Plano Anual

290 / 365
As demais atividades de Salomão
1.Ao fim de vinte anos, tendo Salomão terminado a Casa do SENHOR e a sua própria casa,
2.edificou as cidades que Hirão lhe tinha dado; e fez habitar nelas os filhos de Israel.
3.Depois, foi Salomão a Hamate-Zoba e a tomou.
4.Também edificou a Tadmor no deserto e a todas as cidades-armazéns em Hamate.
5.Edificou também a Bete-Horom, a de cima e a de baixo, cidades fortificadas com muros, portas e ferrolhos;
6.como também a Baalate, e todas as cidades-armazéns que Salomão tinha, e todas as cidades para os carros, e as cidades para os cavaleiros, e tudo o que desejou, enfim, edificar em Jerusalém, no Líbano e em toda a terra do seu domínio.
7.Quanto a todo o povo que restou dos heteus, amorreus, ferezeus, heveus e jebuseus e que não eram de Israel,
8.a seus filhos, que restaram depois deles na terra, os quais os filhos de Israel não puderam destruir totalmente, a esses fez Salomão trabalhadores forçados, até hoje.
9.Porém dos filhos de Israel não fez Salomão escravo algum; eram homens de guerra, seus comandantes, chefes dos seus carros e dos seus cavaleiros;
10.estes eram os principais oficiais que tinha o rei Salomão, duzentos e cinqüenta, que presidiam sobre o povo.
11.Salomão fez subir a filha de Faraó da Cidade de Davi para a casa que a ela lhe edificara; porque disse: Minha esposa não morará na casa de Davi, rei de Israel, porque santos são os lugares nos quais entrou a arca do SENHOR.
12.Então, Salomão ofereceu holocaustos ao SENHOR, sobre o altar que tinha edificado ao SENHOR diante do pórtico;
13.e isto segundo o dever de cada dia, conforme o preceito de Moisés, nos sábados, nas Festas da Lua Nova, e nas festas fixas, três vezes no ano: na Festa dos Pães Asmos, na Festa das Semanas e na Festa dos Tabernáculos.
14.Também, segundo a ordem de Davi, seu pai, dispôs os turnos dos sacerdotes nos seus ministérios, como também os dos levitas para os seus cargos, para louvarem a Deus e servirem diante dos sacerdotes, segundo o dever de cada dia, e os porteiros pelos seus turnos a cada porta; porque tal era a ordem de Davi, o homem de Deus.
15.Não se desviaram do que ordenara o rei aos sacerdotes e levitas, em coisa nenhuma, nem acerca dos tesouros.
16.Assim se executou toda a obra de Salomão, desde o dia da fundação da Casa do SENHOR até se acabar; e assim se concluiu a Casa do SENHOR.
17.Então, foi Salomão a Eziom-Geber e a Elate, à praia do mar, na terra de Edom.
18.Enviou-lhe Hirão, por intermédio de seus servos, navios e marinheiros práticos; foram com os servos de Salomão a Ofir e tomaram de lá quatrocentos e cinqüenta talentos de ouro, que trouxeram ao rei Salomão.
A glória do Senhor enche o templo
1.Então, o homem me levou à porta, à porta que olha para o oriente.
2.E eis que, do caminho do oriente, vinha a glória do Deus de Israel; a sua voz era como o ruído de muitas águas, e a terra resplandeceu por causa da sua glória.
3.O aspecto da visão que tive era como o da visão que eu tivera, quando vim destruir a cidade; e eram as visões como a que tive junto ao rio Quebar; e me prostrei, rosto em terra.
4.A glória do SENHOR entrou no templo pela porta que olha para o oriente.
5.O Espírito me levantou e me levou ao átrio interior; e eis que a glória do SENHOR enchia o templo.
6.Então, ouvi uma voz que me foi dirigida do interior do templo, e o homem se pôs de pé junto a mim, e o SENHOR me disse:
7.Filho do homem, este é o lugar do meu trono, e o lugar das plantas dos meus pés, onde habitarei no meio dos filhos de Israel para sempre; os da casa de Israel não contaminarão mais o meu nome santo, nem eles nem os seus reis, com as suas prostituições e com o cadáver dos seus reis, nos seus monumentos,
8.pondo o seu limiar junto ao meu limiar e a sua ombreira, junto à minha ombreira, e havendo uma parede entre mim e eles. Contaminaram o meu santo nome com as suas abominações que faziam; por isso, eu os consumi na minha ira.
9.Agora, lancem eles para longe de mim a sua prostituição e o cadáver dos seus reis, e habitarei no meio deles para sempre.
