Plano Anual

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As heranças das nove tribos e meia
1.A sorte da tribo dos filhos de Judá, segundo as suas famílias, caiu para o sul, até ao limite de Edom, até ao deserto de Zim, até à extremidade do lado sul.
2.Foi o seu limite ao sul, desde a extremidade do mar Salgado, desde a baía que olha para o sul;
3.e sai para o sul, até à subida de Acrabim, passa a Zim, sobe do sul a Cades-Barnéia,
4.passa por Hezrom, sobe a Adar e rodeia Carca; passa por Azmom e sai ao ribeiro do Egito; as saídas deste limite vão até ao mar; este será o vosso limite do lado sul.
5.O limite, porém, para o oriente será o mar Salgado, até à foz do Jordão; e o limite para o norte será da baía do mar, começando com a embocadura do Jordão,
6.limite que sobe até Bete-Hogla e passa do norte a Bete-Arabá, subindo até à pedra de Boã, filho de Rúben,
7.subindo ainda este limite a Debir desde o vale de Acor, olhando para o norte, rumo a Gilgal, a qual está à subida de Adumim, que está para o sul do ribeiro; daí, o limite passa até às águas de En-Semes; e as suas saídas estarão do lado de En-Rogel.
8.Deste ponto sobe pelo vale do Filho de Hinom, do lado dos jebuseus do Sul, isto é, Jerusalém; e sobe este limite até ao cimo do monte que está diante do vale de Hinom, para o ocidente, que está no fim do vale dos Refains, do lado norte.
9.Então, vai o limite desde o cimo do monte até à fonte das águas de Neftoa; e sai até às cidades do monte Efrom; vai mais este limite até Baalá, isto é, Quiriate-Jearim.
10.Então, dá volta o limite desde Baalá, para o ocidente, até ao monte Seir, passa ao lado do monte de Jearim do lado norte, isto é, Quesalom, e, descendo a Bete-Semes, passa por Timna.
11.Segue mais ainda o limite ao lado de Ecrom, para o norte, e, indo a Siquerom, passa o monte de Baalá, saindo em Jabneel, para terminar no mar.
12.O limite, porém, do lado ocidental é o mar Grande e as suas imediações. São estes os limites dos filhos de Judá ao redor, segundo as suas famílias.
13.A Calebe, filho de Jefoné, porém, deu Josué uma parte no meio dos filhos de Judá, segundo lhe ordenara o SENHOR, a saber, Quiriate-Arba, isto é, Hebrom; este Arba era o pai de Anaque.
14.Dali expulsou Calebe os três filhos de Anaque: Sesai, Aimã e Talmai, gerados de Anaque.
15.Subiu aos habitantes de Debir, cujo nome, dantes, era Quiriate-Sefer.
16.Disse Calebe: A quem derrotar Quiriate-Sefer e a tomar, darei minha filha Acsa por mulher.
17.Tomou-a, pois, Otniel, filho de Quenaz, irmão de Calebe; este lhe deu a filha Acsa por mulher.
18.Esta, quando se foi a Otniel, insistiu com ele para que pedisse um campo ao pai dela; e ela apeou do jumento; então, Calebe lhe perguntou: Que desejas?
19.Respondeu ela: Dá-me um presente; deste-me terra seca, dá-me também fontes de água. Então, lhe deu as fontes superiores e as fontes inferiores.
20.Esta é a herança da tribo dos filhos de Judá, segundo as suas famílias.
21.São, pois, as cidades no extremo sul da tribo dos filhos de Judá, rumo do território de Edom: Cabzeel, Éder, Jagur,
22.Quiná, Dimona, Adada,
23.Quedes, Hazor, Itnã,
24.Zife, Telém, Bealote,
25.Hazor-Hadata, Queriote-Hezrom ( que é Hazor ),
26.Amã, Sema, Molada,
27.Hazar-Gada, Hesmom, Bete-Palete,
28.Hazar-Sual, Berseba, Biziotiá,
29.Baalá, Iim, Ezém,
30.Eltolade, Quesil, Horma,
31.Ziclague, Madmana, Sansana,
32.Lebaote, Silim, Aim e Rimom; ao todo, vinte e nove cidades com suas aldeias.
33.Nas planícies: Estaol, Zorá, Asná,
34.Zanoa, En-Ganim, Tapua, Enã,
35.Jarmute, Adulão, Socó, Azeca,
36.Saaraim, Aditaim, Gedera e Gederotaim; ao todo, catorze cidades com suas aldeias.
