Plano Anual

100 / 365
Ofertas contínuas
1.Disse mais o SENHOR a Moisés:
2.Dá ordem aos filhos de Israel e dize-lhes: Da minha oferta, do meu manjar para as minhas ofertas queimadas, do aroma agradável, tereis cuidado, para mas trazer a seu tempo determinado.
3.Dir-lhes-ás: Esta é a oferta queimada que oferecereis ao SENHOR, dia após dia: dois cordeiros de um ano, sem defeito, em contínuo holocausto;
4.um cordeiro oferecerás pela manhã, e o outro, ao crepúsculo da tarde;
5.e a décima parte de um efa de flor de farinha, em oferta de manjares, amassada com a quarta parte de um him de azeite batido.
6.É holocausto contínuo, instituído no monte Sinai, de aroma agradável, oferta queimada ao SENHOR.
7.A sua libação será a quarta parte de um him para o cordeiro; no santuário, oferecerás a libação de bebida forte ao SENHOR.
8.E o outro cordeiro oferecerás no crepúsculo da tarde; como a oferta de manjares da manhã e como a sua libação, o trarás em oferta queimada de aroma agradável ao SENHOR.
9.No dia de sábado, oferecerás dois cordeiros de um ano, sem defeito, e duas décimas de um efa de flor de farinha, amassada com azeite, em oferta de manjares, e a sua libação;
10.é holocausto de cada sábado, além do holocausto contínuo e a sua libação.
11.Nos princípios dos vossos meses, oferecereis, em holocausto ao SENHOR, dois novilhos e um carneiro, sete cordeiros de um ano, sem defeito,
12.e três décimas de um efa de flor de farinha, amassada com azeite, em oferta de manjares, para um novilho; duas décimas de flor de farinha, amassada com azeite, em oferta de manjares, para um carneiro;
13.e uma décima de um efa de flor de farinha, amassada com azeite, em oferta de manjares, para um cordeiro; é holocausto de aroma agradável, oferta queimada ao SENHOR.
14.As suas libações serão a metade de um him de vinho para um novilho, e a terça parte de um him para um carneiro, e a quarta parte de um him para um cordeiro; este é o holocausto da lua nova de cada mês, por todos os meses do ano.
15.Também se trará um bode como oferta pelo pecado, ao SENHOR, além do holocausto contínuo, com a sua libação.
16.No primeiro mês, aos catorze dias do mês, é a Páscoa do SENHOR.
17.Aos quinze dias do mesmo mês, haverá festa; sete dias se comerão pães asmos.
18.No primeiro dia, haverá santa convocação; nenhuma obra servil fareis;
19.mas apresentareis oferta queimada em holocausto ao SENHOR, dois novilhos, um carneiro e sete cordeiros de um ano; ser-vos-ão eles sem defeito.
20.A sua oferta de manjares será flor de farinha, amassada com azeite; oferecereis três décimas para um novilho e duas décimas para um carneiro.
21.Para cada um dos sete cordeiros oferecereis uma décima;
22.e um bode, para oferta pelo pecado, para fazer expiação por vós.
23.Estas coisas oferecereis, além do holocausto da manhã, que é o holocausto contínuo.
24.Assim, oferecereis cada dia, por sete dias, o manjar da oferta queimada em aroma agradável ao SENHOR; além do holocausto contínuo, se oferecerá isto com a sua libação.
25.No sétimo dia, tereis santa convocação; nenhuma obra servil fareis.
26.Também tereis santa convocação no dia das primícias, quando trouxerdes oferta nova de manjares ao SENHOR, segundo a vossa Festa das Semanas; nenhuma obra servil fareis.
27.Então, oferecereis ao SENHOR por holocausto, em aroma agradável: dois novilhos, um carneiro e sete cordeiros de um ano;
28.a sua oferta de manjares de flor de farinha, amassada com azeite: três décimas de um efa para um novilho, duas décimas para um carneiro,
29.uma décima para cada um dos sete cordeiros;
30.e um bode, para fazer expiação por vós.
31.Oferecê-los-eis, além do holocausto contínuo, e da sua oferta de manjares, e das suas libações. Ser-vos-ão eles sem defeito.
1.O vinho é escarnecedor, e a bebida forte, alvoroçadora; todo aquele que por eles é vencido não é sábio.
2.Como o bramido do leão, é o terror do rei; o que lhe provoca a ira peca contra a sua própria vida.
3.Honroso é para o homem o desviar-se de contendas, mas todo insensato se mete em rixas.