O altar dos holocaustos
10.Tu, pois, ó filho do homem, mostra à casa de Israel este templo, para que ela se envergonhe das suas iniqüidades; e meça o modelo.
11.Envergonhando-se eles de tudo quanto praticaram, faze-lhes saber a planta desta casa e o seu arranjo, as suas saídas, as suas entradas e todas as suas formas; todos os seus estatutos, todos os seus dispositivos e todas as suas leis; escreve isto na sua presença para que observem todas as suas instituições e todos os seus estatutos e os cumpram.
12.Esta é a lei do templo; sobre o cimo do monte, todo o seu limite ao redor será santíssimo; eis que esta é a lei do templo.
13.São estas as medidas do altar, em côvados, sendo o côvado de côvado comum e quatro dedos; a base será de um côvado de altura e um côvado de largura, e a sua borda, em todo o seu contorno, de quatro dedos; esta é a base do altar.
14.Da base, na linha da terra, até à fiada do fundo, dois côvados, e de largura, um côvado; da fiada pequena até à fiada grande, quatro côvados, e a largura, um côvado.
15.A lareira, de quatro côvados de altura; da lareira para cima se projetarão quatro chifres.
16.A lareira terá doze côvados de comprimento e doze de largura, quadrada nos quatro lados.
17.A fiada terá catorze côvados de comprimento e catorze de largura, nos seus quatro lados; a borda ao redor dela, de meio côvado; e a base ao redor do altar se projetará um côvado; os seus degraus olharão para o oriente.
A consagração do altar
18.E o SENHOR me disse: Filho do homem, assim diz o SENHOR Deus: São estas as determinações do altar, no dia em que o farão, para oferecerem sobre ele holocausto e para sobre ele aspergirem sangue.
19.Aos sacerdotes levitas, que são da descendência de Zadoque, que se chegam a mim, diz o SENHOR Deus, para me servirem, darás um novilho para oferta pelo pecado.
20.Tomarás do seu sangue e o porás sobre os quatro chifres do altar, e nos quatro cantos da fiada, e na borda ao redor; assim, farás a purificação e a expiação.
21.Então, tomarás o novilho da oferta pelo pecado, o qual será queimado no lugar da casa para isso designado, fora do santuário.
22.No segundo dia, oferecerás um bode sem defeito, oferta pelo pecado; e purificarão o altar, como o purificaram com o novilho.
23.Acabando tu de o purificar, oferecerás um novilho sem defeito e, do rebanho, um carneiro sem defeito.
24.Oferecê-los-ás perante o SENHOR; os sacerdotes deitarão sal sobre eles e os oferecerão em holocausto ao SENHOR.
25.Durante sete dias, prepararás cada dia um bode para oferta pelo pecado; também prepararão um novilho e, do rebanho, um carneiro sem defeito.
26.Por sete dias, expiarão o altar e o purificarão; e, assim, o consagrarão.
27.Tendo eles cumprido estes dias, será que, ao oitavo dia, dali em diante, prepararão os sacerdotes sobre o altar os vossos holocaustos e as vossas ofertas pacíficas; e eu vos serei propício, diz o SENHOR Deus.
A cura de um cego de nascença
1.Caminhando Jesus, viu um homem cego de nascença.
2.E os seus discípulos perguntaram: Mestre, quem pecou, este ou seus pais, para que nascesse cego?
3.Respondeu Jesus: Nem ele pecou, nem seus pais; mas foi para que se manifestem nele as obras de Deus.
4.É necessário que façamos as obras daquele que me enviou, enquanto é dia; a noite vem, quando ninguém pode trabalhar.
5.Enquanto estou no mundo, sou a luz do mundo.
6.Dito isso, cuspiu na terra e, tendo feito lodo com a saliva, aplicou-o aos olhos do cego,
7.dizendo-lhe: Vai, lava-te no tanque de Siloé ( que quer dizer Enviado ). Ele foi, lavou-se e voltou vendo.
8.Então, os vizinhos e os que dantes o conheciam de vista, como mendigo, perguntavam: Não é este o que estava assentado pedindo esmolas?
9.Uns diziam: É ele. Outros: Não, mas se parece com ele. Ele mesmo, porém, dizia: Sou eu.
10.Perguntaram-lhe, pois: Como te foram abertos os olhos?
11.Respondeu ele: O homem chamado Jesus fez lodo, untou-me os olhos e disse-me: Vai ao tanque de Siloé e lava-te. Então, fui, lavei-me e estou vendo.
