, Jesus, dirigindo-se aos intérpretes da Lei e aos fariseus, perguntou-lhes: É ou não é lícito curar no sábado?
4.Eles, porém, nada disseram. E, tomando-o, o curou e o despediu.
5.A seguir, lhes perguntou: Qual de vós, se o filho ou o boi cair num poço, não o tirará logo, mesmo em dia de sábado?
6.A isto nada puderam responder.
Os primeiros lugares
7.Reparando como os convidados escolhiam os primeiros lugares, propôs-lhes uma parábola:
8.Quando por alguém fores convidado para um casamento, não procures o primeiro lugar; para não suceder que, havendo um convidado mais digno do que tu,
9.vindo aquele que te convidou e também a ele, te diga: Dá o lugar a este. Então, irás, envergonhado, ocupar o último lugar.
10.Pelo contrário, quando fores convidado, vai tomar o último lugar; para que, quando vier o que te convidou, te diga: Amigo, senta-te mais para cima. Ser-te-á isto uma honra diante de todos os mais convivas.
11.Pois todo o que se exalta será humilhado; e o que se humilha será exaltado.
12.Disse também ao que o havia convidado: Quando deres um jantar ou uma ceia, não convides os teus amigos, nem teus irmãos, nem teus parentes, nem vizinhos ricos; para não suceder que eles, por sua vez, te convidem e sejas recompensado.
13.Antes, ao dares um banquete, convida os pobres, os aleijados, os coxos e os cegos;
14.e serás bem-aventurado, pelo fato de não terem eles com que recompensar-te; a tua recompensa, porém, tu a receberás na ressurreição dos justos.
A parábola da grande ceia
15.Ora, ouvindo tais palavras, um dos que estavam com ele à mesa, disse-lhe: Bem-aventurado aquele que comer pão no reino de Deus.
16.Ele, porém, respondeu: Certo homem deu uma grande ceia e convidou muitos.
17.À hora da ceia, enviou o seu servo para avisar aos convidados: Vinde, porque tudo já está preparado.
18.Não obstante, todos, à uma, começaram a escusar-se. Disse o primeiro: Comprei um campo e preciso ir vê-lo; rogo-te que me tenhas por escusado.
19.Outro disse: Comprei cinco juntas de bois e vou experimentá-las; rogo-te que me tenhas por escusado.
20.E outro disse: Casei-me e, por isso, não posso ir.
21.Voltando o servo, tudo contou ao seu senhor. Então, irado, o dono da casa disse ao seu servo: Sai depressa para as ruas e becos da cidade e traze para aqui os pobres, os aleijados, os cegos e os coxos.
22.Depois, lhe disse o servo: Senhor, feito está como mandaste, e ainda há lugar.
23.Respondeu-lhe o senhor: Sai pelos caminhos e atalhos e obriga a todos a entrar, para que fique cheia a minha casa.
24.Porque vos declaro que nenhum daqueles homens que foram convidados provará a minha ceia.
O serviço de Cristo exige abnegação
25.Grandes multidões o acompanhavam, e ele, voltando-se, lhes disse:
26.Se alguém vem a mim e não aborrece a seu pai, e mãe, e mulher, e filhos, e irmãos, e irmãs e ainda a sua própria vida, não pode ser meu discípulo.
27.E qualquer que não tomar a sua cruz e vier após mim não pode ser meu discípulo.
28.Pois qual de vós, pretendendo construir uma torre, não se assenta primeiro para calcular a despesa e verificar se tem os meios para a concluir?
29.Para não suceder que, tendo lançado os alicerces e não a podendo acabar, todos os que a virem zombem dele,
30.dizendo: Este homem começou a construir e não pôde acabar.
31.Ou qual é o rei que, indo para combater outro rei, não se assenta primeiro para calcular se com dez mil homens poderá enfrentar o que vem contra ele com vinte mil?
32.Caso contrário, estando o outro ainda longe, envia-lhe uma embaixada, pedindo condições de paz.
33.Assim, pois, todo aquele que dentre vós não renuncia a tudo quanto tem não pode ser meu discípulo.
Os discípulos, sal da terra
34.O sal é certamente bom; caso, porém, se torne insípido, como restaurar-lhe o sabor?
35.Nem presta para a terra, nem mesmo para o monturo; lançam-no fora. Quem tem ouvidos para ouvir, ouça.
Almeida Revista e Atualizada, ARA © Copyright 1993
Sociedade Bíblica do Brasil.
Todos os direitos reservados.
Saiba mais sobre a Sociedade Bíblica do Brasil em sbb.org.br.
A Sociedade Bíblica do Brasil trabalha para que a Bíblia esteja, efetivamente, ao alcance de todos e seja lida por todos.
A SBB é uma entidade sem fins lucrativos, dedicada a promover o desenvolvimento integral do ser humano.
Você também pode ajudar a causa da Bíblia!