37.Zenã, Hadasa, Migdal-Gade,
38.Dileã, Mispa, Jocteel,
39.Laquis, Boscate, Eglom,
40.Cabom, Laamás, Quitlis,
41.Gederote, Bete-Dagom, Naamá e Maquedá; ao todo, dezesseis cidades com suas aldeias.
42.Libna, Eter, Asã,
43.Ifta, Asná, Nezibe,
44.Queila, Aczibe e Maressa; ao todo, nove cidades com suas aldeias.
45.Ecrom com suas vilas e aldeias;
46.desde Ecrom até ao mar, todas as que estão do lado de Asdode, com suas aldeias.
47.Asdode, suas vilas e aldeias; Gaza, suas vilas e aldeias, até ao rio do Egito e o mar Grande com as suas imediações.
48.Na região montanhosa: Samir, Jatir, Socó,
49.Daná, Quiriate-Sana, que é Debir,
50.Anabe, Estemoa, Anim,
51.Gósen, Holom e Gilo; ao todo, onze cidades com suas aldeias.
52.Arabe, Dumá, Esã,
53.Janim, Bete-Tapua, Afeca,
54.Hunta, Quiriate-Arba ( que é Hebrom ) e Zior; ao todo, nove cidades com suas aldeias.
55.Maom, Carmelo, Zife, Jutá,
56.Jezreel, Jocdeão, Zanoa,
57.Caim, Gibeá e Timna; ao todo, dez cidades com suas aldeias.
58.Halul, Bete-Zur, Gedor,
59.Maarate, Bete-Anote e Eltecom; ao todo, seis cidades com suas aldeias.
60.Quiriate-Baal ( que é Quiriate-Jearim ) e Rabá; ao todo, duas cidades com suas aldeias.
61.No deserto: Bete-Arabá, Midim, Secaca,
62.Nibsã, Cidade do Sal e En-Gedi; ao todo, seis cidades com suas aldeias.
63.Não puderam, porém, os filhos de Judá expulsar os jebuseus que habitavam em Jerusalém; assim, habitam os jebuseus com os filhos de Judá em Jerusalém até ao dia de hoje.
Profecia do cativeiro dos egípcios e dos etíopes
1.No ano em que Tartã, enviado por Sargão, rei da Assíria, veio a Asdode, e a guerreou, e a tomou,
2.nesse mesmo tempo, falou o SENHOR por intermédio de Isaías, filho de Amoz, dizendo: Vai, solta de teus lombos o pano grosseiro de profeta e tira dos pés o calçado. Assim ele o fez, indo despido e descalço.
3.Então, disse o SENHOR: Assim como Isaías, meu servo, andou três anos despido e descalço, por sinal e prodígio contra o Egito e contra a Etiópia,
4.assim o rei da Assíria levará os presos do Egito e os exilados da Etiópia, tanto moços como velhos, despidos e descalços e com as nádegas descobertas, para vergonha do Egito.
5.Então, se assombrarão os israelitas e se envergonharão por causa dos etíopes, sua esperança, e dos egípcios, sua glória.
6.Os moradores desta região dirão naquele dia: Vede, foi isto que aconteceu àqueles em quem esperávamos e a quem fugimos por socorro, para livrar-nos do rei da Assíria! Como, pois, escaparemos nós?
Profecia contra a Babilônia
1.Sentença contra o deserto do mar. Como os tufões vêm do Sul, ele virá do deserto, da horrível terra.
2.Dura visão me foi anunciada: o pérfido procede perfidamente, e o destruidor anda destruindo. Sobe, ó Elão, sitia, ó Média; já fiz cessar todo gemer.
3.Pelo que os meus lombos estão cheios de angústias; dores se apoderaram de mim como as de parturiente; contorço-me de dores e não posso ouvir, desfaleço-me e não posso ver.
4.O meu coração cambaleia, o horror me apavora; a noite que eu desejava se me tornou em tremores.
5.Põe-se a mesa, estendem-se tapetes, come-se e bebe-se. Levantai-vos, príncipes, untai o escudo.
6.Pois assim me disse o Senhor: Vai, põe o atalaia, e ele que diga o que vir.
7.Quando vir uma tropa de cavaleiros de dois a dois, uma tropa de jumentos e uma tropa de camelos, ele que escute diligentemente com grande atenção.