12.Disseram-lhe, pois: Onde está ele? Respondeu: Não sei.
Os fariseus interrogam o cego
13.Levaram, pois, aos fariseus o que dantes fora cego.
14.E era sábado o dia em que Jesus fez o lodo e lhe abriu os olhos.
15.Então, os fariseus, por sua vez, lhe perguntaram como chegara a ver; ao que lhes respondeu: Aplicou lodo aos meus olhos, lavei-me e estou vendo.
16.Por isso, alguns dos fariseus diziam: Esse homem não é de Deus, porque não guarda o sábado. Diziam outros: Como pode um homem pecador fazer tamanhos sinais? E houve dissensão entre eles.
17.De novo, perguntaram ao cego: Que dizes tu a respeito dele, visto que te abriu os olhos? Que é profeta, respondeu ele.
18.Não acreditaram os judeus que ele fora cego e que agora via, enquanto não lhe chamaram os pais
19.e os interrogaram: É este o vosso filho, de quem dizeis que nasceu cego? Como, pois, vê agora?
20.Então, os pais responderam: Sabemos que este é nosso filho e que nasceu cego;
21.mas não sabemos como vê agora; ou quem lhe abriu os olhos também não sabemos. Perguntai a ele, idade tem; falará de si mesmo.
22.Isto disseram seus pais porque estavam com medo dos judeus; pois estes já haviam assentado que, se alguém confessasse ser Jesus o Cristo, fosse expulso da sinagoga.
23.Por isso, é que disseram os pais: Ele idade tem, interrogai-o.
24.Então, chamaram, pela segunda vez, o homem que fora cego e lhe disseram: Dá glória a Deus; nós sabemos que esse homem é pecador.
25.Ele retrucou: Se é pecador, não sei; uma coisa sei: eu era cego e agora vejo.
26.Perguntaram-lhe, pois: Que te fez ele? como te abriu os olhos?
27.Ele lhes respondeu: Já vo-lo disse, e não atendestes; por que quereis ouvir outra vez? Porventura, quereis vós também tornar-vos seus discípulos?
28.Então, o injuriaram e lhe disseram: Discípulo dele és tu; mas nós somos discípulos de Moisés.
29.Sabemos que Deus falou a Moisés; mas este nem sabemos donde é.
30.Respondeu-lhes o homem: Nisto é de estranhar que vós não saibais donde ele é, e, contudo, me abriu os olhos.
31.Sabemos que Deus não atende a pecadores; mas, pelo contrário, se alguém teme a Deus e pratica a sua vontade, a este atende.
32.Desde que há mundo, jamais se ouviu que alguém tenha aberto os olhos a um cego de nascença.
33.Se este homem não fosse de Deus, nada poderia ter feito.
34.Mas eles retrucaram: Tu és nascido todo em pecado e nos ensinas a nós? E o expulsaram.
Jesus revela-se ao cego
35.Ouvindo Jesus que o tinham expulsado, encontrando-o, lhe perguntou: Crês tu no Filho do Homem?
36.Ele respondeu e disse: Quem é, Senhor, para que eu nele creia?
37.E Jesus lhe disse: Já o tens visto, e é o que fala contigo.
38.Então, afirmou ele: Creio, Senhor; e o adorou.
39.Prosseguiu Jesus: Eu vim a este mundo para juízo, a fim de que os que não vêem vejam, e os que vêem se tornem cegos.
40.Alguns dentre os fariseus que estavam perto dele perguntaram-lhe: Acaso, também nós somos cegos?
41.Respondeu-lhes Jesus: Se fôsseis cegos, não teríeis pecado algum; mas, porque agora dizeis: Nós vemos, subsiste o vosso pecado.
Jesus, o bom pastor
1.Em verdade, em verdade vos digo: o que não entra pela porta no aprisco das ovelhas, mas sobe por outra parte, esse é ladrão e salteador.
2.Aquele, porém, que entra pela porta, esse é o pastor das ovelhas.
3.Para este o porteiro abre, as ovelhas ouvem a sua voz, ele chama pelo nome as suas próprias ovelhas e as conduz para fora.
4.Depois de fazer sair todas as que lhe pertencem, vai adiante delas, e elas o seguem, porque lhe reconhecem a voz;
5.mas de modo nenhum seguirão o estranho; antes, fugirão dele, porque não conhecem a voz dos estranhos.
6.Jesus lhes propôs esta parábola, mas eles não compreenderam o sentido daquilo que lhes falava.