4.O preguiçoso não lavra por causa do inverno, pelo que, na sega, procura e nada encontra.
5.Como águas profundas, são os propósitos do coração do homem, mas o homem de inteligência sabe descobri-los.
6.Muitos proclamam a sua própria benignidade; mas o homem fidedigno, quem o achará?
7.O justo anda na sua integridade; felizes lhe são os filhos depois dele.
8.Assentando-se o rei no trono do juízo, com os seus olhos dissipa todo mal.
9.Quem pode dizer: Purifiquei o meu coração, limpo estou do meu pecado?
10.Dois pesos e duas medidas, uns e outras são abomináveis ao SENHOR.
11.Até a criança se dá a conhecer pelas suas ações, se o que faz é puro e reto.
12.O ouvido que ouve e o olho que vê, o SENHOR os fez, tanto um como o outro.
13.Não ames o sono, para que não empobreças; abre os olhos e te fartarás do teu próprio pão.
14.Nada vale, nada vale, diz o comprador, mas, indo-se, então, se gaba.
15.Há ouro e abundância de pérolas, mas os lábios instruídos são jóia preciosa.
16.Tome-se a roupa àquele que fica fiador por outrem; e, por penhor, àquele que se obriga por estrangeiros.
17.Suave é ao homem o pão ganho por fraude, mas, depois, a sua boca se encherá de pedrinhas de areia.
18.Os planos mediante os conselhos têm bom êxito; faze a guerra com prudência.
19.O mexeriqueiro revela o segredo; portanto, não te metas com quem muito abre os lábios.
20.A quem amaldiçoa a seu pai ou a sua mãe, apagar-se-lhe-á a lâmpada nas mais densas trevas.
21.A posse antecipada de uma herança no fim não será abençoada.
22.Não digas: Vingar-me-ei do mal; espera pelo SENHOR, e ele te livrará.
23.Dois pesos são coisa abominável ao SENHOR, e balança enganosa não é boa.
24.Os passos do homem são dirigidos pelo SENHOR; como, pois, poderá o homem entender o seu caminho?
25.Laço é para o homem o dizer precipitadamente: É santo! E só refletir depois de fazer o voto.
26.O rei sábio joeira os perversos e faz passar sobre eles a roda.
27.O espírito do homem é a lâmpada do SENHOR, a qual esquadrinha todo o mais íntimo do corpo.
28.Amor e fidelidade preservam o rei, e com benignidade sustém ele o seu trono.
29.O ornato dos jovens é a sua força, e a beleza dos velhos, as suas cãs.
30.Os vergões das feridas purificam do mal, e os açoites, o mais íntimo do corpo.
A encarnação do Verbo
1.No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus.
2.Ele estava no princípio com Deus.
3.Todas as coisas foram feitas por intermédio dele, e, sem ele, nada do que foi feito se fez.
4.A vida estava nele e a vida era a luz dos homens.
5.A luz resplandece nas trevas, e as trevas não prevaleceram contra ela.
6.Houve um homem enviado por Deus cujo nome era João.
7.Este veio como testemunha para que testificasse a respeito da luz, a fim de todos virem a crer por intermédio dele.
8.Ele não era a luz, mas veio para que testificasse da luz,
9.a saber, a verdadeira luz, que, vinda ao mundo, ilumina a todo homem.
10.O Verbo estava no mundo, o mundo foi feito por intermédio dele, mas o mundo não o conheceu.
11.Veio para o que era seu, e os seus não o receberam.
12.Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, a saber, aos que crêem no seu nome;
13.os quais não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do homem, mas de Deus.
14.E o Verbo se fez carne e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade, e vimos a sua glória, glória como do unigênito do Pai.
O testemunho de João Batista
15.João testemunha a respeito dele e exclama: Este é o de quem eu disse: o que vem depois de mim tem, contudo, a primazia, porquanto já existia antes de mim.
16.Porque todos nós temos recebido da sua plenitude e graça sobre graça.
17.Porque a lei foi dada por intermédio de Moisés; a graça e a verdade vieram por meio de Jesus Cristo.
18.Ninguém jamais viu a Deus; o Deus unigênito, que está no seio do Pai, é quem o revelou.
João Batista repete o seu testemunho
19.Este foi o testemunho de João, quando os judeus lhe enviaram de Jerusalém sacerdotes e levitas para lhe perguntarem: Quem és tu?
20.Ele confessou e não negou; confessou: Eu não sou o Cristo.
21.Então, lhe perguntaram: Quem és, pois? És tu Elias? Ele disse: Não sou. És tu o profeta? Respondeu: Não.