8.Então, o atalaia gritou como um leão: Senhor, sobre a torre de vigia estou em pé continuamente durante o dia e de guarda me ponho noites inteiras.
9.Eis agora vem uma tropa de homens, cavaleiros de dois a dois. Então, ergueu ele a voz e disse: Caiu, caiu Babilônia; e todas as imagens de escultura dos seus deuses jazem despedaçadas por terra.
10.Oh! Povo meu, debulhado e batido como o trigo da minha eira! O que ouvi do SENHOR dos Exércitos, Deus de Israel, isso vos anunciei.
Profecia contra Dumá
11.Sentença contra Dumá. Gritam-me de Seir: Guarda, a que hora estamos da noite? Guarda, a que horas?
12.Respondeu o guarda: Vem a manhã, e também a noite; se quereis perguntar, perguntai; voltai, vinde.
Profecia contra a Arábia
13.Sentença contra a Arábia. Nos bosques da Arábia, passareis a noite, ó caravanas de dedanitas.
14.Traga-se água ao encontro dos sedentos; ó moradores da terra de Tema, levai pão aos fugitivos.
15.Porque fogem de diante das espadas, de diante da espada nua, de diante do arco armado e de diante do furor da guerra.
16.Porque assim me disse o Senhor: Dentro de um ano, tal como o de jornaleiro, toda a glória de Quedar desaparecerá.
17.E o restante do número dos flecheiros, os valentes dos filhos de Quedar, será diminuto, porque assim o disse o SENHOR, Deus de Israel.
Prefácio e saudação
1.Paulo, prisioneiro de Cristo Jesus, e o irmão Timóteo, ao amado Filemom, também nosso colaborador,
2.e à irmã Áfia, e a Arquipo, nosso companheiro de lutas, e à igreja que está em tua casa,
3.graça e paz a vós outros, da parte de Deus, nosso Pai, e do Senhor Jesus Cristo.
Ação de graças
4.Dou graças ao meu Deus, lembrando-me, sempre, de ti nas minhas orações,
5.estando ciente do teu amor e da fé que tens para com o Senhor Jesus e todos os santos,
6.para que a comunhão da tua fé se torne eficiente no pleno conhecimento de todo bem que há em nós, para com Cristo.
7.Pois, irmão, tive grande alegria e conforto no teu amor, porquanto o coração dos santos tem sido reanimado por teu intermédio.
Paulo intercede em favor de Onésimo
8.Pois bem, ainda que eu sinta plena liberdade em Cristo para te ordenar o que convém,
9.prefiro, todavia, solicitar em nome do amor, sendo o que sou, Paulo, o velho e, agora, até prisioneiro de Cristo Jesus;
10.sim, solicito-te em favor de meu filho Onésimo, que gerei entre algemas.
11.Ele, antes, te foi inútil; atualmente, porém, é útil, a ti e a mim.
12.Eu to envio de volta em pessoa, quero dizer, o meu próprio coração.
13.Eu queria conservá-lo comigo mesmo para, em teu lugar, me servir nas algemas que carrego por causa do evangelho;
14.nada, porém, quis fazer sem o teu consentimento, para que a tua bondade não venha a ser como que por obrigação, mas de livre vontade.
15.Pois acredito que ele veio a ser afastado de ti temporariamente, a fim de que o recebas para sempre,
16.não como escravo; antes, muito acima de escravo, como irmão caríssimo, especialmente de mim e, com maior razão, de ti, quer na carne, quer no Senhor.
17.Se, portanto, me consideras companheiro, recebe-o, como se fosse a mim mesmo.
18.E, se algum dano te fez ou se te deve alguma coisa, lança tudo em minha conta.
19.Eu, Paulo, de próprio punho, o escrevo: Eu pagarei—para não te alegar que também tu me deves até a ti mesmo.
20.Sim, irmão, que eu receba de ti, no Senhor, este benefício. Reanima-me o coração em Cristo.
Comunicações pessoais. Saudações e bênção
21.Certo, como estou, da tua obediência, eu te escrevo, sabendo que farás mais do que estou pedindo.
22.E, ao mesmo tempo, prepara-me também pousada, pois espero que, por vossas orações, vos serei restituído.
23.Saúdam-te Epafras, prisioneiro comigo, em Cristo Jesus,
24.Marcos, Aristarco, Demas e Lucas, meus cooperadores.
25.A graça do Senhor Jesus Cristo seja com o vosso espírito.
Almeida Revista e Atualizada, ARA © Copyright 1993
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