7.Jesus, pois, lhes afirmou de novo: Em verdade, em verdade vos digo: eu sou a porta das ovelhas.
8.Todos quantos vieram antes de mim são ladrões e salteadores; mas as ovelhas não lhes deram ouvido.
9.Eu sou a porta. Se alguém entrar por mim, será salvo; entrará, e sairá, e achará pastagem.
10.O ladrão vem somente para roubar, matar e destruir; eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância.
11.Eu sou o bom pastor. O bom pastor dá a vida pelas ovelhas.
12.O mercenário, que não é pastor, a quem não pertencem as ovelhas, vê vir o lobo, abandona as ovelhas e foge; então, o lobo as arrebata e dispersa.
13.O mercenário foge, porque é mercenário e não tem cuidado com as ovelhas.
14.Eu sou o bom pastor; conheço as minhas ovelhas, e elas me conhecem a mim,
15.assim como o Pai me conhece a mim, e eu conheço o Pai; e dou a minha vida pelas ovelhas.
16.Ainda tenho outras ovelhas, não deste aprisco; a mim me convém conduzi-las; elas ouvirão a minha voz; então, haverá um rebanho e um pastor.
17.Por isso, o Pai me ama, porque eu dou a minha vida para a reassumir.
18.Ninguém a tira de mim; pelo contrário, eu espontaneamente a dou. Tenho autoridade para a entregar e também para reavê-la. Este mandato recebi de meu Pai.
Nova dissensão entre os judeus
19.Por causa dessas palavras, rompeu nova dissensão entre os judeus.
20.Muitos deles diziam: Ele tem demônio e enlouqueceu; por que o ouvis?
21.Outros diziam: Este modo de falar não é de endemoninhado; pode, porventura, um demônio abrir os olhos aos cegos?
A Festa da Dedicação. Jesus é interrogado
22.Celebrava-se em Jerusalém a Festa da Dedicação. Era inverno.
23.Jesus passeava no templo, no Pórtico de Salomão.
24.Rodearam-no, pois, os judeus e o interpelaram: Até quando nos deixarás a mente em suspenso? Se tu és o Cristo, dize-o francamente.
25.Respondeu-lhes Jesus: Já vo-lo disse, e não credes. As obras que eu faço em nome de meu Pai testificam a meu respeito.
26.Mas vós não credes, porque não sois das minhas ovelhas.
27.As minhas ovelhas ouvem a minha voz; eu as conheço, e elas me seguem.
28.Eu lhes dou a vida eterna; jamais perecerão, e ninguém as arrebatará da minha mão.
29.Aquilo que meu Pai me deu é maior do que tudo; e da mão do Pai ninguém pode arrebatar.
30.Eu e o Pai somos um.
31.Novamente, pegaram os judeus em pedras para lhe atirar.
32.Disse-lhes Jesus: Tenho-vos mostrado muitas obras boas da parte do Pai; por qual delas me apedrejais?
33.Responderam-lhe os judeus: Não é por obra boa que te apedrejamos, e sim por causa da blasfêmia, pois, sendo tu homem, te fazes Deus a ti mesmo.
34.Replicou-lhes Jesus: Não está escrito na vossa lei: Eu disse: sois deuses?
35.Se ele chamou deuses àqueles a quem foi dirigida a palavra de Deus, e a Escritura não pode falhar,
36.então, daquele a quem o Pai santificou e enviou ao mundo, dizeis: Tu blasfemas; porque declarei: sou Filho de Deus?
37.Se não faço as obras de meu Pai, não me acrediteis;
38.mas, se faço, e não me credes, crede nas obras; para que possais saber e compreender que o Pai está em mim, e eu estou no Pai.
39.Nesse ponto, procuravam, outra vez, prendê-lo; mas ele se livrou das suas mãos.
40.Novamente, se retirou para além do Jordão, para o lugar onde João batizava no princípio; e ali permaneceu.
41.E iam muitos ter com ele e diziam: Realmente, João não fez nenhum sinal, porém tudo quanto disse a respeito deste era verdade.
42.E muitos ali creram nele.
Almeida Revista e Atualizada, ARA © Copyright 1993
Sociedade Bíblica do Brasil.
Todos os direitos reservados.
Saiba mais sobre a Sociedade Bíblica do Brasil em sbb.org.br.
A Sociedade Bíblica do Brasil trabalha para que a Bíblia esteja, efetivamente, ao alcance de todos e seja lida por todos.
A SBB é uma entidade sem fins lucrativos, dedicada a promover o desenvolvimento integral do ser humano.
Você também pode ajudar a causa da Bíblia!