22.Disseram-lhe, pois: Declara-nos quem és, para que demos resposta àqueles que nos enviaram; que dizes a respeito de ti mesmo?
23.Então, ele respondeu: Eu sou a voz do que clama no deserto: Endireitai o caminho do Senhor, como disse o profeta Isaías.
24.Ora, os que haviam sido enviados eram de entre os fariseus.
25.E perguntaram-lhe: Então, por que batizas, se não és o Cristo, nem Elias, nem o profeta?
26.Respondeu-lhes João: Eu batizo com água; mas, no meio de vós, está quem vós não conheceis,
27.o qual vem após mim, do qual não sou digno de desatar-lhe as correias das sandálias.
28.Estas coisas se passaram em Betânia, do outro lado do Jordão, onde João estava batizando.
João Batista torna a repetir o seu testemunho
29.No dia seguinte, viu João a Jesus, que vinha para ele, e disse: Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo!
30.É este a favor de quem eu disse: após mim vem um varão que tem a primazia, porque já existia antes de mim.
31.Eu mesmo não o conhecia, mas, a fim de que ele fosse manifestado a Israel, vim, por isso, batizando com água.
O batismo de Jesus
32.E João testemunhou, dizendo: Vi o Espírito descer do céu como pomba e pousar sobre ele.
33.Eu não o conhecia; aquele, porém, que me enviou a batizar com água me disse: Aquele sobre quem vires descer e pousar o Espírito, esse é o que batiza com o Espírito Santo.
34.Pois eu, de fato, vi e tenho testificado que ele é o Filho de Deus.
Dois discípulos de João Batista seguem Jesus
35.No dia seguinte, estava João outra vez na companhia de dois dos seus discípulos
36.e, vendo Jesus passar, disse: Eis o Cordeiro de Deus!
37.Os dois discípulos, ouvindo-o dizer isto, seguiram Jesus.
38.E Jesus, voltando-se e vendo que o seguiam, disse-lhes: Que buscais? Disseram-lhe: Rabi ( que quer dizer Mestre ), onde assistes?
39.Respondeu-lhes: Vinde e vede. Foram, pois, e viram onde Jesus estava morando; e ficaram com ele aquele dia, sendo mais ou menos a hora décima.
40.Era André, o irmão de Simão Pedro, um dos dois que tinham ouvido o testemunho de João e seguido Jesus.
41.Ele achou primeiro o seu próprio irmão, Simão, a quem disse: Achamos o Messias ( que quer dizer Cristo ),
42.e o levou a Jesus. Olhando Jesus para ele, disse: Tu és Simão, o filho de João; tu serás chamado Cefas ( que quer dizer Pedro ).
Filipe e Natanael
43.No dia imediato, resolveu Jesus partir para a Galiléia e encontrou a Filipe, a quem disse: Segue-me.
44.Ora, Filipe era de Betsaida, cidade de André e de Pedro.
45.Filipe encontrou a Natanael e disse-lhe: Achamos aquele de quem Moisés escreveu na lei, e a quem se referiram os profetas: Jesus, o Nazareno, filho de José.
46.Perguntou-lhe Natanael: De Nazaré pode sair alguma coisa boa? Respondeu-lhe Filipe: Vem e vê.
47.Jesus viu Natanael aproximar-se e disse a seu respeito: Eis um verdadeiro israelita, em quem não há dolo!
48.Perguntou-lhe Natanael: Donde me conheces? Respondeu-lhe Jesus: Antes de Filipe te chamar, eu te vi, quando estavas debaixo da figueira.
49.Então, exclamou Natanael: Mestre, tu és o Filho de Deus, tu és o Rei de Israel!
50.Ao que Jesus lhe respondeu: Porque te disse que te vi debaixo da figueira, crês? Pois maiores coisas do que estas verás.
51.E acrescentou: Em verdade, em verdade vos digo que vereis o céu aberto e os anjos de Deus subindo e descendo sobre o Filho do Homem.
Almeida Revista e Atualizada, ARA © Copyright 1993
Sociedade Bíblica do Brasil.
Todos os direitos reservados.
Saiba mais sobre a Sociedade Bíblica do Brasil em sbb.org.br.
A Sociedade Bíblica do Brasil trabalha para que a Bíblia esteja, efetivamente, ao alcance de todos e seja lida por todos.
A SBB é uma entidade sem fins lucrativos, dedicada a promover o desenvolvimento integral do ser humano.
Você também pode ajudar a causa da Bíblia!